/ ¿ y í S ' - á j i TRIBUNAL S U E R IO R l EL LHSTrtiTG JU DICIAL DE CARTAGENA p ' t.'{ CAI A r-11/ll ÍX D C / 'iA i 17 A nfl CU d c c t i t i l/'iOim n c r i r n n n. o ^ v T V,-.. J * SALA CIVIL LiSPEClAUZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS ('fiaty# Suprior d i ia J u d ic a tu ra MACISTRAOA PONENTE. MART-4A P, CAMPO VALERO SE NTENCIA No. Rad. 13244-31 -21 -001 -2015-00093-00 Ríid.
Int, No, 2016 0079-02 C a rta g e n a, veintidós (22) d e Febrero de Dos Mil D iecisiete {2017}. i.- IDENTIFICACIÓN DEL PROCESO. RADICACIÓN Y PARTES INTERVINIERES Tipo d e proceso: ESPECIAL DE Rl >,!H:CION Y FORMAUZACION DE TIERRAS Solicitante: MARTHA LIBIA ISCOBAR CORTES y ANTONIO JUAN BENITEZ ARRUTA Opositores: JOSE.'A ELENA GUERRA RIQUEME Y EDUARDO RINCON Predio: "VILU ELENA-.AS MERCEDES” Acta No, 004. r * II.- 0;3 J ETjQ DEL ¿i SON UNCI AMIENTO V \ \ l* •S •s P roced e esta Sala a profeyir S e n te n cia d e n tro de la «¡oficitud d e Restitución d e Tierras prevista en la Ley 1 i 48-d e l 2í)1.1-,Jque form uló la COMISION CO LOM BIANA DE JURISTA, en n o m b re y a -favor d e j-- señora MARTHA LIB3A ESCOBAR CORTES. t. /• • *: i' i*... ■ ■■ K-S !/s Kv £::,lif>AhtgCEDENTES v A'"* ?/. '..
Solicita la COMISION C O L0M BrÁN Á DE 'JÜRISTA., entro otras.pretensiones, qu e so pro te ja el d e re c h o fundorVíenYá! -d'-> Restitución y Fon nalización de tierras d e la señora MARTHA LjBIA ESCOBAR CpRTES, en los térm inos esta b le cid o s por la H onorable C orte C onstitucional en-S e nte ncia T-821 de 2007, en c o n c o rd a n c ia c o n el p a rá g ra fo 4 del a rtículo 91 - le la Ley 1443 d e 2C11 y a su có n yu g e CARLOS ARTURO BENITEZ ARRfETA, \ ig u a lm e n te se d e c la re la prescripción adq uisitiva d e dom in io en'-cab eza de. la solicnurito, por pcontrarse p ro b a d a qu e reúne los requisitos p a r# ser fithíar ael d e re c h o d e d o m in io, al ig u a l qu e a su có n yu g e, c o m o c o n s e c u e n c ia do \a't pretensiones solicitadas se p ro c e d a a d e c la ra r la inexistencia d e los del n e c o c io jurídico y n u lid a d abso luta de los contrato s c e le b ra d o c o n ¿osteriorídac* o la trasferencia d e los d e re ch o s reales ejercidos por las víctim as, (Íl teríór de.¡cidispuesto en el nünfiéral 2 literal a,b,d,e y num eral 5 d el artículo 77 d e la:Ley L4^-3 d e 201i, d e í.gual: fo rm a se o rd e n e las siguientes m edid as con e fd c to re p a ra d o r: 5 M •- j V i; • í r -¿.< ? i } \ O 'Vi- i i.:.'. i ' j \ ••..Mii- -X \>7: Código: FRT - 015 Versión: «2 10-02-2015 TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JUDICIAL DE CARTAGENA «2 / SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS MAGISTRADO PONENTE. 1 MARTHA P, CAMPO VALERO SENTENCIA No- ' í ' '< Rad, 13:44-31-21-001-2015-00093-00.
Rad. Int. No. 2016-0079-02 a j Q ue se o rd e n e a la O ficin a d e Instrum entos Públicos del C a rm en d e Bolívar: í)¡nscribir.la sentencia en los térm inos,señqlados en el literal c) del artículo 91 d e la Ley 144S de 201 h d e n d o a p 'ic a c ió n al principio d e g ra tu id a d se ñ a la d o en el p a rá g ro ío prim ero del artículo 84 ib id e m;
¡i) c a n c e la c ió n de. to d o a n te c e d e n te legistral sobre g ra vá m e n e s y lim itaciones d e d e re c h o d e dom in io,'títulos d e te n e n c ia, a rre n d a m ie n to d e la d e n o m in a d a falsa tra d ició n y las m edid os ca utelares registradas c o n posterio ridad al desp ojo y a b a n d o n ó; iil) la inscripción en el Folio de M a lricu la Inm obiliaria la m e d id a de p ro te c c ió n jurídíca prevista en el a rtículo 19 d o la Ley 387 d e 1997, siem pre y c u a n d o la víctim a a la q u e se le restituya este d e a c u e rd o c o n q ue se p ro fiera d ic h a orden. b) Q u e en los térm inos deJ artículo 45 de'í D e c re to 4829 de 2011, se prioríce la e n tre g a de un subsidió de viviend o rural a fa vo r d e las víctim as qu e han sido o b je to d e restitución y su ‘vivie n d o Jia y a sido destruida o d e sm e jo ra d a. ’ * • Q u e se príorice y fa cilite e! a c c e s o a lo:j solicitantes y sus núcleos fam iliares a los program as d e fo rm a c ió n y c a p a c ita c ió n té c n ic a del SENA. c) Q ue se o rd e n e al Instituto G e o g rá fic o Agustín Codazzi - IGAC lo a ctu a liza ció n d e sus registros ca rto g rá fic o s y alfcnu m é ricos, a te n d ie n d o la in dividualización e id e n tific a c ió n d e los predios lo g ra d a c o n los le vo n ta m ie n lo s to p o g rá fico s y los inform es té cn ico s ca la s trc le s anexos o esta d e m a n d a /lo anterior en a te n c ió n d lo dispuesto en el literal p d el artículo 91 d o la Ley 1*148 d e 2011... '. d) O rd e n a r a la U nidad A dm inistrativa Especial p a ra la A te n c ió n y R eparación Integral a las Victim as q ue sé sirva írc lu ir a los solicitantes y sus núcleos fam iliares en el Regislrc Ú nico d e V íctim as y en ca so d e estar incluidos p ro c e d e r a 1.a a c tu a liz a c ió n de d a to s d e lío rm a in m e d ia ta. e) Q ue d e c o n fo rm id a d c o n lo estipulado.en.el..'literal s del a rtículo 91 d e (a Ley M 48 de 201.], se c o n d e n e en costas- a jo. p a rte v e n c id a en este proceso de restitución c u a n d o se a c re d ite e iy el proceso a c tu a c ió n dolosa o le m e rcria. f) Q ue se o rd e n e im p le m e n ta r los sistemas d e c liv io y e xo n e ra ció n d e pasivos d e a c u e rd o a lo prevíslo en el a rtículo 121- d e le Ley 1448 d e 2011, en c o n c o rd a n c ia c o n lo e sta b le cid o en el artículo 43 y subsiguiente del D e cre to 4829 de 2011. g} O rd e n a r al Fondo d e la UAEGRTD aliviar las d e u d o s qu e p o r c o n c e p to d e servicios públicos dom iciliarios d e a c u e c 'u c to y a lc a n ta rilla d o y energía e lé ctrica, prestados en el p re d io a d e u d e n los solicitantes a las em presas prestadoras d e los mismos, al igual de' á iv id r los pasivos financieros q u e los solicitantes del p re d io o b je to de restitución íe n g a n c o n entidades t"on.-¿;}o S u p e rio r ti?, (o.,rn c j¡:u lO iu Cmtnjb Supcritir <t<r /ti.liiííi'Murfí TRIBUNAL SUPERIOR C EL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS M4C ISTRADA PONENTE, MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No- _ Rad. 13244-31 -21 -001 -2015^00093-00 Rad.
Int. No. 2016-0079-02 vigiladas por la S u p erintend encia Financiera d e C o lo m b ia, ca u s a d a de n tro del h e c h o victim jzante y la se n te n cia de restitución d e tierras. h) O rd e n a r al M inisterio de Salud -y P rotecció n Social, a la S ecretaria de Salud del D e p a rta m e n to de Bolívar, a la S ecretaria d e Salud del M unicipio del C a rm en d e Bolívar y !a U nidad A dm inistrativa Especial pa ra la A te n c ió n y R eparación a los 'V ictim as, la a te n c ió n y a c o m p a ñ a m ie n to m é d ic o y psicosocial, con e n te q u e d e género, d e n tro d e los 30 días siguientes a la e je cu to ria de la sentencia, al igual d e la d o ta c ió n del c e n tro d e salud del m unicipio y la in c o rp o ra c ió n d e p rofesio nale s idóneos S.i.,* AÍ r ' *. • ' • ' I \/r X c o n contrate s labórales: sostenidos, p a ra garan tizar un a a te n c ió n d e prim er nivel • ^ i) O rd e n a r a la U nidad^-A dm inistrativa Especia!- p a ra la A te n c ió n y R e paració n In te g ra l'a las Victim as qu e form uten y e je c u te n un d ia lo g o c o n las fam ilias solicitantes d e les predios o b je to de restitución. jj O rd e n a r a la g o b e rn a c ió n del d e p a rta m e n to de Bolívar y a la A lc a ld ía y de F.l C a rm en d e Bolívar qu e a p ro p ie los recursos pa ra la im p le m e n ta c ió n de a c c ió n a ta v o r ele mujeres c o n fo rm e lo e stipu lad o en la Ley 823 de 2003. k) O rd e n a r al M unicipio d e El C a rm e n d e Bolívar, al D e p a rta m e n to d e Bolívar y al M inisterio d e i Salud, y p ro te c c ió n social, a d a p ta r las m edidas pertinentes p a ra p ro te g e r jas personas d e la te rce ra e d a d víctim as del c o n flic to a rm a d o. ’... '..
I) O rd e n a r al M inisterio d e E d u ca ció n N a cio n a l en c o o rd in a c ió n con la Secretaria d e E d ucación D e p a rta m e n ta l d e Bolívar, p a ra q u e d e a c u e rd o a sus c o m p e te n c ia s -gestione los recursos necesarios p a ra a m p lia r la p la n ta física y d o c e n te de los colegios situados eñ lás zonas rurales d o n d e se u b ic a el p re d io so licita d o én restitución... m) O rd e n a r al Ministerio d e E d ucación N a c io n a l a í ICBF y a la S ecretaria d e E d ucación M unicipal, la c re a c ió n y d o ta c ió n de un a b ib lio te c a y una lu d o te c a dirigida a. los niños:, niñas, ado le sce n te s y a du ltos/a s y la con stru cció n d e un p a rq u e del p re d io Villa Elena - Las M ercedes. n) O rd e n a r la c o n fo rm a c ió n d e un a m esa interinstitucional d e seguim iento y verifica ció n sobre las c o rid ic io re s d e segu ridad d e las solicitantes, la c p lic a c ió n y c u m p liñ íie n to d e las;m edidas de restitución. PRETENSIONES SUBSIDIARIA*: ' ' Solicita la Com isión N a cion al d e Ju/islas, q u e en caso qu e sea im posible de restituir a los so lic ita n te s 1 y sus núcleos fam iliares, se o rd e n a a título d e i j co m p e n sa ció n, un p re d io -e q u iv a le n te en térm inos econ ó m ico s, co n ío rrn e a los TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS k MAGISTRADO PONENTE. / MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. Rad. 13244-3! *21-001-2015-00093-00 ' Rad, tnt.
No. 2016-0077-02 p re ce p to s legales de Id Ley 1448 de 2011, a rtículo 72 y-los artículos 36 o 42 del D e cre to R egla m en tario 482? d e 2011 y !a Resolución No. 953 d e 2012, M anuel T écn ico O p e ra tiv o d ef.F ondo d e la ÜAEGRTD.' - Así m ism o qu e se o rd e n e a los solicitanies la trasferencia y e n tre g a m ate rial dél mismo? a n o m b re d el Fondo d e la UAEGRTD, una vez h a ya n re c ib id o la c o m p e n s a c ió n d e q u e tra ta la pretensión anterior, en los térm inos d el litoral k del artícelo 91 d e la Ley 1448 d e 2011.
X, HECHOS: "'[■ l.:* Lo anterior, c o n fu n d a m e n to en los siguientes hechos: Señaló la solicitante q ue ingresó al p re d io en el a ño 1979, c o n su esposo Carlos Arturo Benítez Arrieta y ó. hijos, p re d io q u e fue c o m p ra d o por su esposo a la señora Elena G uerra D e Torres, por 300 y p ic o mil pesos, las 50 hectáreas, in m ue ble en el c u a l e n co n tra ro n un ra n c h o en m al e sta d o y algunas hectáreas sem bradas en y u c a y en c a lid a d de arriend o la p ro p ie d a d a unos cam pesinos de la zona, d e los cuales no re cu e rd a el nom bre, solo re c u e rd a a Pedro Ríos, quienes a p e n a s re cogieron la siem bra e n tre g a ro n el bien a su esposo y a su c u ñ a d o el señor A n to n io Juan Benítez, quien ta iyib ié n es,dueño del inm ueble. v r Relató, q ue una vez llega ron al predio, iniciaro n el tra b a jo se m brando yu ca, maíz, p lá ta n o, arroz, p ro d u cto s qu e v e n d ía ^.e n J a C iu d a d de Sincelejo, estando en la zona 21 años, tie m p o en qu e la m ism a,e stuvo.tra nquila y en el cu a l tuvo sus otros tres hijos.. \ \m ■ -i Señaló qu e el 22 d e o c tu b re del añ o 20GQ, ju n to.cari su esposo y fam ilia se desplazó h a c ia Huertas (Chicas- Sucre) y. arm a ron una casita d o n d e vivían, d e ja n d o el p re d io c o m p le ta m e n te a b a n d o n a d o, p e rd ie n d o to d o lo q u e tenían, ta n to en la casa c o m o.lo s cultivos, d e s p la z a m ie n to;re a liz a d o p or todos los cam pesinos en a te n c ió n o los a se sin a to s'd e 4 cam pesinos y la q u e m a de ranchos, así c o m o el e n fre n ta m ie n to entre la guerrilla de las FARC y tos param iljtares de Rodrigo C a d e n a s. -V- -.> Indicó qu e pa ra el a ñ o 2012, entró al p re d io su,hijo Víctor a ver c o m o e sta b a lo fin ca y d e c id ió p ic a r el m o n te y sem brar m aíz y en el a ñ o 2013, siem bra yu ca, ñ a m e, m aíz y e sta b a viviend o y e x p lo ta n d o el predio. ^ ■■'i)-y y V iv> n Jo S u p e rio r (ir. tu JnrfLoMvK TRIBUNAL SUPERIOR SEL DISTRITO JUDICIAL DE CARTAGENA f 1 SALA C IV IL ESPECIA^ IZADA EN RESTITUCION IJÉ TIERRAS MA&ISTRADA PONENTE* MARTHA P- CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31 -21 -001 -201S-00093-00 Rad.
Int. No. 2016-0079-02 IV. TRÁMITE DEL JUZGADO PRIMERO CIVIL DEL CIRCUITO ESPECIALIZADO EN RESTITUCIÓN DE TífRRAS DE EL CARMEN DE BOLIVAR (BOLIVAR) La d e m a n d a fue a d m itid a por'el-Juzgado prim ero Civil d el Circuí lo Especializado Restitución d e Tierras d e El C á rm e ^ ’d© Bofívar, m e d ia n té 'b u to d e fe c h a 1 d e d icie m b re de 20151, en el a d m itió lo solicitud d o restitución y fo rm a liza ció n de fierras de los señores MARTHA LIBIA ESCOBAR CORTES Y ANTONIO JUAN BENITEZ ARRIETA, asi m ism o o rd e n ó la sustracción provisional d el c o m e rc io d el bien solicitado, la p u b lic a c ió n d e ja adm isión en un diario d e a m p lia circu la ció n, así c o m o la suspensión d e los procesos d o n d e se dispute elm jism o. Es im p o rta n te a c la ra r qu e sí bie n én !a solicitud d e restitución no fue in clu id o el señor ANTONIO JUAN BENITEZ ARRIETA. el juez o rd e n ó la adm isión d e su solicitud, lo d o vez qu e el c ita d o señor dio p o d e r a la señora:M ARTHA UBIA ESCOBAR CORTES, a fin d o qu e realizara los tram ito pertinentes d e ía solicitud d e restitución del predio o b je to d e estudio. 14, ^ i ¿ t i.: H " « Así mismo, o rd e n ó correr traslado d e la solicitud a los señores JOSEFA ELENA GUERRA RIQUEME y EDUARDO.RINCON p o r enco n tra rse inscritos en el Folio d e M atricu la Inm obiliaria (062 í22Ó0>) dei. p re d io o b je to d e so lic itu d, en los cuales se in d ica n c o m o Titulares del D erecho de D om inio y el D e re ch o Real d e H ip o te ca re s p e c tiv a m e n te y te n ie n d o e n c u e n ta qu e la solicitud, de restitución fue p resen tad a por la Com isión C o lo m b ia n a d e Jurista, p ro c e d ió a o rd e n a r la n o tifica ció n d e la U nidad A dm inistrativa Especial d o G estión d e Restitución d e •, J... -.'K -.«I; • Tierras - Territorial Bolívar. \ • y z • f x i i':* Sin e m b a rg o, c o m o quíerci qu e la a c tu a c ió n no re p o rtó tas d ire ccio n e s d e los señores JOSEFA ELENA GUERRA RIQUtME y EDUARDO RÍÑCON y pese a q u e se in d ic ó sobre la supuesta m uerte d e la señora G uerra Riquem e, tal h e c h o no fue a c re d ita d o en el proceso, por lo cu a i se p ro c e d ió a o rd e n a r el e m p la za m iento de qu e tra ta el articulo 86 lije ral c) de la Ley U 4 3 de 2011 y la p u b lic a c ió n en un diario de a m p lia c irc u la c ió n nacional.- -! - • C u m p lid a la fo rm a lid a d d e ja p u b lic a c ió n, sin hacerse presente las personas dete rm in a d a s q u e fueron em plazados, se p ro c e d ió a designarle C u ra d o r Ad - Litem, o fin d e qu e ejerció an sus cxe^echos, se pronunciaran: sobre los hechos y 1 Folie 141-M3 Cuaderno PrincipoI ' ¡ \ 7 Folio 6S-GG d e l C u a d e rn o P rincipal « o. 1;■ ¡ itKprrlar <t« ?a Judicatura TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA C / SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCUON DE TIERRAS ^ MAGISTRADA PONENTE.
MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13744-31-21 -001 -2015-00093-00 Rad. Inh No. 2016-0079-02 pretensiones d e la d e m a n d a e hicieran valer las pruebas qu e estim aran convenientes. Ig u a lm e n te se o rd e n ó vin cula r a la AGENCIA NACIONAL DE HIDROCARBUROS y a la em presa ECOPETROl S.A. a te n d ie n d o a q u e tue in fo rm a d o q u e el p re d io so licita d o se e n c u e n tra e n un á re a d e e x p lo ta c ió n c o n tra to SSJN-4.
Posteriorm ente, m e d ia n te a u to d e fe c h a 9 d e m arzo de 20163, resolvió vincular a la a c tu a c ió n a la FIDUCIARIA S.A. c o m o v o c e ra d el PATRIMONIO AUTONOMO DE REMANENTES DÉ LA C A JA AGRARIA EN LIQUIDACIÓN. 7 D entro d el térm in o legal fue p re se n ta d o escrito d e opo sición d e les señores JOSEFA ELENA GUERRA RIQUEME y EDUARDO RINCON a través d e C u ra d o r A d - Litem, oposición q u e fue re c o n o c id a per el juez d e instrucción m e d ia n te p ro v id e n c ia d e fe c h a 10 d e m arzo d e 2016¿.
Por ultim o m e d ia n te a u to d e fe c h a 13 de junio d e 201 ¿ -p ro ce d ió a o rd e n a r las pruebas solicitadas p or las partes y las qu o c o n síd e ra b o d e b ía n ser p ra c tic a d a s d e oficio. C o n clu id o el térm ino p ro b a to rio, se rem itió el e x p e d ie n te a esia Sala0, p a ra d ic ta r la sentencia q u e corre spond a, d e c o n fo rm id a d c o n lo e sta b le c id o en el a rticu lo 79 d e la Ley 1443 d e 2011.
V.- LA OPOSICION. Surtido el traslado, la C u ra d o ra A d - Litem, d e sig n a d a p a ra q ue representara a los señores Josefa Elena G uerra R iquerne y E duardo Rincón, presentó escrito d e oposición re sp e clo a las pretensiones in c o a d a s por la señora M artha Libia Escobar Coríes, in d ic a n d o entre otros cspectos, no constarle los hechos narrados p o r la solicitante, en a te n c ió n a q u e si b ie n era n o torio el c o n te x to de vio le n c ia en el M ontes d e M aria, d e n tro d e los anexos o d o c u m e n to s a p o rta d o s c o m o pruebas, no se a c re d ita q u e los m ism o h a y a n o cu rrid o d e a c u e rd o a la cro n o lo g ía d e te rm in a d a p or la U nidad d e R estitución d e Tierras. i * 1 ¡ C.oitxcfv Supe¡/or de la Jmfhmitnt ’ Fol d 182 Cu¿dOriK> Pri'iCipül 4 Folio ?07 Q jattern a Principal No:2 "'Fol o 2 6 5 -2 6 5 d d C u a d c n o P íin c.p a l 1.-o lio 3 0 4 c f i. C u a d e r n a P rin c ip a l TRIBUNAL SUI ERIOR U jr.
L DISTRITO JUINÓ IAL D f. CARTAGENA C í " 1 f ' 1 w SALA C IV IL l;SPEC!ALiZADA EN RESTITUCION WE TIERRAS MAGSSTRADA PONENTE, MARTHA P_ CAMPO VALERO • SElíTEN C iA No. _ Rad. 13244-31 *21 -001-20T 5-00093-00 Rad. Inh No. 2016-0079-02 A rguye ío a p o d e ra d a, qu e lo solicftañte y su g ru p o fam iliar, no c u m p le n c o n las exigencias def artículo 7 5 'd é la Ley r 448 del 2011, to d a vez q u e c u a n d o se realizó la a d u c id a c o m p ra rd e í p re c io en el a ñ o 1979, soio fue suscrita la Escritura Publico No. 348 d e 27 d e abril d e I9'; 9. la c u a l n u n c a.fue registrada en el Folio de M atrícula Inm obiliaria No. 062-2200, co rre sp o n d ie n te aJ p re d io o b je to d e solicitud.
Así m ism o m anifiesta qu e e l,p r e c a so licita d o es p riv a d a c o n una tra d ició n jurídica por Jo qu e no se pu:e d e,e s ta b le c e r qu e es un in m ue ble baldío. Igualm ente señaló qu e en el caso d e q u e el in m ue ble h a y a sido o b je fo d e a b a n d o n o, a ca u sa del conflítefó^qüe se vivía en los M ontes d e M aría, no hay desp ojo y c o m o c o n s e c u e n c ia nO: ‘>e d a n los presupuestos o presunciones descritas en el artículo 77 d e la Ley 1443 d e 2011. -.¡¡¿ Por ultim o in d ica qu e el h'ío de la solicitante a c tu a lm e n te posee el predio, tal c o m o fue m a n ife sta d o por el Directo? d e la UAEGR7D en la p á g in a 8 d e la Resolución No. RB 1314 de* l.d e d icie m b re d e 2014 y en el Inform e T écn ico d e G e o rre fe re n cía ció n em itidos, por: fun cio n a rio s de la U nidad, en d o n d e m anifiestan qu e el p re d io 1 (ue: o fe n d id o y m o stra d o por e l.se ñ o r Carlos Arturo Benítez Escobar. 1 *./ ‘ Por ultim o in d ic a su op o sició n a todas y c a d a una d e las pretensiones form uladas p o r la pa rte solicitante. • VI.- TRÁMITE ANTE LA SALA CIVIL ESPECIALIZAD A EN RESTITUCIÓN DE TIERRAS.
H a b ie n d o co rre sp o n d id o e: proceso de la refe ren cia, p o r re p a rto ordinario, se a v o c ó su c o n o c im ie n to m e d ía n te a u fo d e fe c h a 21 d e 's e p tie m b re d e 201 ó7 y se le dio et frám ite corre spond iente. CONCEPTO DI: LA PROCURADURIA8 r. ' La procu ra d u ría No. 9 Judicia l pare; la re s titu c ió n de Tierras,, p re c e p to c o n c e p to d e n tro del proceso d e la preferencia en el c u a l in d ic ó en tré otros aspectos lo siguiente: 7Folio2CCusdernodel «.'¡buial. ? * Folla 30-68 Cuaderno del Tribunal -., ■.
TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS MAGISTRADA PONENTE. MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA Nü. _ Rad, 132^31-21 001-2015-00093 00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 S eñaló qu e c o n fu n d a m e n to en el a c e rv o p ro b a to rio, q u e d ó c la ra m e n te e sta b le c id a la c a lid a d d e víctim a de los solicitantes •/ sus núcleos fam iliares, quienes a b a n d o n a ro n el p re d io en razón d e los hechos violentos de C arolí 9 de m arzo d e 1999 y m asacre d e M a c a y e p o 2000 ig u a lm e n te in d ic ó q u e no existe circu n sta n cia qu e im p id a la form alización c e la p ro p ie d a d a fa v o r d e los solicitantes p o r el m o d o d e prescripción adq uisitiva ordinaria d e dom inio, lo q u e c o n lle v a a q u e el re c o n o c im ie n to y fo rm o liza c ió n re c a e en un 50% al Señor A n to n io Juan Benítez Arríete y el restante 50% a ia señora M c rth a Escobar Cortes y Carlos Arturo Benítez A rrieta, en v'.rtud d e lo c o n te m p la d o en el p o rá g ra fo 4 d el artículo 91 de la Ley 1448 d e 2011. ’ VI.
PRUEBAS 1. C o p ia d e la Resolución RB 1314 d e fe c h a 1 d e d ic ie m b re d e 2014, en le c u a l inscriben en el Registre d e Tierras D espojadas y A b a n d o n a d a s a los señores M a rth a Libia Escobar, a c tu a n d o en nom bre p ro p io y representación d el señor A n ton io J jo n Benítez A rrieta (Folio 37-47 C u a d e rn o Principa!) 2.
C o nsta n cia NB 0135 d e 15 d e septiem bre d e 2015, e m itid a p o r el D irector Territorial Bolívar d e la U nidad A dm inistrativa Especial d e G estión y R estitución d e Tierras D e spojadas y a b a n d o n a d a s Forzosam ente (Folio 48- 49 C u a d e rn o Principal) 3. C o p ia c e C e rtific a d o C atastral Especial IGAC (Folio 50 C u a d e rn o Principal) 4.
C o p ia d e p o d e r de auto riza ció n d a d o por el.señor A n to n io Juan Benítez A rrieta a la señora M a rth a Libia Escobar Cortes, p a ra presentar solicitud a n te la U nidad A dm inistrativa Especial d e G e sticn.d e R estitución d e Tierras (Folio 57 C u a d e rn o Principal) 5. C o p ia d e la c é d u la d e c iu d a d a n ía de los señores M a rth a Libia Escobar Cortes, Carlos Arturo Benítez Arrieta, Carlos Arturo Benítez Escobar, M aría Rubiela Bcnifcz Escobar (Folio 52-55 C u a d e rn o Principal) 6.
C o p ia d e la Partida d e M a trim onio ae los señores M artha Lilia Escobar C ortes y Carlos Arturo A rrieta. (Folio 57C u a d e rn o P-incipal) 7. C o p ia d e la c é d u la d e c iu d a d a n ía de los señores A lb a N idia Benítez Escobar, R igoberto Jim énez Escobar, M archa Lucia Benítez Escobar, V íctor R afael Benítez Escobar, Luz Elena Benítez Escoba-, Kelly Joha nna Benítez Escobar (Folio 58-64 C u a d e rn o Principal) CtutXjc Superior íiV h\ TRIBUNAL SUPERIOR l>;ÍL DISTRITO JU DICIAL D £ CARTAGENA C ¡ r C ' s a l a c iv i l Es p e c ia l iz a d a e n r e s t it u c ió n ¿>e t ie r r a s PM G Ü TR A D A PONENTE. <£'Sjm S£ü IWARTHA * \ CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31-21-001-2015-00093-00 Rad.
Int. No. 20U-0079-02 3. C o p ia del Folio d o M a íricu lo Inm obiliaria No. 062-2200 {Fo)io 65-66 C u a d e rn o Principal) y; v. 9. C o p ia d el inform e T écn ico. Predial d e la UAEGRTO (Folio 67-68 C u a d e rn o Principal} ■ 10.C o p ia del Inform e T é c rfc b de G e o rre fe re n c ia c ió n '^ rv C a m p o realizado por el á re a de D irección C atastral y Análisis férritoriol d e la U nidad A dm inistrativa Especial d e G estión d e Restitución de Tierras D espojadas y A b a n d o n a d a s (Folio 69-73 C u a d e rn o Principal) 11.C o p ia d e la Escritura d e V o n ta d e in m u e b le No. 348 suscrita entre la señora Elena Josefa ^ u e r f^ p e Torres y A n to n io Juqm kenítez Arríete y otro, do fo c h a 27 d e abril de olio 74-77 C u a d e rn o Principal) 12.
D o cu m e n to d e n o rn iria d ^ iG & n -e x to D efinitivo Zór/o Baja d e El C a rm en d e Bolívar” (Folio 78-115 C u a d e rn a Principa*) 13. C o p ia de la Resolución No. 01 d e fe c h a 3 d e o c tu b re d e 2008 (Folio 116- 120 C u a d e rn o Principal) 14.C o p ia Folio d e M atricu la Inm obiliaria No. 062-2200 (Folio 130-132 C u a d e rn o Principal. 15.O ficio E co peirol (Folió 168-17 4 C u a d e rn o Principal) 16.
O ficio In c o d e r (Folió í 75^(76 C u a d e rn o Principal} 17.O ficio Fiduprevisora (FpÍjo22£-í34 C u a d e rn o Principal) 18. O ficio d el J u z g a d o f i^rqmisc:jc d e El C a rm e n d e -B o líva r (Folio 263-264 C u a d e rn o P rincipal), VH& CONSIDERACIONES.. I S. "iK, •., •? /f.A •- r. * r\ \ y. k oj'. Com petencia. De c o n fo rm id a d c o n el artículo 79 c'e la Ley 1448 del 2011. esta Sala Civil Especializada en Restitución d e Tierras, es c o m p e te n te p a ra d ic ta r la presente sentencia en la m e d id a en q u e fue re c o n o c id o opo sitor d e n tro d el proceso. * Í " i’ i ^ ^ • r ''r Problema Jurídico. |.
V;. f:; •.. * r. A í. I: i i... 0 Se d e b e resolver en prim ar lUjgJja'r,íi ■ S€; e n c u e n tra d e m o stra d a la c a lid a d de víctim a d e los solicitantes y 's u 'g ru p o fam iliar, su re la c ió n 'ju ríd ic a c o n el predio o b je lo de restitución, y si )os hechos expuestos se dieron d e n tro d el p e rio do •.v;j -C a:'v •..
I s'.. < C ó d ig o; F R T - 0 1 S V e r s ió n: 0 2 F e c tia; 5 0 -0 2 -2 0 1 5 P á g in a 9 d e 5 6 TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JUDICIAL DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN K5=STITUCÍ ON DE TIERRAS L MAGISTRADO DONENTE. MARTHA P. C/iMPO VALERO SENTENC IA No. _ Rad. 13214-31-21-001-2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 e s ta b le c id o por el artículo 75 de ley 1443 d e 2011: de igual form a se d e te rm in a rá la v ia b ilid a d d e los pretensiones form uladas en la solicitud de restitución d e tienras; y.-finalm ente, se analizaran lo:; argum entos expuestos por los opositores c o m o fu n d a m e n to d e su oposición. C on el fin d e solucionar aquellos presu pues i o s /e s to Sala a a n alizará: 1.
El c o n te x to d e v id e n c ia (general y especial); 2.- V e rific a c ió n d e la c a lid a d de víctim as de los solicitantes; 3. Estudio d e la re la ció n jurídica y m a te ria l d e las víctim as co n los predios solicitados. La le y 1448 de 2011 en el m a rco de Justicia Vrc ripíelo nal. La Ley 1448 d el 10 d e junio d e 2011, o ley d e V ictim a y R estitución d e Tierras, ha surgido c o m o uno de los m ecanism os d e la re p a ra c ió n integral de las víctim as del c o n flic to a rm a d o qu e sé ha vivido en C o lo m b ia per más d e 30 años y que ha d a d o lugar al a b a n d o n o y desp ojo d e tierras.
La ley tiene por o b je to 9, e sta b le ce r un co n ju n to d e m edid as judiciales, adm inistrativas, sociales y e co n ó m ica s, individuales.y colectivas en b e n e fic io de las víc/rírias, d e n tro de ún m a rc o d e ju sticia tran sido nol, q u e p e rm ita h a ce r posible el g o c e de sus derech os a la v e rd e d, justicia y la re p a ra c ió n co n garantías d e no rep e tició n. La restitución de tierras es uno de los principales co m p o n e n te s de la Ley 1448 d e 2011 y uno d e los pilares d e la polítíca pública, d=> re p a ra c ió n. C o n ella, el Estado expresa fo rm a lm e n te su vo lu n ta d d e restituir o co m p e n sa r a los d e sp oja dos y desplazados y e sta b le ce, a d e m á s d o un m o rc o institucional p ro p ic io pa ra tal e fe c to, un a serie d e co n ce p to s, obligaciones,- deberes y m anda tos precisos de tal m a n e ra q u e se g a ra n tic e el resarcim ient x A su vez, p a ra el trá m ite d e la A ccione s de Restitución la ley c o n te m p la un PROCEDIMIENTO DE RESTITUCION Y PROTECCION DE DFRECHOS DE TERCEROS'0, el cu a l consta de dos etapas, un a adm inistrativa qu e finaliza c o n la inscripción d e los predios frente a los cuales se solicita le restitución en el Registro d e Tierras P resuntam ente D espojadas y A b a n d o n a d a s Forzosa m onte, y la e ta p a ju dicial qu e inicia c o n la respectiva.solicitud, c o n fo rm e lo señaia los Arts. 32 y 83 d e la ley 1448 d e 2011, la c u a l d a paso al proceso cúe Restitución y íorm alízacíón de Tierras D espojadas o A b o n a d a s Forzosam ente el cu a l fue co nstituido por los s Articula 1« U*V 201: •n Ari 7 íi y ley Uá?, de 2011... •.
CoiMiir ¡!c l- i IstiH entora TRIBUNAL SUl ERIOR ÚBL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA ^ SALA CIVIL EISPECIAÚZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS: MAGISTRADA PONENTE. MARTH*) P, CAMPO VALERO.. SENTENCIA No. _ R cid. 132¿4-31 -21 -001 *2015*00093-00 kcid. Int. No. 2016-0079-02 principios d e la justicia tra rs ic io n a l y c o n e n fo q u e h a c ia los d e re ch o s hum anos, te n ie n d o c o m o fin a lid a d restituir-, jurídica y rn a te ria lm e n ie las tierras a las personas q u e las perd ie ro n.injusta m e nte d e b id o a q u e fueron víctim as de desp ojo o a b a n d o n o forzados1 p o r causa d el c o n flic to a rm a d o. La ley ha sido e x p e d id a é r r úrv rnarco d e justicia tránsído nal, qu e perm itió diseñar un trá m ite ju d ic ia l p a ra Id resiitúcíón d e d e re c h o s ’ e x p e d ito y sustentado en el a c o m p a ñ a m ie n to estatal a la vrcrim a, en el qu e so'incluyen presunciones legales, entre las m edid as favorables a ella.
Ese trá m ite se c o m p le m e n ta c o n la in c o rp o ra c ió n de otras m edid as resarcítorías y d e algunas más p a ra g aran tizar la no re p e tició n de los hechcs/.asf q o r^ o la p a rtic ip a c ió n a c tiv a de las víctim as. Así, las m edid as de restitución, en -contexto d e la Ley, se p ro p o n e n conso lidar el proceso p or el q u e se p re te n d e p ro p o rc io n a r el g o c e e fe c tiv o de derech os a las víctim as y por esta vía lograr la re c o n c ilia c ió n necesaria pe ra construir el c a m in o d e la paz.
D icho p a n o ra m a m uestra le im p o rta n c ia del. a lc a n c e d e la Ley. Los procesos de justicia trqnsicianal se han desa rro lla d o in te rn a c io n a lm e n te, en so ciedad es g o lp e a d a s por las v io la d o r es de d e re ch o s hum anos, las cuales han o rie n ta d o sus esfuerzos a restaurar el o rd e n p o lítico y social d e su poís, en pro de Ss-n •' i. • la pa z y la justicia.,. l, ¿ • *.
Esta justicia es una respuesta'-"ante, res violaciones m asivas a los derechos hum anos, y se c o m p o n e d e c u a tro elem entos básicos: la Justicia, la c u a l más allá d e sim pie retribución, supone <a co n s tru c c ió n d e escenarios form ales p a ra esclarecer la v e rd a d y p a ra ’deíinir las form as d e re p a ra c ió n.21 La verdad, c o m o ga ra n tía individual fu n d a m e n to !, c u e consiste en el lib re;a cce so d e la víctim a al c o n o c im ie n to d e los circur:{s fa n c íd i'd e tie m p o, m o d o jTfugar en q u e ocurrieron los hechos, las m otiva d o re s. cíe'.los-mismos, el destino d e !as personas en los, \*"" \.\'k.* '• casos d e desa p a rició n forzada o’ asesinatos. ^ La reparación, e n te n d id a c o m o la satisfacción m ate rial q ue eí Estado o' yí agresor está o b lig a d o a d a r a la víctim a de un d e lito o d e u na vío lc c ió n d e lo? d e re ch o s hum anos. Las garantías de no repetición c o m o a va l q u e;;e le preste a las víctim as y a lo s o c ie d a d d e q u e el crim en qu e se p e rp e tu ó no' volverá a ocurrir en el futuro.
D entro d el m a rco de los prbcesós tran acio nale s se re c o n o c e la p rio rid a d d e ios derech os d e las víctim as, ¿ orno-de rech os no n e g o cia b le s e Prenuncia bles, c o n fu n d a m e n to en la v e rd a d ’y jq justició (5ara la posterio r re p a ra c ió n. Es así c o m o en varios países se han visfó.grandes W u e rzo s p a ra d ar lugar;al re sta b le cim ie n to d e los derech os d e las víctim as y h preservación d e la m em o ria a c e rc a d e lo ocurrido ím em oria co le c tiv a ), d a n d o lugar a Com isiones d e la V e rd a d o d e Investigación. \ ■ ^ • C ó d ig o: F R T - 0 1 5 V e r s ió n: € 2.
F e c h a:. 1 0 - 0 2 - 2 0 1 5. v P á g in a 1 1 d e 5 6 i'f t f lt ír jo S itjH 'rttV TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO' J U D lC l/ L DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN FJESTVTUCiON D£ TIERRAS MAGISTRADO PONENTE. MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No... Rad. 13244-31 -21 -001-2015-00093-00 Rad. Int. No. 201 ó-007?-02 Para c o n c e b ir ios p re ce p to s q u e a fro n ta y p ro p o n e la justicia Ira n sicio nal, se d e b e partir del d e b a te d e su conceptualizac-íón, e l-c u a l d a rá los suficientes elem entos p a ra c o n tin u a r en el a b o rd a je d e sus m áxim as a la v e rd a d, justicia y re p a ra ció n, c o m o lo expresa RODRIGO UPRbVlNY y MARIA PAULA SAFFON11, quienes afirm an qu o la Justicia Transíciónal h a c e aquellos procesos tra d ic io n a le s m e d ia n te los cuales so lle v a r a c a b o tra nsform aciones radicales d e un o rd e n social y p o lítico d e te rm in a d o, q u e e n fre n ta n la n e ce sid a d de equ ilibrar las exigencias con tra p u e sta s d e pa;. y justicia.;
De h e ch o, p ar un la d o los procesos d e Justicia tra rsicío n a l se c a ra cte riza n p or im plicar en la m ayoría de los casos, en espe cial c u a n d o se tra ta d e transiciones de la guerra a la paz, n e g o c ia c io n e s políticas en tre los diferentes actores, tendientes a lograr acue rd os los suficie n te m e n te satisfactorios p a ra todas les partes co rn o pa ra que éstas d e c id a n a c e p ta r la transición. Pero por o tro la d o, los procesas d e Justicia Transición al se ven regidos por las exigencias Jurídicas d e justicia im puestas desde el p la n o in te rn a cio n a l, qu e se c o n c re ta n en el im p e ra tiv o d e individualizar y ca stig a r a las responsables de crím enes d e guerra y de lesa h u m a n id a d co m e tid o s en la e ta p a previa d e a transición. La justicio d e Transición, e n to n ce s se refiere a esos procesos in te rre la cio n a d o s d e e n ju icia m ie n to y rendición d e cuentas, difusión de la ve^dacJ, in dem nizaciones y refo rm a institucional q ue se p ro d u c e n a raíz d e co n flicto s d e gra n m a g n itu d, qu e co n trib u ye n al resta ble cim iento d e Ic.s re a c io n e s sociales a la rg o plazo, proceso qu e d e b e n corre sp o n d e r a los pedidos»disím iles en el c o n te x to d e v e rd a d, justicia y re p a ra c ió n en procura, d el re sta b le cim ie n to d e lo in stiiu cio n a lid a d d e m o c rá tic a q u e b ra n ta d ^ ' p o r conflictos violentos o por regím enes dictatoriales.
CONTEXTO DE VIOLENCIA VEREDA LAZARO, SECTOR LA CAÑANADA, CORREGIMIENTO DE MACAYEPO - MUNICIPIO DE EL CARMEN DE BOLIVAR - DEPARTAMENTO DE BOLIVAR. C o n el fin d e d e te rm in a r el c o n te x to do vio le n cia enco n tra m o s q ue el predio solicitad o en restitución d e n o m in a d o “ Villa Elen.q - Las M e rce d e s1', se e n cu e n tra u b ic a d o en el M unicipio d e El C a rm en Bolívar/ C orregim iento de M a c a y e p o, V e re d a L a za ro n ’ 1 I stá n d a re s Ir tc r n ocio n a !c s y p r o c c ib i-d c ' ?¡j¿ e n C o lo m bia.
U p ri m ny R oii rig o.y 5 -rfton M < y iíi po il o. u ht: n: / /,.v w.v.-..rrft /i'g ’/i-,rifi:P fit/d.n n /!:n d n /'ic n;f:rn p rifc./r?o iiT.tr-i7 C O I A"10 P ^ s in;1 F> < w t t t i * XVJi‘.'rh }r TRIBUNAL SUPERIOR fe€L DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA V á SALA C IV IL ESPECIA'!JZADA EN RESTITUCION ÜE TIERRAS MAG-STRADA PONENTE.
MARTHÁ P. CAMPO VALERO SE*:TÉNCIA No- _ Rad. 13244-31-21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 Descripción física del Municipio de El Ctirm en de Bolívar: El M unicipio d e El C a rm e n d e Bolívar está co m p u e sto por los siguientes corregim ientos, y sus re s p e c tiv a veredas: ‘ •. V ' - f y ‘ ■: • "Corregimiento de Car acó í Grande, sh.JOdc a 15 Km. de disrcncia. Integrcdo por los veredas y caseríos La Cor seno, Ojo Sfckc.
E: Ojito, Camaroncito. ^1 Cace. La Zana, Hondible, El Algodón, y Lazcro. Corregimiento de Macayep ^¡.35 Krn. a¡ Oeste de la cabecero. Inte gracia por os caso: os y vereaas Lirrór, Jofár. Joio^cítp'.la erra. El C:elo, Fl Orejero,.yj&jnsv’ip. Berruga, Cemro. i r-. -i. *'-íí t>í ¿.li. > Alegre, be:/ygui:a, H Aguacate. tñ & i Corregimiento ce Bajo Graride.^iS’^ r;
V suroeste de lo cabecera. Inlegrado por Sarta Lucía, RaizaK I.c Pila, Pozo O,curo, La Ffe.a y Carocolícíto. Corregimiento de San Carlos' Integrado por bl bajito, Buenavislaiierra Grata, Le Victoria, Cl Alférez, Guamita y bl Sapo - Corregimiento El I lobo. IntOfKcdc por Güdimito, Mabinga, Turqufa. Sabareta y La Puente. Coiregmenlo El Salado, a ^2-5,Km.;a’ Süresté de Corrrer.. nene 'os siguiente?;; caseríos y vereoas;
Jacirlo, Tacaloa.:^|.v^ígwe!^. A';enas del Sur, Mata cobo lio. ti Reformo, E' Umbral y La EsIrelia. <. f.- t \ ' ' ' Corrogimionlo do San Isiaro' a 23'Km. ál Nór Desre del Carmen, coh’los caseríos y veredas de Gua manga, Mamón dc^Mdría, Ro.'riuokJo. Pasa Corrie na o. Camarón, Coño Solada, Arroyo leja. I as1 ajas y Las Lr;jitas. "ambién figura cl Caregimieríjale Jesús del Monte, cerca de.
Ja; Cié naga del mismo nombre y con las agregaciones do ’tfato Nuevo. fvtandalú. E[.Bonga., Apuro, Piedras Blancas, Las vacas y Molañérro.-,Jamaién exsten oirás verecas y caseríos como son: Cclsorcilo, El Bledo. Piedra'Azul, Le C<*¿ta, ti Ceibcl. l.o Negra. San Martín, El Encarto, Kebi/i/cfo y Les Andes • « -y,; * El tra b a jo "D iagnostico D eparta m en tal* Bolívar realizado por ACNUR14 señala que: " el desorrello de la conFro/.itadón armado en Bolívar ha es la do determinado en gran mediaa por lo presencia y consolidación d-í los grupos guerrilleros en e' departamento desde los óchenla [Fcrc, ELhí y ERPJ - las primeras más en lo zona norte y ccnlrc.
ELN y el ERP más hccia cl sur del d^par'tamerto>— ty lo incursión ce grwpos de autodefensa a fínafes de los noventa. ¡ 'v ^.y:... 1 i j, • ' Él ELN, la guer'lla más activé en el departamento hacía 1997/rüoóa mediados de los años sesenta en una zora que Compré ri íefpa.-le de 'os de pe comentos de Sartander. Amícqüa, el sor de Bo'ívar y^el sur de CesCr/Sa crecimiento inic'.alfue muy lento a pesar 11 Ibidem v J,< C a n s i j'ta do el 2 0 d e;U n io d o 2 D.1í> « r W W V 'fr.a en i ir. o r ^ / + í/ u p! OdC.$f m e d io / 1C 0 1 -2 i f¡6. prit..,.... >. • s - k j;. ’ O m c jo <Se ¡a In d ic n tu ra TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA C i SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN f*J:STITUC[ON DE TIERRAS MAGISTRADO PONENTE.
MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31-21 -001-2015-00093-00. Rad. Int. No. 2016-0079-02 de qLe desde 1972 incjrsionó con gran fo-lalc-a en el sur de B: livor. específicamente en el mynicip'o de San Pab)o. En el transcurso de la década ce ¡os ochenta y parte cié los noventa registró una expansión de sus frerres. bó:ada en la eícíorson y el secuestro y se consolidó com o un actor ccmral con domirirq político y soco4, irradiando su influencia a lo largo del Magdalena medio.
Por su parteé los /a re, que adqjicrcn o partir de 1990 el mayor p'otagonismo armado. íneursionaror?; en la región desde principios de los ochenta ío/roleciendo pauleIinam ena su presencio y ejerc'endc jun-o con el ELN uno fuerte presión sobre les comunidades.. ?n cuanto e los grupos-.de cwodefcnsc, si bien sus.inicies se remontan hacía mediacos de los ochenta, estes estructuras sufrieron cambios r.^uy importantes e incrementaron su accionar y su presencia hasta mediados de le década de los nevema. especialmente en el sur de Bolívar.
Desde la crección de los AL C sr 1997, este orgcn'zación entró o disputar el dom ina lerrilorial que- ejercían los - grupas subversivos, legrardo un importante cocim iento y consolidación de su presenció, Es a pedir de esc eñe que so empieza a producir lo ¡ncu.'sión de esta agrupe c'.án en les coseos urbanos ce Santo Rosa del Sur, Sen Pablo.
Simití. Canta<jallo y rales (Magdalena medie) y Altos del Rosal o y Ríe Vieja en las L.cbos y Man'eci'isto en l/ j Mojona. El ovonce de las AUC en Iré I9yy y ?üüi se produce.er medio de una gran ogitación social por las cretestcs origine das en clgunos secta-"es de lo pool ación del sur de Bolívcr en contra de lo creación de une zora desrrjlrarizadc para realizo.' una convención entre el Gobierne, la socieded civil y el E_N. ' I as Farc t’enen presencie active principal m onto. -hacía ei: norte y el sur del deporta mentó. En el narre, se localizo el frente 37 henkos Bionó. al mando de alias Martn Cabalero, perteneciente a¡ beque Caribe que actúa a través de cuatro estructuras ermadas: la compañía móvil Ped-o Góngora Chcmerro: lo compañía Che Guevara: le compeñio Pafenque que ha a d u n d o cr"1 c-l sector ro este del municipio de fl Germen de Bolívar, especialmeme en El.Sala-:Jo, s i los mun'eípios de Zambrano y Córdoba c’onde su función principal he sido o. consecución de medios de finenc'am ierto y recelam iento; les Tuerzcs Cí pecio bs Urlicad’Ccjibe, que cumple con labores de inleliaencia y aloques c bases, b ’jídllv.nes y puestos de peicia. Este estructura se mueve entre los municipios de Can neg:le Bolívar* Sar Jacinta, varia Lo Baje, San Juan de Nepomuceno, El Guarno. MohaieS: Calamar, Zambrano y Córdoba.
Cn el sur. so encuentra el frente 24 Héroes y.V.crtires de Sania Rosa, pe.'lenecienle al b‘oque Magdalena Medio, que I.'adición a! n o nt he actuado en Simití. Mere les. Sen Pabo, Ccntagallo, Sonta Rosa y Montecristo ÍLo. Mojana). A1'te la mayor presión del Ejérciio y ef ovence de las aulodefensoü, esta estructura armada se replegó hacía la Serranía de Son ! ucas y el Vaíle del rio C rn ita ia en ¡urisoicción Cf. los municipios de Sen Pablo y Cantaaallo.
No ebsíante la pérdida de protagonismo a m a d o del frente 24 en les Olimos enes, este estructura es lo que c u e ^ a.c o n mavores oosibilidades de expansión, si se tiene eo cuenle que el ELN, tradídoool.mente muy fuerte en esta región, ha sido deoiitado por la Fuerza Públ'ca, as’ c o m c'p ó r' la oCCÍón de los grupos de autodefensa contra k u s redas de apoyo. • hl hLN ha registrado actividad armada en la zona cel M agdclera Medio y en el norte de! departamento.
En este Cltlmd zora, se localiza €-1 frente Jaime Báteman Cayén pertenecier.le al Frenle de Guerra Norte, con n¡\.enca.en Iqs rr-unic'pios de San Jucn de Ngpomucsne, San. Jacinto y Fl Ccrmen de Bo-ycr ¡areas generales ce la Cuchilla de Huarranga, Lorra CeñtraV-.V.ula, Me man y La- Cipir-¡oiíaj.' Hacia el su:, han tenido l C'Mwjí: Superior r6¡ TRIBUNAL SU1 £RlOR t ÉL DISTRÍTO JUDICIAL DE CARTAGENA SALA C IV IL fíSPECIA! IZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS ^ MAG ESTRADA PONENTE, MÁRTH*i P. CAMPO VALERO SE'VTENCíA No. Rad. 13244-31 -21 -001 *2015-00093-00 Rad.
Int. No. 201 ¿-0079-02 presencia los frentes pertenecientes a; Áfs.*o Darío de 0esús Rcrvrez: Castre: el frente Héroes y Márf'res de Sema Rosa, que ha desarrollcdc su aclividad a m a c a en San Pablo, Santa 3 osa. Sírn'tí y Me'des; el José So ano Sepúlveda con área de accon en Arenal, Morales, Similí. San M artirice VbtíO; B arcnca de Lcbc, Regidor y Riovíejc [Les Labes); el Altreco Gómez Quíñfcrfeíi don acliv'dad en fiquisic y Achí (La Maja na); d A rflka r G rima des 8a ró n, can centró do ¿sedón en C a nt ag al lo -: ■ • ■ • • fl Ejército Revolucicnar'o del Pueblo TE*-'*: tjv o óresencia en el cerrro de Bolíva\ a Iravés de la com paña Jaicc" J'méneí y:u árec de acción ce respondía cl municipio de Ca'T en ce Bolívar, Una característica sobresalí 3 rro ’ de -la confrontación arrnaca'desdé" 1997 ha sido la elevado frecuencia de los ení/^énía¿- íténtos protagarfadas par Vas-gíü o'til les y los grupes de autodefensa.
A pertir e eslé?*nr;menre, las au:acefensas se- traza/en emre sus principales objetivos: recui'era/íts k t ^ M e baje presión de la-guerrilla mediante $l entrentarnien:a directo cor, -os grupo*..•ubversivos; extender su presencia hccía las zones ir'Uenciadas par le cuerr'-lla. bascando el a paya económica ca las actividades rurales mes d';náTiicas y copiar el apoyo de les secle-es sociales':’ Es así ccm e su eje de expansión se dio desdi? 3aran caber moja. on Santardor, a pertir do 1999.
Ese misma eñe se registraba presencie e r Santa Rosa y en el casco urbaro de Sirnirí, mlentrcs. desde Magangue incursionnior en'?fqjisio/Acbí, Piníllos y Altes col «osario. a partir de 1999, se produce una' seguieíllc de/, asesínales, masecres, desapariciones, cesplazarn¡entes y tc,iuras, así como entréntbmientos en:as zenes rurcles.
Cn la rrarja cel territcio que ss ^e ió rp a. a.o large de las estribocionés orientales de la Serranía de Sor Lucas, desde-Con toga! lo en el sur y hcstc‘ Arena: en el nerte, la com petencia armada entj<r los ociares irregulares por la supremacía; quebró la unidad eolítico adrninis-rativa da leí; m unicipal y subordine les organizaciones comunitarios, los gobiernos locales y las aaivdcáe s de 'os por ti das polacos o les d e c is ^ e s de los Qfupas armados dominantes e r cada localidad.
En es le sentieo, San Poblo, Simrí, Santa Rosa y Carragallo fueron municipios que se encontraban dVididcs por ios grupos irregdcres, de una porte el bloque CenaraI Bolívar BCBj controla la zena plana, rri eneras quo al fcLN y les Farc tuvieran que r$ple^dr$Vhudo $1 piedememe y la zona e lla de lo Serranía. De otro lado Morales, Ríovlejo y Arenéí'^Sñ zones donde la prepone erando de la guerrilla he venido decayendo, ten i-e nea yerV cbí-nlc que el BCB ejerció'd¿minio en los cascos urbe nos. su periferia y la vei>a del ríe,V¡á£ Galena, a trevós c'a:os'frontes Com ba fien res de la Se ranía de San lucas, Vencederos uel Sur y I iberia dores del Río Magdalena.( J En el centro y nerte del cep arte mentó, les AUC nadan p "esencia c travos de la esírucura Rito Armonio Ccfioa o Héroes de les M cires de Moría, 'perteneciente a bíoque Nene de las Autodefensas.
La actividad de ss’ é grupo armado fue particularmente elevado a'partir de 1993, ".cuando porootré algunas de los moscc:res más sargrientas que haya; p re n d a d o - e oais como las de El Sa'ado 11997-2000). Tolúviejo í 19991. Chengue (2C02), Píchlh, Cyejas (2002* y M acayepe (2002). En Montes de María. pese a la inronsc disputa librqóü en los úIIirnos años^ la guerrille ha logrado permanecer en la ¿ene mgnfcñbsa'de dK’ícil cccesc. mientras que les autodefensas eredominaban en los cosc:c's urbanos..-.” -' • Cr/fíi\'Jo Snpcri(>r uV la J u d ic o iO M íín ¡áJttdlt:omtu TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JUDICIA L DE CARTAGENA S G C SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN rtlíSTITUC^ON DE TIERRAS ' 1 D MAGISTRADO PONENTE.
MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENC IA No.. Rad. 132 44-31 -21-001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 De a c u e rd o con la resolución No. 01 d e fe c h a 3 d e o c tu b re d e 2008 5, en su N um eral 8° qu e expresa que, la situación d e v io le n c a qu e ha p a d e c id o la región del M ontes d e M aría, en hechos iniciados en el añ o 1997, y agudizados entre los años 1999 a 2002, c o n la disputa territorial entre los grupos arm a dos al m a rg e n de la ley han p ro v o c a d o d e sp la za m ie n to fo rza do y a te n ta d o s contra los bienes patrim oniales d e la p o b la c ió n. De ig u a l te rm a d e a c u e rd o a lo e s ta b le c íc o en las Leyes 387 d e 1997, 1152 d e 2007 y el d e c re to 250 d e 2005, el c o m ité D e p a rta m e n ta l d e A te n c ió n Integral a la p o b la c ió n D esplazada d e Bolívar es c o m p e te n te p a ra d e c la ra r la in m inencia d e riesgo de desp laza m iento y su o cu rre n cia en el áre a d e su jurisdicción. ^ ’ Según el estudio de S eguridad H um ana, P revención <2e C onflictos y Paz,1* el d e p a rta m e n to d e Bolívar ha sido un escenario de c o n flic to a rm a d o, lo q u e ha m in a d o la vid a co m u n ita ria e in dividual d e los p o b la d o re s de este d e p a rta m e n to.
El c o n flic to a rm a d o en Bolívar tie n e distintos in terpretacio nes y m atices, una reseña in tro d u cto ria a c e rc a del c o n te x to es el surgim iento y desarrollo d e los grupos guerrilleros, d e n tro d e los cuales encontramos» el ELN, éste según el Ira b a jo de Justicia R eparativa y D esplazam iento F o rza d o -D in á m ica s Regionales del C o n flicto y D esplazam iento Forzado en Bolívar-,17 com ien za su expansión entre 1962 y 1973 y-, d e fin e su plan político en térm inos d e uno guerrilla d e izquierda, foquísta y d e liberación n a cio ria; qu e c o la b o ra co n el p u e b lo y sostiene representar a un a C o lo m b ia p o b re y excluid a. En los años 80 el ELN c re c ió m ilitarm ente, se centralizó en p o lítica finan ciera e id e o ló g ic a, tra to de vincularse a procesos com unitarios d e p o b la c io n e s del país, y su a c c io n a r militar en olivar se orientó h a cía el sur del D e p a rta m e n to.15 O tro g ru p o a rm a d o presente en el D e p a rta m e n to d e Bolívar, son las FARC, esto se co n vie rte en un a guerrilla en expansión, ofensiva, c o n objetives políticos d e to m a del p o d e r, cre cie ro n frentes guerrillero, se fo rta le c ió el a p a ra te m ilitar sobre el fu e g o. Entre 1998 y 2004 las FARC, se m a n tie n e n activos en sus a ccio n e s insurgentes en norte y sur d e Bolívar, en ef n c rie se e n cu e n tre el frente 37 Benkos Biohó, perte n e cie n te s al b lo q u e C aribe, q,ue se dese nvuelve por ^ e s c ljc ió n 0 1 d e fa c h a 0 3 d e o c tu b r e d e 2 0 0 3 G r íb e r n a d ó r d e B o lívar. •v' M í t w i;
Fror,cisca Rojos Aroveno - Mavfioa Concho:7 Obre "Justicio Reparativa y Despiezo míe c.to Forzado Dinámicas fíegionai-?s de! Conflicto y e! Oasplozomientc fenodo er, üoüvcn Eitvti>o o'c Coso cíe h svbregiófí Montes de M oric" Aurores: Sandro Jiménez Occ np,\ Lrdis Maneto 's’ílalcbas, Gisslle Serrcno Sotrera V Rada Vcncgas Ií/c/uc 14 bidern •’ •:. v ' -/ TRIBUNAL SUPERIOR D^L DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA C ¡ / 7 ^ SALA C IV IL ESPECIAL2ZAOA EN RESTITUCION! DE TIERRAS MAG33TRADA PONENTE.
Í S S S S ' M A R TH / P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31 -21 -001 -2015-00093-0D Rad. Int. No. 2016-0079-02 m e d io d e c u a tro grupos arm ados: C o m p a ñ ía C im arrones, c o m p a ñ ía m óvil Pedro G ó n g o ra C ham orro, la 'c o m p a ñ ía c h e G u e va ra y la c o m p a ñ ía P alenque.19 •."%.i. Á- > ' V 'i Jí.’-Í En el c o n te x to defin itivo d o n d e $ - e n m a rc a la Z o n a 'S a ja 'd e El C a rm e n d e Bolívar, se p o n e d e presenle q ue: de rpfaza miento de (a población de B Carmen de Bolívar Ujvo su pico en el año 2000 con ?.1.4:>3 en el que salieron exouísadas a fa cabecera municipal y a las principales capitales cíe la Costa Atlántica, la mayoría de fas familias afectadas enfrentaron o p a n r de estos hechos ana crisis general de subsistencia y un proceso aceíerado empobrecirhfeñfo que en muchos casós^hó^conducida a diversas situaciones de vulnerabilidad y d&^órtfxjde/am iento, tn el cas&d&iá población de la zona baja, esta condición de crisis io*> e m p ic o ~eder a transacciones económicas como las aquí descritas que menoscaban ei 'pSlfíinór/o familiar de manéro’ ' irreversible y con las im p tic a don es de Jorgo pjozo", ^ ': 'f- La DEFENSORlA DELEGADA ^ARA LA EVAl UACIÓN DEL RIESGO DE LA POBLACIÓN CIVIL C O M O CONSECUENCIA DEL CONFLICTO AR M ADO, em itió d u ra n te los años 2003 al 2012, inform es d o riesgos.e n,e l M unicipio de El C a rm e n d e Bolívar (Bolívar), q u e dieron c u e n ta /'d e h escenario d e riesgo la te n te en q u e se e n c o n tra b a la p o b la c ió n civil d e -éste m unicipio, así en e( INFORME Db RIESGO No. 034-05 de fe c h a A gosto Ü4 dé;zOÓ5 in dicó: í *L?;: ■ftv ".,„sí, en e) municipio de* El Carmen ríe Bolívar, se evidencian cuatro situaciones ae riesgo para la poblacón civil. 1; ti a-aplazo míen lo forzado; según el SUR de lo Red de Solidaridad Socicl. la lasa de expulsión paro el 2004 fue'de 2030 personas por cada ICO mil h abitón íes, y hasva el 23 do mayo de 20Ctó se'han desplanado a) menos S O ? ho Pifantes: 2):EÍus£>,4c- o í te lacios explosivos V miñas antipersona por porte de los organizaciones, guerrilleras, particularmente de las FARC, para contener las acciones ofensivas 'd * lo Fuerza Pública y que afectan a los l S ►. » t: ■ y. habitan tes de la regió iV según.el • Observatorio de Minas A ni i personal del Programa presidencial d v DDHH y D¡fí, entre 1990 y el i de julio de 2005, se han presenlado en el muñíapio 104 eventos por MAP/MlíSt entre accidentes e incidentes, todos en su iohá rural:- 3) La violencia retcdtalivtf- 'e presentada en amenazas, ordenes perentorias para q;je campesinos y colonos abandonen sus parce los. y asesinatos selectivos- (en Jo -.que va corrido del año se han registrado 11 asesinatos] en contra dé\ hábil antes-Kie la zona rural qué son señalados como informantes del ejército o que se han nsgado a prestarles apoyo logística; y 41 la realización Ce retenes ilegales y Iqs ¿redacciones o la circulación de vehículos y mofociclelas, en )as principales va;¿ eje acceso hacia otros municipios de Los Montes de María y désde. ia cebe-era urbana del municipio hacia sus corregimientos.
Este panorama es á afectando particularmente a los habitantes;vlWd<*m. 7n V e r fo lio / 4 <lcl e x p e d ie n te TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA SALA C IV ÍL ESPECIALIZADA EN ÍIIESTITUC?ON DE TIERRAS S MAGÍSTRADA PONENTE. MARTHA P, CAMPO VALERO SENTENCIA «o. _ Rad. 13244-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2010-0079-02 de los corregimientos cíe San te Domingo de Meso, El 5 a a do.
Macayepo, Bajo Grande, San Carlos, Raizal. Jesús del Monte y;Hoto Nuovo y a los pebtadore.s da la zona conocida corno La Cansona " El inform e del C entro N a cio n a l de. M em o ria H iskrica re la ta que: “ Rodrigo Mercado Pelufo, alias Cadena, comandante paramiiilar, es oriundo de Jo 7ona de Macayepo, dirigió el frente "Montes de Mena", más farde Jransformado en bloque "Héroes Montes de Masía'' que \>pcró en el centro y ñor fe óel departatúcnlo de Suero, causante ae as más conocidas masacres y desplazamientos de Ja región21. ■ • Asirn srno, se conoció de la existencia de otra reunión, celebrada con idénticos propósitos, lo cual se llevó o cabo entre IV97 y 1 Wó en él restaurante "Carbón de Palo" de Sinceícjo, con la asistencia del ganadero Joaquín García. Salvador Arana Sus.
Miguel Navarro y Ángel Danie: Villarreal Ba rogón, ex Alcalde y Alcalde en ejercicio del municipio de Sucre (Sucre), respectivamente, y varios jefes para mi lita res de la región de I a Mojar a. entre ellcs Édcr Padrazo Peña, alias Ramón Mojana, escenario en ol cual se acordó que e¡ grupo de este úlíimc operaría en la jurisdicción territorial da los rnun'cipios sucrorlos de Guarando, Majogual y Sucre, entre otros, que conforman >as provincias de La Mojona y San Marcos, al sur del de paríame rito.
Según contó Jaro Castíllc: Peralta, alias Pitirri” M asacre d e M acay ep o [9-17 de octubre d e 2000). Las m asacres llevados a c a b c en los M ontes de -Moría y espe cial la su ce d id a en el C o rre g im ie n to d e M a c a y e p o, fueron p o rte d e un proceso ju d ic ia l (C orle Suprem a d e Justicia, proceso c o n ra d ic a d o rio.32305.
M asacre d e M a c a y e p o c o n tra A lvaro Alfonso G a rcía Rom ero) en eS c u a l se in d icó y fue d e te rm in a d o, entre otros aspectos, lo siguiente: Entre ei 9 y 10 de octubre la hopa irregular hr¿e presen era en "La Palma". Para el I ? pe/moneció en “La Palma" y oirc- gtupo arribó a “ El Aigodór?". 0 13 de octubre ingresan a "Los Deseos" J4 y ISsiQuicnícs auevamcnlc se registran com ba i es en La Palma", "El Flora)'' y "Los Deseos", con vn salde de anee pobladores asesinados. - Fn Jas mismas fechas -i4 y J5 de octubre:ie 2000- los armados ¡legales también ¡nc'jfsionuran en 'EJ Limón".
Los pobladores de ese sector Informaron cómo eJ paso de las A.UC aejó tres de sus habitantes muertes.^.. - También ei 15 del mismo mes y año, se do cuerno de la presencia A UC en 'Macayepo", corregimic-nto en e?J cuaJse verificó un homicidio más. C o rtn íu p r o ir o rio J u s tír.i.\ |ioiftní'.ft3 2 fií>.S. 'r'Sg;.. 4 ft. rir: M.ir.iy n p t ‘iti i.ily.ir n A lio n a n C.ir íí.i H o m o ro. i'jttrn'jo < k tu J iíiO iU lU '-l Cort$((t/ Superior ífc !a JMÍkiuutu TRIBUNAL SUPERIOR ÜHL DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA SALA C IV IL £ 5 PE Cl A l IZA DA EN RESTITUCION l>E TIERRAS MAGiSTRADA PONENTE:.
MARTHA P. CAMPO VALERO SES ÍTENCIA NO, _ Rad. 13244-31 -27 -001 -2015-00093-00 R a d Int. No. 20T 6-0079-02 Fina/mente, ei ) 6 y t/ de-octubre do 7.000 los AUC Negaron e hicieron preso ocio en “EIFioro?-7-"..:' ■,v. • "(..) Agrega cl Fiscal, ios mganüqcioríés. poro;nifi lares eran dinámicos y sus miembros a veces obedecían a intereses particu[aieCpefo r o iaderon corno un fc/dmor popular de defensa ar)fe los crímenes de lo guerrilla - como le pregona Diego Vecino- Ei respalde que desde ¡os alias esferas de ía o iilic a nocional se pació poro la nuevo alianza criminal estovo o cargo dc.de ei Congreso Nocional del entonces senador ALVARO GARCIA fíOhA FRO, y a niveJ depqc,torrier\ta¡ en Sucre de! boy condenado ex Representante a la Cámaro Eric Monis Toboada^ 1' • Jp.'--i. v # ¿ •' ' i * / '’- • 1 ’ JT n efede, aunque eso lor)C pqrámi¡i\ar fue difundida cr lo opinión público como "masacre de M acayepo", d? acuerdo con ¡as investigaciones penat y disciplinaria odeíonladas por io FiscaJía y P.'ocuradurio, (raídos ol proceso ccm c pruePo Irosladoda, se tiene claramente documentado que ía misma no sólo comprendió aqueJ corregimienlo, sino odemós les de Lo Palma. í i f.imóo, H Floroi y Conos Frías, enlre oíros, lugares a donde llegaron distintos contingentes de> grupo paramilítar que avanzaba hacia la parle alta d& los Montes de Mario2'- ” Los elem entos d e contexto*que-.se reseñan perm iten co n clu ir qu e p a ra la é p o c a q u e afirm an los solicitan!es -tuvieron lugar los hechos víctím ízarites, grupos guerrilleros ejercían influenbia/y; eo¡ht;o!, en el m unicipio, •corre gim ie nto y ve re d a en los q u e se refiere qu e aquelfos.se produ jeron.. ?: ” ■ La calidad de victima.
En los térm inos d e la Ley 14r43-de 2G11, victim a es cu a lq u ie r person a qu e hubiera sufrido un d a ñ o, c o m o - c o n s e c u e n c ia d e violaciones d e las norm as internacionales d e D erechos Hum anos o del D e rech o in te rn a cio n a l H um anitario, r ’ * * * •. < ’ en el m a rc o d e c o n flic to a'T nqdp,.;ilqs vicia cio n e s a q u e se h a c e refe ren cia, se refieren a los crím enes in te m a o o n 'á V s, c o m o a se sin a to,'d e s a p a ric ió n forzada, tortura, lesiones físicas perm anen tes o transitorias com etidas, c o n tra la p o b la c ió n civil, re c lu ta m ie n to fo rz a d o -d e m enores, delitos c o n tra Ja in te g rid a d o liberta d sexual y el desp laza m iento forzado. r Ib id e n. Pag. 7 3.
Es in te r e s a n te c ó m o esta s c n t f ín d ^ r ^ S t t.p '^ c o r r u p t o d p E M P R E S A C R IM IN A L, ríe! O p r.ío r H s c to r O lá s o lo. r u a n d o d ¡c r. « R e fle x io n e s s o b re la d o c trin a d e la e m p re s a c r iir iin a l c o m u ji »»n d r’te r.h o p s n a í in te r n a c io n a l», 3 < u re lo p a, In rire ? -n e v 's tg p 3ra e An.il'isis d u l D c ru c h o, U rt'v C 's id o d í’ O rn p u u F -o b ra ^ u lit/jd c r^ J Ü ?:, qüiC ti O r iv ic 'lc o u u lo p rh riC 'a ju r is p r iK lO r K tfd c !íi C u 'lC P u ñ a l In te r n a c io n a l e n los ra so s L U B A N G A -K A T A W G A y ^ J G U D J O L O, el arl^cu p 2 ^,(3 ) d e E s ía '.u.a d e R u rn a (E R ): (') R c u g e la te e r ia d e ld a m in io d e l h * c h o c o n -,o c r ite r io básir.n c e d is tin c ió n e n tr e a u to ría y p a rtic ip a c ió n: y (ii) f.o n f (?ur 1 líí'fo r m a d * r“ '.pons..ihi|rdñr: 'm i ¡v id u al fiu e p o rc c c C is rrn e jo ríC 0 ¡Cl d o c lr h a d e lo c m p rc s o C a m in a l C tinjurtlO I L W ' du los rcC O tfilíiS i \ a r l. 2 5 d e l LK (a q u e lla p re v is ta un C-l p d r /a ío < 3 l(d ) d e l a r l. 2 5 d d ER) c o m o L n » fo rm a re s id u a l c e c o m p lic id a d. V ía s e i a m b i é r. S U V A: JA 6 A C IG A L U P O SAG GESE, La re s p o n s a b ilid a d p e n a l d e las p e rs o n a s juníilicof, Uorcelcno, Ldircrfo líos ch, 199$, o v «. ” C o rte S L p ^ m B d e Justic:R, p ro c e s a 3 2 f? 0 3.
Pags. 3,>1 y 5. S e n te n c ia c o n tra A lv s ro A lfo n s o fia r c ia R o m e ro. "Pte '/l \ Código: FRT - 015 V&rfeión:f 2 Fecíiac' 10-02-2015 )■ \ •-;> •. iv.ro. \ m ) í {. Sn/tfíívf t!f til.U trtlsaauu TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO J U D IC I/ L DE CARTAGENA SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS MAGISTRADO PGNEKTE.
MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. Rad. 132.14-31-21-001 -2015-00093-00 ■ Rad. Inh No. 2016-0079-02 C u a n d o se h a b la d e m a rc o d e c o n flic to a rm a d o, se e n tie n d e q u e la v ic tim iz a d ó n ocurrió en el m a rc o del c o n flic ó a rm o d o interno q u e atravieso el país, siendo responsables del h e ch o los m iem bros d é grupos arm a dos al m arg en d e lo ley, pero ta m b ié n p u e d e n ser hechos vicfim izantes com etido s por m iem bros d e la fuerzo p ú b lica, siem pre q u e.se c o m e ta en el m a ic o d e la c o n fro n ta c ió n a rm a d a c o n Ira integ ra nte s d e lo o o b la c ió n civil.
Tam bién se consideran víctim as a los m iem bros d e la fam ilia d ire c ta o personas a c a rg o d e ésta, y -a las q u e lo asisten e im p id e n q ue se p rodu zcan otras violaciones, y qu e h a ya n sufrido daños físicos, m entales o eco n ó m ico s. La c o n d ic ió n d e vic tim o no d e p e n d e d e q u s se h a y a id e n tific a d o, c a p tu ra d o, e n ju ic ia d o o c o n d e n a d o al a u to r d e la vio la ció n y, es in d e p e n d íe n te d e to d a re la ció n q ue p u e d a existir o h a ya existido en tre éstos.
El 29 de n o vie m b re de 1935, la A sa m blea G e n e ra !-d e la ONU a d o p tó la “'D e c la ra c ió n sobre /os Principios fu n d a m e n ta le s d e Ju s íitia p a ra /as víctim as de delitos y d e! abu so d e p o d e r", te xto q u e e s p e c ific a y precisa quiénes p u e d e n ser considerados c o m o víctim as d e violaciones graves a los derech os hum anos: SGC,:í.
Se entenderá por 'Víc toros" tos personas que, ir dividual o colsc'ivomenle, na yon svtñdo dañes, inclusive Jejenes- i ¡sicas o 'nenícjJev sufrimiento emocionoi pérdida financiera o menoscabo susterncfaJ de ios derechos fundamentaos, como consecuencia de acciones u om^-íones que vio Jen Jo legislación pene-i vrgen'e en.'oí Estada Miembros, inciuido íc? que proscrito eí pbuso de poder. 2.
Pedro considerarse \ír.i\rr\a' a uno persono, 'con ámegjo'a ja presente Declaración, independientemente de que se identifique, aprehenda, enjuicie o condene ai perpetrador c independientemente de la relación* 'familiar entre e\ perpetrador y la victima. En Ja expresión "vía fimo" se incluye además, sJ cava, a /as familiares a personas o cargo que tengan reíac/ón inmediaro can ¡a vhtima dilecta' y a J as personas que i.oyan sufrido daños ai intervenir para asistir a Ja v-ertna en pelkya o pora prevenir io victimizadón, 3.
Las disposiciones de ia presente Declaración serón aplicablez a lodos las personas sin distinción alguno, ye, sea de raza, color, sexo, edad, idioma, religión, nacionalidad, opinión política o de otra índole, creencias o prác ticas culturaos, situoción económica, nacimiento o situación fam.fcr. origen é*nico o social a impedimento f/sico." M ás re c ie n te m e n te, m e d ia n te Resolución 60/147 de la A sa m blea G eneral d e la ONU, a d o p ta d a el 16 d e d ic ie m b re d e 2005;. se a c o g ie ro n los "Principios y d irectrices básicos sobre eí d e re c h o d e las víctim as de violaciones m anifiestas de las norm as in terna ciona les d e derech os hum anos y d a violaciones graves del d e re c h o in te rn a c io n a l bu,m onitorio a ■ in te rp o n e r recursos y o b te n e r r e p a r a c io n e s En d ic h o texto, se d e fin e a la v ic tim a en los siguientes térm inos: TRIBUNAL SUPERIOR Ü £L DISTRITO JU D IO fA t DE CARTAGENA é SALA C IV IL ESP^C IA tiZA D A EN RESTITUCION CIE TIERRAS ^ M A S ^TR A D A PONENTE., MARTH¿ P. CAMPO VALESIO SEÍiTEN C lA No- _ Rad. 13244-31-21-001 -2015-00093-00 Rad.
Int. No. 201 ¿ 0079-02 "6. A ios efectos del presente cfocvmsnto, se entenderá por victime a toda persona que hayo sufrido dóños; indivi'duai o colectivamente, incluidas iesiones físicos o mentales, sutrirr'eht&wvooienal, pérdidas económicas o menoscabo sustancia) de sus derechos kih d ó rié n toles, como consecuencia- de acciones u omisiones que constiluyah üfiú'Moloc;ón maniíiesla de las nort/kiS inl emociona fes de derechos humanos o una violación grave del derecho internacional humanitario.
Cuando co.responde, y e.■ ccnfofniídaci con ei derecho interne, el termino “víctima" también comprenderá a )a familia inmediata o )os personas a cargo de la victimo ofrecícr y. a ¡as personas que hoyan sufrido.paños aí intervenir para prestar asistencia a /íciímas en pe/Jaro o paro /rn p e di? iáyic timiza ción.; v5-'-sv¿.-;-íj -.11QS ■, ' í ‘’"l S/'i 9.
Una persona sera cons deradg yí.cvma con independencia de si el autor de la violación ha sido idenW cado/' ápre',andido, juzgado ó condenado y de !a reiacián tamitiar que puedo existir éntre eJ autor y ía víctima". La C o rte C onstitucional"5- h a a c o g id o un c o n c e p to a rhplio d e vic tim a o p e rju d ic a d o, al definirla e d m o ía persona q u e ha sufrido un d a ñ o real, c o n c re lo y específico, cu a lq u ie ra sea la naturaleza d e éste y el d e lito q u e lo ocasionó. El d a ñ o sufrido no necesar¡órnente ha. d e te n e r c a rá c te r p a trim o n ia l, p e ro se requiere qu e sea re a l c o n c ié to #y résDe’c ífic o, y a partir* d e te sta c o n s ta ta c ió n se origina la le g itim id a d pa ró 'cfué p á r-ic.p e en el p ro c e s o:p e n a l pa ra buscar la v e rd a d y la justicia y ser titular1 !á é 'm e d ic a s d e re p a ra ció n,' '7;' De lo anterior es claro, q u é un a persona q u e h a sufrido, d e sp la za m ie n to forzado interno, es un a víctim a d e vio la c ió n a las norm as in terna ciona les d e derech os hum anos y de d e re c h o ¡n:ern'dciónal hum an itario, ya;q0e. los desplazados son individuos o grupos d e perdonas., qu e han sido forzados u o b lig a d o s a huir de sus hogares p a ra e s c a p a r de.í1 c o n flic to a rm a d o, la vio le n cia g e n e ra liza d a y los grupos arm ados, p a ra ir a h a b ita ra n un lugar, en la m ayoría de los casos, c o m p le ta m e n te extraño y u je n o a su estilo d e vida.
A h o ra b ie n, los d e re c h o s ' d e las v íc fm a s h a n te n id o n o solo un a p o y o d e g ra n im p o rta n c ia en m a te ria ju ris p ru d e n c ia l, sino a d e m á s d e n tro d e l m a rc o d el Estado S ocial d e D e rech o.. N uestra H. C o rte C o n s titu c io n a l, en s e n te n c ia C-454 d e 2006, sobre el p a rticu la r sostuvo; f., ■J -V-.,+ -f-;•,'t 1 • • í l. ■ V I • V 1 ‘x '. 'f "Esta re conceptunliioción pe ¡espireaty?$>,de los victimas, c; poiürde \a Constitución, se fundo en principios /■ fir'eÉéptüs'.zc'Stitucionoles: {i) En' e) mor,dato de que Jos derechos y deberes se interpretarán oe conformidad cor;.'os tratados inte,-nocionales sobre aereónos hi,vnor;os r&tificadós po.r Co/cmbíc (Art. 93 CF};
(¡i) en el hecho de que eí ___________ __________________ _ X /. i J C o rte C o r iílilu C lo n O l. S e n t fin fia C -2 5 0 - 1 2. M Í 1. S ie rro ^ íir t ií-i. m b e r t c.;c c k; í. z. r:,< • • - „. 5 A. y- jC <•*. \ - * \ •' '’-Vj.;*;;>* ’.S ' • *’Ar' Código; FRT - 0 1 5 Versión: C 2 Fecha: 1 0 - 0 2 - 2 0 1 5 Página 2 1 de 5 6 Conseja Svpi'tior <iz b J g jU V i TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JUDICIA L DE CARTAGENA \ SALA C IV IL ESPECIALIZADA HN SUSTITUCION DE TIERRAS ^ E MAGISTRADO PONENTE.
MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31-21-001-2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 C o n s iito y e n te.hubiese o to rg o d o ra n g o c o n s ü h ic io n o i. a los d e re c h o s d e Jus vícíím as (Art. 250 num 6 y 7 CP); fifij en eJ deber de ios auto,;dodes en ge i era.1, y tas wd/do/es en parí/cuíar, de propender'por eJ goce efecíJvo de íos ae.reenos d¿ iodos Jos residentes en Cpfambía y íc protección de los bienes jurídicos,fArf. 7.'- CPJ; fiv,i en eJ principio üe dignidad humana que promueve ios derechos o sdber qué ocurrió, y o que se t\ago,'us.ticio (Arr.
Jn CFJ; (v /e n ei principio deí Esíado to d a í o o iJe.'ecno oi/e promueve fa poriio-ipoc/ón, de donde deviene que.'a inte'vención vJe Jos vic.'hr>os en ei proceso pcnaJ no puede reducirse exciusívamenre a pretensiones oc carácter pecuniario; fvi} y de jnanera prepon deraníe de' d e fe c to de acceso aJa onmin/sfrack- n de justicia, deJ cuc*' se desván garantías como,'q de contar con procédfrtfsrtfbs ido r e os y efectivos p o te to oererminoción Jegof ds /os derechos y.'as ot>i.:ga bienes,.'o resolución de ios contravenios pJan.'eodos ante Jos Jueces d e nica d e un té rm in o orud enrió/ y sin.aj/odones in/us/íficcdss..'o adapción do decisiones-con ei pfenc.-espeto..deí debido' proceso, osi como Jo existencia de un con/Lnfo ompJio y suficJent: ae mecanismos paro e.1 onog.'o de vontrovorsias." A lo anterior, esa m ism a C o rp o ra c ió n consideró, qu e i as disposiciones legales re la cio n a d a s co n las vícíím as de la vio le n cia en el m a rc o del c o n flic to a rm a d o interno d e b e n interpretarse to rn a n d o en c u e n ta el principio d e fa v o ra b ilid a d; el principio d e b u e n a fe, el d e re c h o a la c o n fia n z a. legitim a; y el principio d e prevaíencía d el d e re c h o sustancial p ro p io d e 1 Estado Social d e D erecho.
Por o tro la d o, a g re g ó q u e "la c o n d ic ió n d e vic tim o es una situación tá c tic a so p o rta d a en el p a d e c im ie n to, no en la c e rtific a c ió n q u e lo indique, ta m p o c o en el censo q ue revelo la m a g n itu d del p ro b le m a. Sin perju icio de la u tilid a d que jas ce rtifica cio n e s y censos pud ieren prestar en u n ció n de la a g ilid a d y e fic a c ia d e los p ro ce d im ie n to s2*".
En S entencia C-235A del 2012. nuestra H. Corve; am plía j a d e fin ició n d e victim o del c o n flic to a rm a d o, al considerar que: "Lo <}ue h o c e Ja Jey i 448 de 2 0 i í "O es d e fin ir r-í modificare.1 concepto o c víctima, sino id e n tfe íf, efenfro a'ci universa d e los víctim as, e n te n d id o s é ste s..en eJ contexto de Ja le y c o m o to d a persone? que hoyo sufrido m e n o s c a b u en su in te g rid a d o en sus bienes como resuJícraa de uno conducía oni.jurídico. a o q u e ji*:\ aue serán da;t.TKífíX'as do ios medidas especiares de protección q ^ c sc o d o p ra n en ella, a c u d ie n d o o una e s p e c ie a e D e fin ic ió n o p e ra tiv a, a ¡revé s de Jo expresión "fsje c o n s id e ra n vcíimas, paro fes efectos de esto Jey q u e 1 im p lic a que se reconoce -o existencia de v/efimas disiin.'as de aqueiíos que se consideran taies pora ios e/ec*os c z¿. esta ley en particular, que seró n ios destóia torios d e ios medidas especiares contenidos en-Jo íey.
P a r? d e lim ita r su á m b ito d e a c c ió n, la ie y a c u d e a varios criterios: e l tem poral cor forma? a> c;-oí.'os hechos oe Jos que se deriva eí da” o deben hoPer o c ora do o p a rtir d c ( I d e enero ae i 965; e i re la tiv o o fa na/uraíc7a de íos conduchos d a ño sos, q u e aeben consistir e n difracciones ai Derecho interna ero naf / íumaniíario p:r íj o vvo/oáionfts groi-eí y rr?a uTíesios a ios- normos *•’ Sentencia T-1Í5S del 15 d'' •n.-’ rro d^ J?r<17- <Vw iyn Superior de to TRIBUNAL SUf'ERSOR CU EL DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION PE TIERRAS MAti ESTRADA PONENTE.
MARTKA P. CAMPO VALERO Sfc 1TENCIA No. _ Rad. 13244-31-2T-0Q1 -2015-000?3-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 internacionales de De roches Humanas (0/0,4.!, y, en Tercer lugar, uno de contexto, de acuerdo con el cual lales hechos deben ha be,' ocurrido con ocavón do! conflicto orinado interno. Los medidos de apoyo no.sustituyen J05 procesos penales dentro do Ios cuales deben barritarse ¡es pretensiones do verdad y de justicia de fas víctimas, y, eve.r?fuo.lmenfe.
Jombíé.n _■ dé ' reparación, ni establecen nuevas Instancias, o procedimientos esper.iaies,s.;n c;rjü'e,' én, general, condenen previsiones de apoyo a ías vio limas, poro que puedan a rtu á i dé ¿nejar'manera en esos procésds'' En re c ie n te s e n te n c io C-.330 d e 20?6, Ja C o rte C o n s titu c io n a l re a lizó u n a im p o rta n te c o m p ila c ió n c e las n orm a s in te rn a c io n a le s, b a s e d e l p ro c e s o d e re stitu ció n d e tierras c o n s á g re te - en la Ley 1448 d e 201-1 *■ a l re s p e c to e la b o ró el s ig u ie n te e s q u e m a e xp lica tivLb rd é l p ro c e s o: ívtJI- ' ” Capitulo 5.
Esquem a ú descripción tic! p ro ce so d e restitución dé berros, o. F undam entos do! d e re c h o ín te rn a d e n e ! río íes d c e c n o s m jrf& r\C s y io ¡'..'rispredoncia constitucional. ■54. Lo ¡Drispr.Jder.dc o e esío C ^ f p a ra d o r; h e rr.osño'do co.'i su ficie n cia ¿ o,rio la resWwCiór; e r.o u c n v c claros y sólidos refcrom es norrr^rífvos e n e l D e re ch o In tc m c e io n o l d e /os D e i e ch e s H um anos y c l O erecn o in ietr ¡ocíor;aí H;;m ar.itry¡q. Ó4. i. - tr; re ta d o r; c o n.'os trota d o s e iosiru.r.enlcs d fe rr'o c ic rio.d s.r?ás relegantes so tve.'os o e.^o h o s d e los viertacis o /o re p a ra c ió n a ip v e rd a d y c ¡c j-K tid o q u e p e rm ^e r; co.Yinrer.tío'- o i o 'c c n e e d e 'os o b iiq a d o n e s d e l iTste d o frente c los p ja ce se s'río r>';stit,..'e;ór:, esto C o rle n o ióe^t.'üctvJo los sicujientos: c) i O D e c la ra c ió n Universo' d e D erechos Humanes, (oí!$. 1,2,8 y,'0j b ! lo D e cla ra ció n a m e rc a n o c.e D erec hos ü é i H e rre ro 'art. y. V ¡ I ¡, ■ ‘ _.' c.i E lfa c r o,'.riilo.rroc;or?n,1 río D e re c h o s C/vife'S y 'F o s c o s ¡cris. 2, 3. 9. 10.
¡4 y l\í;: O1; i o C o n v e n c ió n A m e n c a n a sobre D erechos 'n im a n e s (orts. 1. 2, 0, 2 i, 24: 2b y 63¡, y e j Ei P io to c c lo 11 ooVcionc1 C !0S-‘C.0frveri$¿i lia- O in p cro ¡arf. i 7), e n tre otros. a p a rtir d e los p a ró ¡r,e i;a y n ti-n e s c c r'ie n ü o s e.n estos■ instrum enlos iC e m c ó u ra e s, la C o rp o ra ció n h a sostenido o a e las v.rc TÍ;í'OS !,9.
Q p p n p c 'o y a e sp e jo d e D ie re s Tienen »i;<áeiec^O fu n d o ro e n io 1 0 aue ei ts io o o c u n e.'v e su d e rd e q a Q jq.f.jn p ie d a d o posesión y íes re.sicplfrzcc, el eso, croco y 'foro oVsno.sic/ór.. í ': i te.?. A o itio n a iro e n te, ha r e c c ^ a d d í r ip ^ ‘a d e m á s o e los v o io río s y <c(..cjef;(oraciones, en el !>iüH existen im p orta n tes d o c u m e n ta s q u e h an si$lbii\ol:¿odo y d e lira d o cor,i rr,oycr p re cisión los reglas y d ire c iric es señalados e< ? e¡ p ú n a te o.r \ienor. t y o ra.'o C orte, estos o o c'.'rr.e o td t. d e n om in a d a s p a r 'O d c d r^ 'Q ' ^í.n ¡eniOCionoljs i o “d e re c h o b lo n d o ', son p a d ic o la rm e n ie; e le va ra es p y es ¡a p e rm ite n cr Jos o p e ra d o re s ¡d io ic o s in te rp re ta re ! c o n 'e n ia c y ei a lc a n c e d e ios o b lig a c io n e s d ¿ ''os üsiorJcs tre m e a las victim a s e n genera!.
Pare, e l c o s o o b je to o o exornen, ¡as o b lig a cio ne s e s a & rv ic o } ew procosóz d e rcstifcció.n o'o Horros. Zspc. c.'ticom en i e. e r. e s'a m a te ria, e s io C o rp o ra ció n ñ o r^co.nqc'CÍO ]..'o re le v a n d o.dt- 'res efe es/os d o c u m e n to s: pp, h.• • • í (i; ic $ principias y a iree irice s ta s ie o s sq q re.ci d é o e h.o d o los, víctim as d o violaciones o e i-as norm es in te rnacionales o e d e rechos,h‘>,1 ñ p c í;'/■ o h re ^ h o in te m o e ic n a l h o rra n iic ic a in te rp o n e r recursos y oJjtcr.or.'cco ro c/o r.&í: ¡HJ lo s p rin c ip e s s o & e lo e s ü iv a ó n rJe viviendas y p o irim e n io c o r: m otivo de! regreso de los re\utj¡odO< y despiezados ¡r;Próes\ íc o n o o tío s co m o ios ' Principios PinhciroP: y ¡>iil io s principies rectores d o lo s desplazam ientos \r'ier'^\ol\ <co ncoide:- c o m o 'Oí Principios O enp"i,: ■ ■* ' r< • ¿5.
E r su cc.ri;u.rifc, estos d o ccím cn tcs siste'matPbn los estd no a re s m ó; oüos d e p ro te c c ió n p a ro las victim as. C.n estricto r,entine, c re a n..t'uírv'05 regias o n u e vos d e re ch o s,t sino q u e d e sta ca n, C ó d ig o: F R T - 0 1 5 V e r s ió n: Ú 2 F e ch ¿ i? 1 0 - 0 2 - 2 0 1 5 P á g in a 2 3 d e 5 6 í 'y \ W í «' ¿Lsfs- ■ í c- TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA 0 / 7 SALA C IVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS C MAGISTRADA PONENTE. m a r t h a p. c / m p o v a l e r o SENTENCIA No, _ Rad. 13 Í.4 4 -3 1 -21 -0 0 1 - 2 0 1 5 - 0 0 0 9 3 - 0 0 Rad.
In t. N o. 2 0 1 6 - 0 0 7 9 -0 2 ¡e iv in tfc a n y preascr; eí cJooitco de íes yo existen tes en e! oérecho vigente, cor; ei -i" de 'aciü.'cr su rfofenio. pro.'eccíór. y gcíon.'/p, D c r p o rte de icjs es iodos p a ra gue. d o c-sto íorry>c. ccnf'ífcuyan vigorosamente a /e.ry>ed¡or /os d sü ü d o o 'e s de prote ccíc-'r; o ia que se encuentran some.'/das ios vírffmcs. 56. ri.'o sxp fica.'o affiS'mq reJevoncia q u e o'uronfe crios fe n o C 'lg n ctde es la C O ipcrocJóo c e sie iip o oí?:ro.iryíno.,i.*c.v y e.1 rrio.'Jvo pe." e i c í.o í se.hor; c o n v e ^ d a en.heiV ü^i'ér;tai’h c.n ri^ é u n c o s ¡neiuoto'os o i /yyc.rr;enJo d e defor.noínareJ m arco, cíe p ro te c c ió n efe les d e re ch o s o e -'ü í vr?i,:m cs y d e Jes o p ila c io n e s d d r.íte d a e n.'o? procesos o e restitución d e í/erros.
A e t'j "¿'mer ie, ios d o e u montos cu'ddas h o c e n p a ire d e í C uerpo d e d o re c n o /u tó p m d e n c io i /norm os cose»-tes o si/breg.'osj deSC iO /iodos p a r e i Jr.^x-noJ C o n s^u o o n e J. cS a e c'i', so encuentre.' i cens f if ueío n a ia c Jo í. j /..r,'i c o n c re te ese co h yu'ifo o c c,?'r.'cjpics d e lim ite n e í c ry i te n id o y e í o.'eenco d e i a e re c h o o Jo nropJedaO - re c o ^ c c /d o d e sd e h a c e d é c a d a s n a r ñ e rv o s v.-,riCuJoníes íí-s' d e re c h o ¡m e m o cio n a í o e JCS d e re cn o s.hum anes y nc.rnos o c fe C o n stitu ció n P a ire n -. p o ro io h a c e c o n s id e ra n d o lo sjJuoción e sp e cifica O'e 'os v ie n te n d e dis/in ios.'icos di? vio ie n d n s, e s p e d a te e n te d o aqueJJcs vía'oc'C'iSÁ de- d e re c n os.humor: a? o c unidas en ei rn o rco d e co r ¡ ¡Helos• w r. ooos. t>Ü. fs esi c o m e.'a? F m d p io s y ¡’X rcctñcfzi b ó s ic o i ¿core 6.' o 'crocho d e,'uí v a irnos o in fo rn o n e: roe ureas y oPJener repareoicnej;. resüí.'odo d e un.Vobcio reffexivc o e expertas 'n do R o ria íe nies p o r u,*‘« pe.'íooo a e cas¡ oes d é c a d a s y <,<n Jo.n¿jo procesa p c rí.c -o o i'v o de ccns jito, q u e incJu/ó ef p u n to d e viste d e ios Litarlo?., Jos cvg o nizccicnej; in ie iyia o ic'io ícr. y fes o rg a íi^ c rric h e s o'c- ie s c o e d a o c.V/c r.íspor:erí i n o.Tipfio a c e c h o d e m ed id a s qi/c- nuode.n >'?r ocíopíodciS' c o m o rc^o u e s'ü a •/ic.'oo'or.os m cr:j,f,;es/ü's d e «es nc.Tncrs io tem ac.onates -je derec.r.os h:-,nonos e m ltoccíc-to s graves o.1 0,'h'. 5.ri eso d 'ie c c ic p. e s fc c ie c e;'' q v e.'os1.rsíooos deP er; p.ra v e e r': c éwstcnc.ia d e /necom ám os c recursc.í procesales g o 'u in o.v q u e per/n.Vc.^ u 'i o e so cj^c/ic fíne1 posií.Vo, c i;evés o-s Jo re d o ra c /ó r v 'íe g ía 1. 59.
Pa.r ski p e n e..'OS nr,:'-ic'.,d;o: D eríy dfeü/'en d ere en os y c erertf/üs Cíe. p ro ie c c /ó n e íe vo r de íüs p e ro n é ? q u e n o o paefec.'r.^ e l ñ c íje jo o'c-i oosp.'ozarr>¡eniü ío io a o - As.l do.^nor: !o n¡sc<x\sai)i!:dod d o los B»adcs d e p rc.*0^ e r v c-sis.*.^ o es^e fípe d e vic.',:,no.'; d ie n t e.'es d e sp lc¿ ')m.ier..|i.'js y.‘ o m b iá n d u ra rle su 'ecjrc~.o, (o cce n to rn ie;11 o y reíf'feo.'OC'cn. ■50.,r sfcÁ princic-ys io m P té n c c c c te iw e ii.'o prch/Dicíár o.-í.'<• (5.oVoc.'d,,i •.3rPifro.no d e ic p ro p ie d a d y pose-fane^ d e ío ocüloc.lón s;» ¡¡ñvoción o e o 'e sp Jo ^c^i.r.rte y * e ñ c 'o n.!^ o c iig o d c in d e n ro te g e r Ja c.'o p ic o c o,'ospecfc d e d,:ierer>*es-f/pos o’c- o cte s c o m o é fp ^ a e, ias ateqt.w s airee tes a índ.-scÁn.¡nodos u o.Vas ac.’os oe vio le n cia;
Jo i.'tti'zocíán co rn o oersor os. i.vomo czc.:;do;; o e o p e ra cio n e s u cP.iotos m.¡ji,,c res; io.í e cte s d e repre&fí.Vo y Jos desf''ucc¡ooes. o - e ^cra p.'d c^n e s c o rr.o tor.rr?a o e CdsJiQO co J o c w o.. •• ¿iJ. C e fo ryji^ryjo ío.-ma. esf.onfccon e.1 d e P e r de.1 cS.'ada ?e p ro te g e r Jo p ro p ie d a d y Jos p a so sicie s qo'e h d y a -i sido a h o n d o,-'a d e s p o r ios pe.-so.ncjs e n c c ’id íc.^ r' o e o e sp !o ¿ o n ^yn io forzado, rre.iie a o ctcs o c o'cr.Vo'ccióri / ü p rc íp.a c.n o /o cu p o cJá r' <j a¿as a rciirar os e iiegaie.?. tr. c u a n to o f d e re c h o ai1 refom o, p re v é n fo o P iíjo n o n d o a p o y e en c a v&¿c o e 'Oí.r sfados, es* c o m o eJ e/ercic/r) d e o ce io r.e s:r)ije ce.'ni-fon a Jos •/rc fim os o P ie n e r fo resriti/cíó.n c o.nb c c ryyp e rjia ciiín.cc/ecuocJe. ' ■ A9.
Por úítinic, les Principios Ptnh&\ro, cenfre'es en esfe J.'Q'/'fie,- c ^ín re írr.'o n i/n e serie d e p,'evís¡or'C-S r:ar.ryíí.n',Vos r:'ds Oí-nJ'os y a e to to d o s irerife r.? Jo p ro te cció n, p e í d e re c h o /.? Jo.■esriíuci^n. Por un icrdc, esioW ece.n q-i/e Jes d e re ch o s o e p ro p ie d e d, pesesior? / re p o ro c.n o n e re Jos v e ií" o s oe> despiC’zorr;.ier'io cansf'T^ye-'i í;r; e ic n ie n fc ceríJrdJ p o ro Je saiu- x ín o e c o n ‘iic\CS, ic cor.soUticció'-, d e ie po^. e> refifieso seguro y sosieoipie cíe ú;js p o rta d o re s de sp ie zad a s y e> e íío o fe e ¡m.!ei?te o e i ts ie d o d e D erecho..L!0 i'0 ira lo ó c, so neien qi/c- te'es d e /e cn o s son «.in e.ic'-de Jo.i:.'s»!G.‘o res.ViuiiVo. e r'e o rríin e d e o i.iV,peo:'- ie rcpovc.ión de.'as s iiu o d o n e s o^.'e u jc c c e ro n e.1 a€-ip/a¿r.;r-ieri b a.oerfir a e eya p;er:>¡sa. prov'ór?.o e x:s ie rx ia o e i d e re c n o o Je resm ocfóri d e i c o a,• ycp ie -d o d t te sp e /o d a c fos W cíiítios, o r*i«rio:: d e o üe se a fa c í/c a ré e m e <'m ^o sM e. -eo>o e n:?■' t'O-c^dePe.’ó p.'pveerre u n o ec.rr.'porísúCj¿V' j'Uü I a.;. • (, {'i/usvy¡> Superior" ifíJmffcown' TRIBUNAL SUf'ERiOR £EL DISTRITO JUDICIAL DE CARTAGENA SALA C IV IL ESPECIAL IZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS MAC iSTRADA PONENTE.
MARTéíA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. Rad. 13244-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rod. Int. No. 2016-0079-02 / '.a id o n o.'m e o íe, h a c e n r e fe.'é r '¡c ic a ios derechos d e ios personos o -je le n g ó n c e a r ^ J c c ió n ju rídico c o n ¡os bienes, distipio o Jo p ro p ^ c 'o o, Ac o m ■> ios poseedores. o c u p a n t e s y te n edores.
P o r su im p o iT c n c -'O p o ro o í.V á m ü e b o p juicio,, es ¡m p o rre rifo referirse m á s Or,v;.Ui''Q,v;er;»e a $ 'j c o n 'e n id o. 62. 1. ci p rin cip io '7. í esíc?Wer.:e • Ic r t^ íg 'd á 'J p 'd e los Vstados d e '"'/o lo r p e r q u e ios o cu p a n te s secundarios esten pro te g id o s c iX V o dt.dós.cicie'roñoso o rb ita ria o i!ego<i.-Señóte q u e er; cosa d e q u e ei d esp'070m ie e ta sea in e vito p ie pí¡?ro. et\rc,los o e re sl/tu d ó n o e vi-/¡£nqc;Sy ¡ierras y ierrUcrias, ios Estados d e b e n garantizo,' cjue e> o e ío io jo "se <eve o c e n a d e u ne m a r.c rc c o m p a tib le co r; íes /nsvj.'ne.o/os y los oorm os ic te rro d io n o le s d i• o d re -lies hum or;os", o to rg a n d o o iús a fe c 'o o c s garantías procesoies, c o m o ¡cis consuHa* lo r o r r e a r ¡ór p rev:¡:, c o e c v a o o y re te n e d le, >6cursos ju d icia le s y ia pesibiüdaa d e re p o ra ció n. 63.2. £J p rin c ip io J7.¡? S é ric o q i\*¿ o c-fir.t<xpo-; d o te n velar p e r las g m a n i& p g fQ p g sc,'es d e ios segundes oeuper.tes, -jr. m c n o s c c b o d e f p s ^ / ^ t f c. s o e Jos p ro p ie to 'io s ie g i^ r n c ^ ^ ^ ifA o r. u otros fífaíoros, o.'etom or Jo ^cse sico Cié,'os viVi'eríü'os.frenos * > p a trim o n io a b a n d o n a d o a^despáyOOa forzosam ente. 63.3. pr.:n d p;o ?7,3 in d 'c c á u e,¡X xiti?c?á’ e: oeso.'oic seo in e vifa clsi' Hbs estados d e te n o d e p te r rr.edidas p o ro p ro te g e r o Jos sec;oT;oto c c u £ $: íes, eo sus cterschcs o ¡a vivie n d o o o e c u a o c c a cce so o fierros cí*erno'ivcs, "incluso d z fo rm o te m p o ■o’’, a u n q u e ta i c b 'ig o c íó n no d e p e restor e m o c io o! proceso d e restitución d e ¡os d e 's c h a z d e Jos v i. Mrtios.. 63. «J. Ei Principia '7.4 estüJ'jíece Que ¡es ccijpoctos secundarias q u e h a r v e n d id o ios viviendas, tierras o p a trim o n io e terceros d e dueH o fe.
Peonar) ser tilm ores d e m ecanism os d e in d e m n iza ció n. Üm e rn b o rg c. a d v ie n e a ue io g ro v ^.o a d d e,'ps. te pfrps d o o e sp la zo rn ie n io p u e d e oesvirtuo,' lo for,-noción o e d e re c n o d e b u e n o fe..,. CASO CONCRETO: V* En el presente caso los señores MARTHA LIBIA ESCOBAR CORTES y ANTONIO JUAN BENÍTEZ ARRIEfA, so fe itu d d e Restitución d e l p re d io d e n o m in a d o nVILLA ELENA- LAS MERCEDES1'; c h ic a d o en ’a V e re d a Lázaro - S ector La C a ñ a d a, co rre g im ie n to d e M a c a y e p o «.M u n c ip ío de El C a rm en d e Bolívar - Bolívar, para lo cu a l a rg u m e n ta ro n q u e,. q n q o n a ron el p re d io e i -22;.d e o c tu b re d el a ñ o 2000, en a te n c ió n a los asesinatos; de 4 cam pesinos y 'la q u e m a d e ranchos, al igual d e los e nfrentam ientos en.guerrilla y param ílitares,, C o rn o requisito d e p ro c e d ib ilid a d p a ra in te rp o n e r e s ta.a c c ió n d e restitución, ia UNIDAD ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE GESTIÓN DE RESTITUCIÓN DE TIERRAS DESPOJADAS TERRITORIAL BOLIVAR, in cluyó a la señora M a rth a Libia Escobar Cortes, en n o m b re p ro p io ¡v en representación del señor A n to n io Juan Benítez Arríeta en el Registro de Tie rras D espoizidas v A b a n d o n a d a s Forzosam ente, tal c o m o co n sta en la Resolució n RB 1314; d el 1 d e D iciem bre d e 2Q14 (Folio 37-47 C u a d e rn o Principal). * '• ■ f '<• F e c h «: 1 0 - 0 2 - 2 0 1 5 - í. - i f '., -. »s ' TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JUDICIAL DE CARTAGENA C ^ r 1 ¿ SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS * v MAGISTRADO PONENTE. * C & S í r • MARTHA P. CAMPO.VALERO I SENTENCIA No, _ Rad. 13:¿44-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rad. ínt.
No, 2016-0079-02 Identificación de Predio C o m o prim era m e d id a ' se p ro c e d e rá a id e n tific a r el bien p re te n d id o en restitución p o r pa rte de lo solicitante, y la re la ci 5n jurídica d e éste co n el predio, p a ra lu e g o d e te rm in a r si en este caso se e n c u e n tra -d e m o s tra d a la c a lid a d d e víctim a.. = Para e te cto s d e id e n tific a r e individualizar ei p ed io o b je 'o del d e b e le ju ríd ico se te n d rá en c u e n ta lo in fo rm a ció n sum inistrada oor la U nidad d e Restitución d e Tierras, en el d o c u m e n to d e n o m in a d o Ficha C atastral, ¡el C e rtitíca d o C atastral del IG A C y el Folio d e m atrícula inm obiliaria.
Así entonce s el p re d io re c la m a d o se e n c u e n tro id e n tific a d o c a ta s tra lm e n te >•. c o n el núm ero 1324400030002011300027, registrado en el Fc!ío de M a tric u la Inm obiliaria No. 062- 2200 d e la O ticina d e Registro e Instrum entos Públicos d e El C a rm en d e Bolívar29, p re d io qu e se e n cu e n tra e sp e cífica m e n te u o íc a d o en ía V e re d a Lázaro, Sector La C a ñ a d a, C o rre g im ie n to M a c a y e p o - M u n icip io dei C a rm en d e Bolívar29, c o n las siguientes c o o rd e n a d a s, linderos y m a p a s actualizados: ¿,?3 ¿ íÍÉ i \____ ' ' v""4»v 'JásGiS-V','•*Z.... i:. iíf •7 TT —- --."■■■' ■;
" T. *1 &. Y ¡» « 7T ¿ o lio 5 7 C u a d e r n o P r in c n a 1 /K rO liO 9 3 C u a d e rn o P rin c io a ! ■t i."o lio 5 9 C ua(J?rn,o ^ r ln c i3 3; Coesejo Svpirí'-r tli? ííí JmliCHVH'a TRIBUNAL SUVERiOR &EL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION ftE TIERRAS MAGF5TRADA PONENTE. MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31-21-001-2015-00093-00 Rad.
InL No. 2016-0079-02 Linderos: ■! Sf Psnwrá?d v m m t i q u e b r a d # m p a s s puntús 4452, ^ ó í, 4460, | en éwo&fct oíkftic, K tá ú ’líy-y ti {Uüti 4459 c&i patito '<# iiCfSES CÁWMQÜA con una \ á t is o c a qé9 £ $ # * i/ñ m o se a * ¡ t m z &n m * m i z q w p $ $ s p o r $? w ú o U$B. en tJmoQR ¿wÁflfe i\im >.« gsr p m ) ¿45? cm sí pm lfo <fe f r it X MENDEZ cm Un$ íJisfatóti efe 3&l(24nt.
L''<■('■:,'.. • ■/. PzW&Mto d&Sde én Hneá r#c¿í wiz patu fitJbto 4472, 4*n ¿itecuiófi OITOíTE; s t / m c c /I¡ítfú-.í^át>$ ¿unto <u?\ ccv? el pr*dic%&¿#?¿$SE$ CAJWQíM «M ditf&Kh $??, el*i. P ifa n d o dC'$d& e?pfj/HEu&tZi-&t finoa quetfen’Js qvz p%kt (K¡rto$ putHos H fo ^ T v x ’Ól',. T T - -- -- -- -._w_w_ -------— — "-y— » ■ » ■ilTWWwr»-w«^|MiTlW>V W P^rtfsncio (í?5dy g ira rá 4-4$ten ümq gueú/3d:* que ajsí) por ios pwítos 4154 y H63. m rfrzcc&i teonxXfVcfkfc. /wsto &r punto ¿473 con pf$<$c >P j XfS£ CAMPOS ccíi una dBtatt&o efe 199.1 jín; tesíte.osteútíno & GQwjttifa en Un&a redó, zn dirección Mrvsrfenfá te s te ite g e t s i p u n to *>/> o &.
(OA (.0 0 W Q $ Cor» u n * xfi&faj? sí* <fc ¿ 3 f, Í3»n. ‘-/s.i•>'•: ■.;.••:¡ Mapas: s ■ c " n !. '.: '■> '■'/■.;V ■ ■ TRIBUNAL SUPERIOR DEL, DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALÍZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS MAGISTRADO PONENTE. MARTHA P. Cf.MPO VALER-3 l SENTENCIA No- _ Rad. 13244-31 -21 ^001 -2015-00093-00 Rad. Int.
No. 20U-0079-Q2 En lo qu e re sp e cta eJ áre a d el predio, e n c u e n tra la Sala d ife re n c ia entre el área solicitad a, el á re a ca ta stra l y el áre a g ío rre feren.piadas, p or c u a n to se e n cu e n tro los siguientes datos:, ' '■ Á rea solicitada: 50Has Área Catastral: 23 Has' y 4070 m etros cu a d ra d o s Área G eorrefe ren d ad a: 29 Has y 5747 m etros c u a d ra d o s, C o n re la ció n al á re a dol predio, se d e b e a c a ra r qu e si bien los solicitantes in d ic a n qu e el m ism o tie n e un a c a b id a suoerficial d e 50 Has, un a vez fue realizada la in spección d e c a m p o por el profesional d e;a U nidad d e Restitución d e Tierras, se d e te rm in ó lu e g o d e la g e o rre re re n c ia c ió n 'e n c a m p o, qu e el área d el p re d io es d e 29 h e ctá re a s y 5747 m etros cu a d ra d o s, tal c o m o fue co n sig n a d o en el Inform e T écnico predial en el qu e se explicó: "Ubicado ei pleno del predio resoltante del proceso de georreferenciación sobre el piano identificado con cl número pred\c J cafastral 1324400C3000201J 2C00, se encuentro que ei piano georreferenciodo presenta diferencia en forma, plano y áred, frente aI predio catastral relacionado, posiblemente por ¡as diferentes metodologías de eaboración de ia cartografía y /a esca.'o de pianos comparados.
Se concluye que ei predio soíictJado so encuentro inserí fe en el cotosrro IGAC con el número predial i 3244000300320 i ) 2000 y can espande ai folio de matrícula 062-2200".' •... A rea (29 h e ctá re a s y 5747 m etros cu a d ra d o s Jque ta m b ié n fue c o rro b o ra d a con el profesional d e la U nidad d e Restitución y el juez d e instrucción al m o m e n to d e realizar la diligencia d e Inspección Ju d íc:aC por lo q ue el juez p ro c e d ió a solicitar a los profesionales d e ia D irección C atastral y Análisis Territorial d e la U nidad d e Restitución d e Tierras, qu e realizar a c la ra c ió n del área, en a te n c ió n a la d ife re n cia p re se n ta d a entre la solicitad a (50Has) y la g e o rre fe re n c ia d a, o b te n ie n d o c o m o respuesta por p a rte del profesional Ce la U nidad lo siguiente: '\,..e n la in spección ju d icia l refe rida se basa en las in d ica cio n e s a v a la d a s por el so licita n te ! ) á re a y linderos qu e co rre sp o n d e n a. los consignados en ei le v a n ta m ie n to e inform es q u e sirvieron p a ra adelanta»* los procesos le g a le s a n e x a n d o al in form e la c o p ia d el p la n o de g.?orreferencíación, en el cu a l in d ic a c c m c áre a 29Has y 5747 m etros cu a d ra d o s. ■ A n te lo expuesto p ro c e d e la Sala, a d e te rm in a r c ó m o c re a del p re d io o b je to d e solicitud 29 H ectáreas y 5747 m etros c u a d ra c o s, todo, vez qu e la m ism a fue d e te rm in a d a en c a m p o y por el sistem a d é ve rifica ció n más e x a c to y al ser un áre a m enor garan tiza la no a fe c ía c ió n o vu ln erando detecho s a terceros. {'(/H V tjtt X t ip í f i/ if tif. iu U /tiW (,'oaiijC iltpCrSxr <k(<j tmUrfuüyn TRIBUNAL S U P R IO R S1EL DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA SALA CIVIL EttPECÍAUZADA EN RESTITUCÍCN DE TIERRAS: 5V3AG 3STRADA PONENTE.;
M A R T ttA P. CAMPO VALELO..,. SENTENCIA No. _ Rod. 13244-31 -21-001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 Finalm ente, c a b e a d v e n ir q u e él p re d io no se e n c u e n tra u b ic a d o d e n tro d e resguardos indígenas c co m u n id a d e s negras, a fro c c lo m b ia n a s, raizales o palenqueras, ni en te r r e n o.v ts fñ c j^ a 'i el c a rá c te r d e bienes d e uso p ú b lic o o q ue hubieren sido se le ccio n a d o s''p b T e n íid a d e s púb lica s p a ra a d e la n ia r planes viales u otros d e igual síg ñ íícq cíq n p b ra el d e s a rro lló ^cb h )D m ico y social del país o d e la región, a e x c e p c ió n d e ‘e<1ar registrado c o m o zona en e xp loració n m inera, c o n tra to de co n ce sió n ÍL63:} C ó d ig o d e E xpediente OG8-Ü325I y PCP- 03441 tal c o m o fue c e rific a d o p o r la U nidad A d m inistrativa Especial de Restitución d e Tierras en el;m o/íjj.e/-é cnlco P rediaP.
Relación Jurídica de los so! cita n tes bon el p re d io obíeiovde restitución: La siluación ju rídica a le g a d a, p a rte d s la posesión p a c ific a e ininterru m pida d e los solicitantes y su g ru p o fam iliar, en a te n c ió n a la c o m p ra d e m ejoras realizada por los señores Carlos Arturo y A n ton io Juan Benítez a ja titular d e l d e re c h o d e d o m in io d e l p re d io d e n o m in a d o -“ Vil-a Elena- Las M e rce d e s”, señora Elena Josefa G uerra De Torres.
S 7, U.. \ *. sv, t * ¿ * • r' *'*.>;■ ’ ?*§ j\s. Por ende radica su pretensicn.de- fore alizació n y re s litu c io n -d e ^ rra s sobre el predio denom inado "Villa Elena - t LúiZMécc&.diús''f en su c o rd id ó n de co m p a ñ e ra del señor Carlos Arturo Beníte;: 'Á rríeta; coñ quien convivía e r/ é l predio solicitado y quien estuvo en e\ mismo hasta e í'rfto rik n to en que ocurríeróñ les hechos que los llevaron o su a b a n d o n o y d ó sp l& a m ie n íó.
Paro acredita r en el presen te;-peoQe^o. ía relación jurídica: q ue p re d ica de m anera inicial la solicitonle M artha Libia.- Iscobcr, con el predio o b je to d o restitución, encontram os dentro del a c ^ rv & ^ o b a jo rio del proceso, fásesiguientes declaraciones d e los cuales se predico la kxistenciáVHe la convivencia co n el señor Carlos Arturo Benítez A rrieta y la explotación det prec. o hasta la fe ch a d e.a b a n d o n o del mismo: i *.. *•.. *i. y - ✓ i El señor M ciscs Enrique C arm ena.- q u ie n rindo d e c la ra c ió n a n te el juez de instrucción y expresó su c b n o c i m iente, d e q u e la solicitante y n ú c le o fam iliar h a b ita ro n y exp lo ta ro n el predio a parr;r d e l a ñ o 1979, hasta el m es d e o c tu b re d e l a ñ o 2000, c u a n d o 1uv;crpn.vquel a b a n d o n a rlo p or los hechos de vio le n cia ocurridos en la zona, ¡g u á rn e m e r^ c o h o c e c o m o esposó; o c o m p a ñ e ro d e la se ñ ora M a rth a, a I s e ño r C oVfos • Ar tu r.b -3 e n ít e z Arri e i a: ¿ 35 r o l ¡O 1 0 1 P a rte A o v e r¿ í d e l C ^ a d e r n c P rin c ip a f \ V. / %c.' ’l V e r s ió n: C;2 F e c h ¿: 1 0 - 0 2 - 2 0 1 5 MAGISTRADO PONENTE.
MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENVÍÜA No. _ i, '/icu ji: X a f/rtiu r nV tu.l'<¡{i¿utMíl Ra d. 13>:44-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 “PREGUNTADO: DESDE CUANDO CONOCE E..» PRED.íQ V|UA ELENA. CONTESTO: Desde el año 1979. PREGUNTADO: HAGA IJN RELATO COMPLETO DE TODO LO CONOCE DEL PFREQIO,vQON'iFSTO: Hilos vinieran. en«-cl o ño 1979, con los h'jas pequeños y Carlos cs-tobo pequeño, ósea nade?on aquí..^PREGUNTADO: QUIENES VINIERON.
CONTESTO;- ti.-señor Víctor, otro que llamón f£dgcr, otro que llama Selena y otro que Homar*.Ana y.Martha y Caries. RR&GUÑ'UDO: PERO USTED DICE QUE ELLOS NACIERON AQUÍ PERO ENTONCES LA SEÑORA* MARTHA CON QUIFN MFGO ACA. CO NISTO:,Con él esposo. líPCCUNTApb: COMO SE LLAMA EL ESPOSO. CONIESTórCarlos Arturo Benítez. PF'EGU'^TAIX).; CUANDO ELLOS LLEGAN COMO LO HICIERON/ ELLOS COMPRARON..
CONTATO: Si. ellos compraron o lo señoro que vivió aquí. PREGUNTADOS: CUANDO 11 TOA IA SI"ÑCRA MARTI IA Y EL SEÑOR CARLOS ARTURO QUE ACTIVIDADES PEALIZa N’ CONTESTO: La siembro del cam po, fíame, maíz/ Vuca_ y. plátano, _aue es"' Ib qifo se cuItiva_por_ acá ¿^¿PREGUNTADO: CUENTENOS QUE CONOCE USTED DEL DESPLAZAMIENTO. CONTESTO: en eso época nos tocó desplazarnos ose misino día. PREGUNTADO: EN QUE FECHA.
CONTESTO; Eso fue en ocrubre. PREGUNTADO: DI" QUC AÑO. CON I ESI O: Del 2000. PREGUNTADO: QUE OCl-RRICX CONTESTO: Llegaron o la ¿cna los grupos par a mi lito res, usted sabe había un firupo para militar que empezó matando, llevándose los cnirnales, nosotros nos desplazarnos. PREGUNTADOS: ANTERIORMENTE HABIA PRESENCIA DE LA ZONA DE IOS QR.JPOS ARMADOS O TUT EN ESE TIEMPO O YA vEn ia.
CONIhSlO: h o venia désde tic.ce tiempo, oños a Irás. PREGUNTADO: DF QUF ANO. CONTESTO: Desdi el 8ó..yc so empozaron a ver grupos por ahí. PREGUNTADO: RrCUrRD.A Q tjr GRUPOS.. CONlHSrO: RP, ELN y después llegó la I-a RC-y ejército revolucionario cel puebtc: PREGUNTADO: USTED SE DESPLAZA EN OCTUBRE DEL 2000. CUANDO IJSIbD Sí; LLSPLA/O YA SF HABIA DESPLAZADO LA SEÑQR-A.MARÍHA.
CONTr$ÍO: <j¡e mismo d a ello se desplazó " Así mismo, el señor NICOLAS ANTONIO LAGUN/s VASQIJEZ, in d icó c o n o c e r a la señora M a rth a y constarle.que e xp lo tó el predio, junte, c o n su g ru p o fam iliar y q u e vivían en el mismo, ó! igual de revelar qu e iu v ó q ue desplazarse en el año 1999 y qu e la solicitante y su g ru p o salió después d el fu ^d o, así lo expresó en un a p c rle de su d e c la ra c ió n:'. ‘■ PREGUNTADO: HAGANOS UN RELATO COMPLETO DE.TODO LO CONOCE DE ESTAS TIERRAS, ES DECIR USTED I MCI Al MFNTf- A QUIEN VlO ACA.
QUE OCURRIO QUE NOS PIJ6D6 CON1AR. CON I ESI O: Acó víyía un. señor que no sé cómo se llama que *ue al que le compraron, el primer año que ve- estuve aquí estaba la señora y ellos y otró Señer que no recuerdo;éL-f^omtre ( } PREGUNTADO: QUIENES LE COMPRO. CONTESlO: Arturo Bánífez. PREGUNTADO: BUENO USTED CONOCE ÜEIALLES DE ESA COMPRA.
CONTEST.3:''No: PREGUNTADO: CUANDO LLEGA EL SEÑOR ARTURO BENITEZ CON QUIENES LLEGA-:CONIESTO: Si con su familia. PREGUNTADO: TENIA ESPOSA CQMO SE LLAMABA>. CONTESTO: Por aguí todo mundo la conoció come la niña t 4crthg PREGUNTADO: CUANDO LLEGA, LLFGA EL.SEÑÜR' ARTURO CON LA lS-'OSA Y LO* HIJOS. CONTESTO: Si. PREGUNTADO: RECUERDA ALGUIEN.MÁS. CON'ES 1.0': Creo que un muchacho TRIBUNAL SU^EPJOR t EL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA C f ' * f ^ SALA C IV IL Í.'fífPS£CJALIZADA EN RESTITUCION &E TIERRAS ' PüAt?JSTRADA PONENTE.
S S Í MARTHA P. CAMPO VALERO'. '... SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31-21-001-2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 quo llamaban Riga be rio /n o sé 5 i era hijo de la señora.Martha, PREGUNTADO: CUANDO ELLOS LLEGAN A Q1JE $l~ DIT^CAKAN r NT$TASWX RAS. CON TESTO: A la agricultura. PREGUNTAPQ;, RECUERDA QUE CULTIVABAN. CONTESTO: Lo oue culi iva uno siempre vuca,-.. ríame, maíz. PREGUNIADO: IbNIAN VIVIENDA.
CONTESTO: Si claro. PREGUNTADO:'DONDr TENIAN LA VIVIENDA. CONTESTO: Ac-uí mismo ( ) PREGUNTA cío.' CÜíNTEMO" SOBRE EL DESPLAZAMIENTO QUE FUE LO QUE OCURRIÓ EN ESA ZONA. - CONItSíO: Que no -ocurrió, muertos, desplazamiento, genÍ3 amarrada,.se vivió un 'conflicto bien bravo. PREGUNTADO: RECUERDA I A EPOC> EM QUE OCURRIO ESO.
CONTESTO: Yo en el 99 mo paso a mí un cáso. mo trjvo nue ir de doí aauí. ellos quedaron aguí v después también se tuvié&Htfoéi ir, en el 99 el 12 de mdÍ7d cogió la guerrilla me amarró ellos hablaiOYn pbf mí, entonces me soltar¿*H V'efl'os me dijeron se tiene ir, yo m e fui enseguida. \ ".,,VÁ5tV 'ÍÍS-: La relación jurídica del señe; Antonio Juan Benítez Arriera, con el predio objeto de solicitud de reslitución, p a rís d e la posesión p a c ific a ^ in in te rru m p id a qu e tuvo en el m ism o, antes q u e se d ie ia n las situaciones qu e g e n e ra ro n el desplazam iento.:.•. *....
C ondición qu e fue acreditada. cgn'lo.s^^-stimonios de 1os:$eñores MOISES ENRIQUE C ARMON A BURGOS y CARtoS,MR2U??Q BENITEZ ESCOBAR, respectivo m ente, quienes indicaron en un apqrré d é su? declaraciones lo si^tiiérife: "PREGUNTADO: CUANDO,; LA SEÑÓLA MARTHA JM C r / A NÍÓGClACIÓN CON LA StÑORA í it't f’NA, El SÉáOR" ÁNIQtftQ JUAN TAMBIEN PÁRTlCiPA fcN f l í A. CON7ESTO: Si también, ■ C lh b g ó ^ ó íambién ero de el.
PREGUNTADO: EL NEGOCIO ENTRC GUIEN íilL^.COW STO; Enfre eí señor Antonio,y eí señor Arturo Benítez qve son herma ras,. £¡I<-Ú 'andaban jur>tos, ttegavjrr. juntos, comptaton /untos..": ' •' “ PREGUNTADO: EN LA ¿ACTUACIÓN SE HABLA DE UN SEÑOR ANTONIO JUAN 3ENITE7 ARRiETA Ei TAMBIEN ESTÁS A ACA. CONTESTO:. El ÜüJró er? eí 2000 desp/azado.
PREGUNIADO: QUE RfAÍ ACÍON TENIA CON LA'\ IERRA. CONTESTO: el es el otro dueño ¡PEGUNTADO. CON SUS PAPA. CONTESTO: sí señor. PREGUNTADO: ELLOS COMPRAN ESTA TiERRA. CONTESTO: Híos corrjp/c/n esta ¡Ierro en sociedad. PREGUNTADO: EN LA AC.TUACJÓN APARECE SU MAMA. MARTHA USÍA t $CGUAR,}SU PAPA. Y SU TíOANlONiO JÍJAW. CONTESTO: Eso es mitad v mitad.
PREGUNTADO: '.íícKj¡iA} LA TIENEN DÍVÍDfDA. CONTESTO: No oso se? compro en i/nscíc gíofoo -. ^. í ’ ' / <rf ':\ ’ - - ' ■ f. í J --\- T =i. v- D o c u m e n ta lm e n te re p o s ó, c o p ia ¡ fie la Escritura d e v e n ta d e Inm ue b le s c e le b ra d a e n tre los señorea El.ena Jbí.efa G u e rra D e Torres y los señores AN TO N IO JUAN Y CARLOS ARTURO E JHITEZ, A^FtfEl-A, d el p re d io d e n o m in a d o 81 Villa Elena - Las M e rc e d e s 1' (Folio 74-77^ U a d e ré io P rin cip a l N o.l)..
¿:■ '''-.-.O-L'.-L. ' ! -;. ■ * \ - y '■■■£*•; i f 's: ■ if ti,'vlIpffiinr tic la J w ü c n H ifa TRIBUNAL, SUPERIOR DEL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS MAGISTRADO PONENTE. MARTHA P« CAMPO VALERO SENTENCIA No. Rad. 13';44-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rad Int. No. 2016-0079-02 Es d e a c la ra r qu e si bien no se a c re d itó en el proceso, d e m a n e ra d o c u m e n ta l, la c o n d ic ió n d e salud de jost-señores Carlos Artu¡.a Benítez A rrieta (c o m p a ñ e ro d e la solicitante) y ei señor Juan A n to n io Benítez Arríela {c u ñ a d o d e la solicitante) !a solicitante y su a p o d e ra d o judicial, al igual d e uno d e los testigos, pusieron d e presente la c o n d ic ió n d e los cita d o s señores, lo q u e.im p id ió el lla m a d o realizado por el Juagado d e instrucción a rendir d e c lc rc c ió n.s‘ bn consecuencia, considera la Sala que la-señora M arina Libia Escobar Corles, acreditó, con los pruebas citadas, ia relación jurídico q ue tiene co n el predic objeto c e restitución, conform e el inciso prim era-del artículo 81 de le Ley >448 de 2C1i32.
A dicionalm ente los hechos que se a d u c e n co m o causa del desplazam iento, a b a n d o n o fueron ocurridos en el año 2000. lo que indica que se encuentran en el límite tem poral previste en el Arlículo 75 de la Ley 1448 de 2011. D e te rm in a d a la relación ju rídica d e la so lía -a n te c o n el p re d io se p ro c e d e al estudio de la c a lid a d de. víctim a.., CALIDAD DE VICTIMA DE LOS SOLICITANTES.
En prim er lugar lo Sala estudiará la excepción-que-presente.¡ el opositor denom inada “ falta de legitim ación en la causa per la soliciíonte1'. co n lo cual pretende desvirtuar la c a lid a d de víctim a de los.solicitantes, situación qu e se Haría extensiva a su grupo familiar, aspecto q ue por virtud del artículo /ó de )a L. -1448/2011, constituye un presupuesto para ser titular del derech o a lo fé s ú ü c rá a csí com o los presupuestos del arl. 3o de la L. 1448/2011 en relcción con jos hechos vfctímizontes que exponen los solicitantes y que pretende desvirtuar la oposición.: d e Tierras D espojadas y A b a n d o n a d a s Forzosam ente.
D entro d el estudio d e ta solicitud d e restitución fo rm u la d a por la señora MARTHA LIBIA ESCOBAR CORTES, sobre eí p re d io d e n o m in a d o ‘‘VILLA ELENA - LAS MERCEDES", fue in d ic a d o qu e el c ita d o bien in m ue ble fue a b a n d o n a d o el día 22 d e o c tu b re de 2000; en a te n c ió n a los hechos d e vio le n cia qu e ocasiona ron el desp laza m iento d e los cam pesinos d e:a zona;..así c o rn o el e n fre n ta m ie n to d e ia guerrilla d e FARC y los pa ra m ilita res d e Rodrigo'"Cadenas. 11 “ D ilig u n cie d e In s p e c c ió n J u d íela -d e le c h a 0 6 / 2 6 / 1 6: E ju e z «taja a n s t ’ n c ío C'io i'l s c íin r Ai.tonio ¿OflltGZ A r r ia ta, te ít iá f i c ita rlo, n o lo g ro a s is tir p o r p r o tle r n a s d e s a lu d y no p u e d e m o v iliz a rs e y su ¿ o m p a fc r ñ:-,¡CC C i O lio T ic re fü c iltD d C Í. p le n o s, ol a p o c 'e ro d o d e 1-3 U n id a d d esiste rl e I te s ti m o ii n y la s p.’ ríe s CC n s id e tu n v: afcles e I d e s ¡S U iri ie n lo y CI j ■ ■.-.'vi l v c l i ri ¡S W c. • - ‘CL-::ARTÍCULO S i. LEeiTlM AClÓN.Scrún Ululares de Id acción recula ia en esta ley: las personas a que hace referencia el artículo 75.Su cónyuge o compañero o compañera pern-inneu-e ccn cuumi se conviva al m om ento en que ocurrieron los hechos o amenazas q-je llevaron ni despojo <■> al abandono forrado, A epihjel eys?(.M)" ¡ tj_. n. ü Crninejo S vp v rítir í i ! ít( ¿¡u tiftH d M TRIBUNAL SUPERIOR t EL DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA SALA C IV IL ¿-SFKCJÁLKZADA EN RESTITUCION Í)E TIERRAS MAC?ISTRADA PONENTE.
MART IA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. S( Rad. 13244-31 -21-001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 C o m e prim er punto, se d e b e in d ica r q u e no fue a c re d ita d o d e n tro d el proceso la inclusión d e los s o lic ita n te y -s u ^ ru p c fam iliar en el Registro Ú nico d e Victim as, a n te la U nidad p a ra la A te n d ó fírln tfe g ra l a las V ictim as.
Siendo preciso a dve rtir qu e a te n d ie n d o a q u e esta' S áia^ha c c o g íd o el crite rio -'d e sa rro lla d o por la jurisprudencia, c o n fo rm e a\ c ü a l " ‘a inscripción en "él RUV no es un a c to constitutivo del d e sp la za m ie n to forza do sino una h e rram ienta té c n ic a que busca id e n tific a r a la p o b la c ió n y analizar la in fo rm a ció n d e a te n c ió n y seguim iento d e los servicios p íe s td d c ^ 1; esta c o le g ia tu ra d e b e rá p ro c e d e r a contrasta r las d em ás prueo^s-, a c o p ia d a s al trá m ite y |*3Gve£.una v a lo ra c ió n en co n ju n to p a ra estim ar o desestim ar la c o n d ic ió n d e víctim a c u a lific a d a q u e se p re d ica. *;>u - Lo prim ero q u e se d e b e te n e r en c u a n ta, es q u e en re la c ió n c o n la c o n d ic ió n de victim a, a q u e lla no es subjetiva, to d o lo contrarío, es un a situación d e h e c h o qu e surge d e u n a c irc u n s ia n c ia o b je tiv a: 'lo existencia d e un d a ñ o ocurrido c o m o c o n s e c u e n c ia d e lo< hechos previstos e n el a rticu lo 3 de la Ley 1448 d e 20 H "17, in d e p e n d ie n te m e n te d e q ü u la víctim a h a ya o no d e c la ra d o, y se e n cu e n tre o no inscrita en:eí Registro Ü rtc c de Víctim as.
Lo m ism o a p lic a p a ra la c a lid a d d e desp la za d o, pues serjo no es una ca te g o ría le g a l sino una id e n tific a c ió n d e s c rip ti/a d e su situación, son c iu d a d a n o s y por ta n to titulares d e los mismos derecho:, c e las d e m á s personas, ! ♦ O b ra en el e xp e d ie n te Ja-entre vista ¿|ue rindió la re c la m a n te MARTHA LIBIA ESCOBAR CORTES en la a p á c d m in is tra tiv a a n te íaVú'ri.ídad A dm inistrativa Especial d e G estión de Restitución de Tierras d e s p o ja d a s (folio 40 Reverso) en la c u a l relató el ingresó al p redio, ju n to co n su esposo y su c u ñ a d o el señor A n ton io Juan Benítez A rrieta en el añ o 1979,'"así m ism o re la to.la salida y a b a n d o n o d el p re d io en el añ o 2000, en ¿ te n ció n a. ios hechos d e vio le n c ia y d e sp laza m iento de los cam pesinos d e la z o n a ’y los asesinatos y que m a s d e ranchos, lo q u e hizo en los siguientes térm inos: ■< ’’ ' i. t " Ingrese al predio en e;áñ.o 1979. én^e con mi esposo CARLOS ARTURO BENITEZ ARRSETA y 6 hijos ( ) es*e'predio- mi Esposo se lo compró □ la señora ELENA GUERRA DE TORfcHS (Q.E?P;D),*creo;'qu¿* por 300 y pico mi! pesos 50 hectárccs.
Cuando nosotros llegarías endontrprnos un rancho en n>al estado y algunas hectáreas sembradas en yuca eító estaban en calidad de arriendo de unos campesino de la zona e r el m om c^io no recuerdo los nombres, solo a Pedro Ríos, apenas recogieron la siembra en/e&cfron la tierra a mí esposo y a mi cuñado A nton i o Ju an Be nít ez, q uü¿n ta rri b \g n é¿ iau e ño d o I a fi neo. v T H i. 'ynxi'jn <!/ toJ/Ntfcafvrfl TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS MAGfSTRAD,* POWENTE.
MARTHA P, CAMPO VALERO SENTENCIA No. Rad. 13.-Í44-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 SG< Enseguida ellos inician.el trabajo sembrando y o c a, maíz, diáfano, arroz, los que vendía en Sincelcjo,. durante 21 años la zona, estuvo ronquillo y ollí vivirnos trabajando los tierras allí nacieron mis otros 3 hijos. ■ Para el 22 de octubre del año 2000, nos desplazamos-hacia Muertas Chicas - Suero, armarnos una casita donde viví cor. 'oda mi fanvlia. dejamos el predio abandonado compíetameme perdiendo ? o qué-teníamos tanto la casa como los cullivos.;. ’ V- "• Los nechos de violencia que ocasionoro.'i ei. desplazamiento de todos los campesinos de todos los campesinos d e jo zona fue el asesinato do unos campesinos com o 4 además de la quemp-.de los ranchos. 8 días antes del desplazamiento hubo un enfrentamiento énlre la guerrilla de la FARC y los poro milita res Rodrigo Cadenas.
Para el año 2012 enlró en el predio mi hijo victo; a ver como estabo la finca y decidió picor el monte y sembrar maíz, para el año 2 0 siembra yuca, ñame, maíz, él está viviendo y explotando el predio../ En la c ita d a d e c la ra c ió n d a d a en la e ta p a adm inistrativa la solicitante MARTHA LIBIA ESCOBAR CORTES - ' c o in c id e p le n a m e n te c o n lo re la ta d o en el in te rro g a to rio a n te el juez instructor, en donde, m ánifesíó entre o tro hechos la lle g a d a al p re d io en el a ñ o 1979. c o n su e sp u so 'C a rlo s Arturo Benítez Arrieta y su c u ñ a d o A n ton io Juan Benítez Arrieta, la form o d e hab erío a d q u irid o, así c o m o la e xp lo ta c ió n realizada al mismo, hasta el c ía 5 2.d e o c tu b re d e 2000, c u a n d o tuvieron q ue a b a n d o n a r-.e l p re d io deb ido.- a los desp laza m iento d e los cam pesinos d e zona originados por el te m o r d e los asesinatos y presencia d e los grupos arm a dos al m a rg e n d e la ley, así lo ii sforrnó:' " PREGUNTADO: RESPECTO A.l PREDIO VILLA HELENA USTEDES COMO LO ADQUIREN.
CONTESTO; Se vendió lo Tinca quo teníamos en Puerto Royacá y nos vjnirnos y como por ahí cerca de Sincelejo no consiguieron fierros, m? esposo y e) hermano, entonces no enviaron para M ocayepo que.-eran las lierras más productivas. PREGUNTADO1. LE COMPRARON A QUIEN. CONTESTO: A lo señoro Helena Guerra no re cuerdo el otro apellido. PRCGUN’;
ADO. RFCUFROa El. VALOR. CONTESTO: Creo que 300.000 y pico pero en la esorilura eslá en el papel ese que le dieron eslá ahí. PREGUNTADO: QUICNES COMPRARON LA TIERRA. CONTESTO: El esposo mío Carlos Arturo Benítez Arrieta v el hermano Antonio Juan Benítez Arrieta Í PREGUNTADO: SEÑORA MARTHA -USTEDES NOS PUEDE CONTAR COMO FUE LA HISTORIA DE ÍJSTCDb> CON fcL.PREDIO, CUANDO LLEGO.
COMO SE DESARROLLO Y QUL PASO CUANDO SE DESPLAZA RON. CONTESTO: buenos nosotros vivimos ahí 21 años, nosotras en Tamos crV el 79 v salimos en c) 2000 ahí vivimos 'A años, tranquilos todos iuntijs t/abajando sacábamos los < 'nnxvj** X u p e riü f df. ia J ttílits itu m TRIBUNAL SUPERIOR BES. D E T R IT O JUDICCAL DE CARTAGENA SALA C IV IL E;SPEC5A?JZAÜIA EN RESTITUCION DE TIERRAS frtACílSTrlADA PONENTE., MARTHA P. CAMPO VALERO S ENTENCIA No-.
Rad. 13244-3! -21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 20U-0D79-02 producios o Sincelejo, •todo tranquilo, va después se fueron mcjjendo los grupos armados v mataron cent.:-? t q yema ron ca sa ” " LA APODERADA DCL rMINfSITRIC-V.PÚBLICO. PREGUNTADO: USTED NOS ACABA DE CONTAR QUE DURANTE;. 2]-, AÑO¿ ESTUVIERON EN EL PKtDIO Y LO EXPLOTARON Y VIVIAN D>j EL/ QUJE PRODUCIAN.
CONTESTO: Neme, yuca, maíz y aguacate que eso se siembra por la mayoría. PREGUNTADO: ESO LE PERMITIA VIVIR Í"N QUn CONDICIONES. CONTESTÓ: Más o menos ahí para vivir y si uno se enfermó y se tenía la comida y rosiia para ponerse, pero no daba para decir vamos a comprar una v.ica o ale o.grande. PREGUNTADO: Sí: DESPLAZA EN El. 2000, EXCTAMENTE POR ® H ^D E S F '.A 'A, NOS ACARA DF'DFCIR QUE PORQUE HABIA GUERRILLA PERO HXB^W.GUM VcTO F$FFCIFlCÓ*&ífe-TOS LLEVARA A DECIR YA.
NO SOPOR f Ahí OS -tfApú OS VAMOS. CONTESTO: Si porgue va se veía venir las cosas, va siemp-e. efeíh ‘a mis hijos, porque no vbn1 hacer una casita a llá, ellos tenía una casita en Huérig Chica, yo siempre les decía vernos hacer unas casita, porgue en a *qún momento nos laca salimos.de. aauL yo vi aue esa gente habió llegado a - Macayepo. aue había llegado a~ ■ Pofonalito, para venirnos para acó antes, aue se ver aan los_ o ara militares y mi hijo decía esa gente no se mete v va le di ¡O si sé me e v el día menos pensado 6 días ontes de nosotros salir entraron, e-ro Id guerrilla v la PARC estouan por ahí v nos hi7p devolvernos y hubo un Qíiír untamiento en Iré ellos, unas decían que esa gen le había salido, otros decía V a (jé' é^'a -aéñte estaba escondida, según eso a los 6. días entraron en la noche; > oarqug'fon bl día no iban por ahí, encontraron un muerto cerca de Mocove p o- v ¿uand ^ di so ara esa a eme fue allá casi en la palma, allá hubieron ios muertos v ese com bate y esa bulla, enlonces nosotros nos reunimos un poco induso oh mi c a sa un ooco de gente y va -en lo tardecita no nos quisimos quedar enig'cása v énlonces nos motirnós por allá le i os y a las 3 de la mañana nos fuimo? para Mobcvépo. lúea o n os fuimos para Sincelejo y c i e Sincelejo para Huertas Chi^'a, du:e bs ficfnde el esposo mío ie niá fgmiliq " '"•i "• ¡ ’ Al proceso ig ualm en te, fu e H áfftádo p a ra rendir testjjnónlo el señor MOISES ENRIQUE C ARMO NA, quien 'c ó rfa b o ró los hechos d e vio le n cia sufridos en la zona, lo qu e expresó en la siguiente fórme1*: •' ‘r i:¿V. Ív0- - PREGUNTADO: CUENTENOS* QUE' CONOCE USTED DEL DESPLAZAMIENTO.
CONTESTO: en esa épocsVnos tocó desplazarnos ese mismo día. PREGUNTADO: EN QUE FFCHA. CONTEStÓ:-fsó Tue £n octubre. PREGUNTADO: DE QUE AÑO. CONTESTO: Del 7000. PREGUNTAD® X^Ut OCURRIÓ. CONTESTO: Llegaron a la zona los grupos p a rd m iíla íe s !^ había un grupo o ara mi litar que empezó matando, llevándose pnirriales, nosotros nos despeam os.
PREGUNTADOS: ANTERIC^MÉÑT^'H'AtitA PRESENCIA DF I A 70NA pE LOS GRUPOS ARM ADOS O FUE EN bSE ÍÍÉM PÓ ¡}Y Á VENIA. CONTESTO: Eso venía desde hace tiempo, años atrás. P R EGÜ NIA DO: ■ DE QUE AÑO. CONTESTO: Desde el 86 ya se empozaron a ver grupas por ahí.; PlíFGUNTADO: RECUTRDA QUE GRUPOS. CONTESTO: RP. ELN y deÁú^sTIegcJ lá PARC y ejercito revolucionario del pueblo. •" \ f. ) \; •. j. y ’ ■* F é é tfí»: 1 0 - 0 2 - 2 0 1 5 Página 35 do 56 T TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTINTO JU DICIAL DE CARTAGENA SALA C IV IL ESPECIALIZADA £N RESTITUCION DE TIERRAS MAGlSTRADA PONENTE.
MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENC2A No. _ Rad. 13244-31 -21-001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2014-0079-02 PREGUNTADO: USTED SE DESPLAZA EN OCTUBRE DEL 2000, CUANDO USTED $b^ DESP-AZO YA SE HABIA' Ph'Sf-'LAAADQ I.A $ENQk>A, vU CONTESTO: ESC mismo día elia se oesplazó. PREGUNTADO: USTED $A6F. PARA DONDE $E FUERON ELLOS. CONTESTO: Si para Sinceleio.
PREGUNTADO: QUIE^ES SE DE3PLAZAN. CONTESTO: la seño; a Martha, can todos los que vivían acá. con el eso eso. Carlos, Mor t ha. PREGUNTADO: EN i'A ACTUACIÓN SE HABLA CE-UN SEÑOR ANTONIO JUAN BEN1IEZ ARRIETA ü$HD LO COMOCR. CONTES 10: $1. PEGUNTADO: QUIEN E$ EL. CONTESTO: Él es fíe deCarlos. PREGUNTADO. D1: QUE CARLOS. CONTESTO: El hijo de la señora Martha y Hermano del esposo cíe-la señera Miar I ha.
PREGUNTADO: EL SEÑOR ANTONIO JUAN ESTABA EL DIA DEL DESPLAZAMIENTO. CONTESTO: $1 jg mbíén.,." •: ’ Ig u a lm e n te enco n tra m o s e l-te stim o n io d e l-se ñ o r NICOLAS ANTONIO LAGUNA VASQUEZ quien es v e c in o del p re d io solicitad o y ra tific a las circunstancias relatadas por Ja solícilantp respecto a los hechos de violencia q ue generaron el dcsplazcm iem o, así le narró en un a p a rte de su declaración: " PREGUNTADO: USTED CONOCE A LA SEÑC.RÁ MAR'HA LIGIA ESCOBAR.
CONTESTO: si. PkH.GUMIADO: DE DONDE LA CONOCE. CONTESTO: Desde que llegó por aauí. PREGUNTADO: CU ANTENOS SOBRL:l:L-.Dl5PiA7 AMIENTO QUE FUE LO QUE OCURRIÓ EN ESA ZONA, CONíhSIC.: Que-, ro ocurrió, muertos,,.•. •. r, desplazamiento, gente. amarrada, se vivió un conflicto bien brove. PREGUNTADO: RECUERDA LA EPOCA EN GUÍ'OCURRIO ESC.
CONTESTO: Yo en el 99 me paso a mí un caso, me tuve que ir ue por aguí, efos quedaron aguí y después también se tuvieron q ue ir, en el 99 el / d e marzo me cogió la guerrilla me cmarró ellos hablaron por mí, entonces m e-sotoon v ellos me dijeron no_se t[ene que irse, va me fui enseguida. PREGUNTADO: APARIlJ Dh. LA GUERRILLA HUBO OTRO G3UPO ARMADO.
CONTESTO: A.^jí lo que abundaba era )g auerrilia aguí los para milita res entraban y sqlíqn. aeró estando vo por oauí oslaban era g ue rri llq, pora militares vinieron después auo. ve me fu j_P RPC U NI ADO: USTED SE DESPLAZA ENTONCES ES EL 99. CON I H$ ÍO: S I " ■ AS! mismo el señor CARLOS ARTURO BENITEZ ESCOBAR {H JO DE LA SOLICITANTE), expresó en su d e c la ra c ió n qu e tenía c o n o c.m ie n te q u e sus padres y el señor A n to n io Juan Benítez, a quien id e n tific a c o m o so tío, llega ron al p re d io en el a ñ o 1979. e x p lo ta n d o y viviend o en eí mismo, ha'Jfü c u a n d o se vieron ob lig a d o s a b a n d o n a r el m ism o en e! a ñ o 2000, en a te n c ió n -a la presencia e incursión d e los grupos arm a dos ilegales, hechos de vio len cia c o m o asesinatos y co m b a te s entre fes grupos arm a dos a.l m a rg e n d e la ley, ig u a lm e n te reíalo qu e el que desp laza m iento y a b a n d o n o fue e fe c tu a d o.p x to d o los cam pesinos d e la zona, circunstancias qu e se p u e d e e sta b le ce r en- los siguientes apartes d e su d e c fa ra c ió n: • • • - CfíunfoXupmtir <!f i<i.(i«Jhtitutu Catado Superit»' Ae i:< JitiH u tin ra TRIBUNAL SUPERIOR D E I 9 IS T IU T 0 JU DICIAL DE CARTAGENA SALA CIVIL E:$P£C *A íS& D A EN RESTITUCION DE TIERRAS ÜSAGbSTftADA PONENTE.
MARTHA CAMPO VALERO: r - - -: S e n t e n c i a n o.. Rad. 13544-21 -21 -001 -2015-00093-00 Rad. Inl. No. 2016-0079-02 V i ■#>* " PREGUNTADO: USTED CONOC? I 0 rO!?MA COMO SUS PAPAS COMPRARON ESTA TIERRA. CONTESTO: ívil-gapá ce"í.oró esto en el año 79. PREGUN1AOO: A QUIEN LE COMPRO. Cül&TfESTQ;. A una señora llamada Kelena Guerra.( } PRTGUNTADO: EN LA AC‘ Ua£!¿N SE HABLA DE UN SEÑO% A^NJO^IO JUAN BENIIH ARRIETA EL TAMBIÉN CONTESTO: ül salió.aiy»s!. ^QÜO desplazado.
PREGUN1 ADO: QUE REALACÍON I b NIA CON LA TIERRA. COÑTÍ'STO: él os ei afro dueño PREGUNTADO: CON SUS PaI'A. CONTESTO: sí señor. PREGUNTADO: ti I.OS COMPRAN ESTA l IERRA, CONTESTO' Ellos co mpran esta Tierra en sociedad. PREGUNTADO: EN IA ACTUACIÓN APARECE SU MAMA, MARTHA LIBIA ESCOBAR, SU PAPA Y SU TIQAK'TONK-Tifiíffl;.CONTESTO: Eso es mitad ^ rn ila d. PRtGUNTADO: LA TIERRA LA TiENfcN DI V Ib I '. '" 'f e 'b I O: No eso so coVtiüió en un solo globo, PREGUNTADO: CUENTENOS OCURRE CONCRETAMENTE CON SU DESPI AZAMIENTO.
CONI!.:$TÓ:%íjc?ío en esta zona ya ’fe b ia guerrilla después hubo com bate con prj.'arriílíláre:C -lbi paramililares asesinan unos campesinos aquí en Macayepo, queman unas casas y nos vemp^iobligados a salir, los para mili-tares se retiran y nosotros queiemos seguir queriendo-estar on la íincc. entonces entrames y salimos, pero después la misma guerrilla empiezan a matar o Ira vez. entonces nos tc~a abahc onai la tierra en su totalidad ” De las pruebas hasta a h o rb ^ rf& líz á d o f p o r la Sala, c o rn o son los interrogatorios d e los solicitantes, los te s tir'io n íó ^ fe c e p c ío n a d a s a n te el. ju e z d e instrucció n y las referencias hechas en los.acáoííe. (C ontexto d e Vio!¿nc(á}., p e rm ite a la sala te n e r c o m o ciertos los hechos a*-: vio le n cia q u e sufrieron los cam pesinos o parceleros u b ica d o s en la V e re d a Lázaro, C o rre g im ie n to M u c a y e p o, M u n icip io de El C a rm en de, en el cu a l se -u b ic a el p re d io o b ié to d e estudio, vio le n cia p e rp e tra d a por grupos arrr a d o i al. m c.rgen d e la ley.. l'y ■ iv?. - Si; c \ Así d e las pruebas e stu d ia d a s, tó ^ n c u e n ir a resp a ld ó j o m a n ife s ta d o p o r los solicitantes re sp e cto al a b a n d o n ó y. d e sp la za m ie n to d e ¡ella y su g ru p o fam iliar, circunstancias qu e no íur\r an..p¡á.de.cii das d e m a n e ra individual, si no q ue se p u d o e sta b le ce r q u e los vecinos, d e ja -z o n a ta m b ié n a b a n d o n a ro n sus predios, to d a vez qu e cam pesinos de! fu n d o o b je to d e estudio¿ inform aron h a b e r a b a n d o n o el p re d io y desplazarse p a re la m ism a fe c h a:qu e señaló la solicitante es d e c ir entre el a ñ o 1 9 9 9 2 0 0 0;-crsí- c ó m o el c o n o c im ie n to d e la presencia d e grupos arm a dos ilegales y 'héchós' dé \io le n c ía tales c o m o q u e m a d e ranchos, asesinatos y am enazas, ': 11;*’ En tal sentido, se d e b e re s ó lte.ái-e la fe c h a d e sa lid # ¿fei los solicitantes y su g ru p o fam iliar d el predio, Una, vez re v is a d o los hechos déíjG solicitud p re se n ta d a p o r la C om isión C o lo m b ia ra.d e ju fis ta y la fe c h a in d icq d a. en I in te rro g a to rio d e p a rte en fase adm inistrativa y ju d ic ia l y lo in d ic a d o p or los testigos, se observó q u e no existe ningun a c o n tra d ic c ió n én la m ism a la c u a l fue d e te rm in a d a c o m o j Í!'*- ¿TS> V-. ' - ■k.\, •-V: *• Í - TRIBUNAL.
SUPERIOR DEL D1STRITC JU D IC IA L DE CARTAGENA SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS MAGISTRADA PONIENTE: MARTHA P. CAMPO VALERO SENTEN:i¿' No. __s Raci. 3 3244-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 22 d e o c tu b re d e 2000, fo c h a q u e c o ln d tfe c o n la in cursión d e los g ru p o s a rm a d o s ile g a le s e n el c o rre g im ie n to d e - M a c a y.e p o d e te rm in a d o s e n el c o n te x to de v id e n c ia y su síngularízacíón al c o s o en.estucio.
A ho ra b=enr d e les h echos d e la solicitud y d e tas'p rü é b cs a n a liz a d a por la Sala se lo g ró e s tc o le c e r q u e el d a ñ o sufrido en a re n c ic n al a b a n d o n e y d esp la za m ie n to d el p re d io, no fu o p e rm a n e n te to d a vez q u e los so 'cita n te s si bien se desplazaren e n el a ñ o 2000 d e l p re d io, re to rn a n en el a ñ o 2012, h e c h o q u e f i e p ro b a d o no so la m e n le p o r le m a n ife ste d o p o r la p a rte so licitante, si n c p e r los testim onios d o los señores MOISES ENRIQUE C ARMO NA BURGOS, NICOLAS ANTONIO LAGUNA VASQUEZ, re s p e c tiv a m e n te, quienes c o rro b o ra n tal hecho.-.en. los. siguientes c p a ite s d e su d e c la ra c ió n: I. PREGUNTADO: 1*1 RFJOxNO, CUANDO RüTORNA.A ÉSTAS TIERRAS.
CONTESTO: ("orno después de 2 o tres años, pero no c vivir /a, splo venía a ver, com o de 4 años para oirás es que ya me vine e hice la vivienda que tengo ahí, PREGUNTADO: EN ESAS VENIDAS ESPORADICAS ÜSTED OP.SERVO A ALGUIEN EN ESAS TIERRAS. CONTESTO: No. PREGUNT/DO: COMO ESTABA ESTA TIERRA, CONTESTO: Bueno esto se perdió, despjé: de la violencia esto era moníe y rastrojo.
PREGUNTADO: V DE 4 AÑOS PAR/. ATRÁS QUÉ USTED VOLVIO QUIEN ESTABA AQUÍ. CONTESTO;. Nadie. PREGUNTADO* LOS HIJOS DE LA SEÑORA MaRTHA NO RETORNARON. CONTESTO: Ellos retornaron en:o mismo época mía../' “ PREGUNTADO: USTED SE DESPLANA ENTONCES ES:ÍL 99. CON1ESTO: SI. PREGUNTADO: CUANDO RETORNA. CONTcSTO: Hoce 4 años relorne. PREGUNTADO: COMO ESTABA ESTA TIERRA.
CONTESTO: esto estaba perdido cuondo yo llegué aquí, este señor todovía no vivía aquí otro vez, todavía no habían regresado. PREGUNTADO: CUAL SEÑOR. CONTESTO: Rafee! ( ) PREGUNTADO: SEÑOR NICOLAS USTED SABE DESDÉ'HACE CUANDO FSTAN LOS HERMANOS BENITE7 FXPJ OTANDO ESTE PREDiO. CONTESTO: Ahora que regresaron 3 años ( ) PKKGUNTA; CUANDO USTED HAftL/ DEL SEÑOR RAFAEL ES tL MISMO SEÑOR VICIOR.
CONTESTO: Víctor Rafael y Carlos- os lo que conozco. PREGUNTADO: SON HERMANOS, CONTESTO: l\ sor hermano?,.," Asi las cosas tenem os e n to n ce s q u e sí bien a c tu a lm e n te los solicitantes tienen le posesión m a terial del bien, fue o c re d ita d a en el. p roceso &. a b a n d o n o te m p o ra l del m ism o p o r e sp a cto d e a p ro x im a d a m e n te 12 años, c o n ocasión al c o n flic to a rm a d o, siendo esto la o p o rtu n id a d d e in d ic a r q u e le Ley 1448 d e 2011, en su a rticu le 75 c o n te m p le q u e son tihjiaros del d e re c h o a la restitución d e tierras las personas q u e fu e re n p ro pie ta ria s o poseedoras q u e se h a ya n sido d e sa o ja d a s o se h a y a n visto o b lig a d a s a b a n d o n a r en p re c io c o m o c o n s e c u e n c ia d ire c ta e in d ire c ta d e grupos terroristas y /c a rm a d o s ilegales.
CiiPiti0 S"¡/‘'titir <<e tu Inúknhifo TRIBUNAL SUPERIOR PE!- DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA SALA CIVIL E5PECÉ AL IZADA Eñi RESTITUCION DE TIERRAS MAGBSYfiADA PONENTE. *•/ MARTHA P. CAMPO VALERO 3EN “”ENCIA No... Rad. 13244-31 -21-0Q1 -2015-00093-00 Rad Int. No. 201 ¿-0079-02 Igualm ente la c ita d a ncrrria establece los co n ce p to s de despoje y a b e n d o n o forzado de tierras, per lo que si bien para el caso que nos o c u p a no operan los presupuesto a fin de configurar W c e s p ó jo jurídico33 o m aterial, si es evidente y así fue determ inado con el cná¡fek*ctélüs pruebas que la solicitante y su grupo fam iliar aba ndon aro n d e m anera ‘fóf7oJá; el predio oD jelo d e ’ sólicifud, situación que el articulo 74 define com o: " s e é 'h líe rd e por a b a n d o n o fo'rzóóo d e fierro la situación tem poral o perm anente a fe que se >e a b o c a d a uno persona a áesp/azarse, razón per Jo cua/ se ^e im p e d id a 'p o ra ejercer ia adm inistración, explotación y c o n ta c to directo con tos predios que d e b ió deser h en der en su desplazam iento.,/'.
Resaltando entonces que el’ a ^ ñ a e fiq a que se re fie re ^ 'h o rm a, h a c e alusión a uno perm enente o lemporc?, sie n a a ^ste último el q ue se..ajustó al caso en esludic, teniendo en cu e n ía que si Lien los sqljciKintes y su núcleo fam ilia se desplazaron, los mismos retorncrcn c l predio'luego d e trascurrido aproxim ado m ente 12 años,:;em po en el cual le fue im pedido la adm inistración, e x p lo ta c ió n ^ /c o n ta c to d irecto con e= predio.
Siendo im p o rta n te señalar q u e la-pforte.opositora del proceso, re p re se n ta d a por C u ra d o r A d -Liten, si bien se 6 p o n é ó Ibs pretensiones-de la solicitud, re c o n o c e c o m o un h e c h o notorio, los tíeohós d é v io le n c ia p a d e c id o s e n los M ontes d e M aría d e El C a rm en de B o l í v a r: • -fV;i • V,- r * -i •-'•V Por los anteriores razonam ientos é lln b u n a ! no a c o g e rá -la e x c e p c ió n d e ta ita d e le g itim a c ió n en la causa,: c o n la q u e el opositor pre te n d ía co n tro ve rtir d e m anera expresa la c a lid a d d e v ic tim o.d e los solicitantes. {“ ».;>;.
I. ’ -A De to d o lo anterior, se c o rfc iu y é q u e jo s solicitantes soh víctim a no solo en los térm inos del artículo 3° d e:a Ley4 4 ^ 8 ^ e 2.01, p o r c u a n to p a d e c ie ro n un d a ñ o p or hechos ocurridos a partir d é i T^'-de;enero d e 1935, c o m o c o n s e c u e n c ia d o infracciones a! D e re ch o in te rn a cio n a l H um anitario, o cu rrid a c o n o ca sión de! c o n flic to a rm a d o; sino adem as, 'porque lo p a d e c id o, e n c u a d ra en la de fin ició n d e a b a n d o n o forzado d e c a rá c te r.te m p o ra l, e s ta b le c id a en el artículo 74 de la Ley 1443 d e 2011, q u e señala qüe:'-.sé e n tie n d e p o r a b a n d o n o fo rza do d e tierras lo situación te m p o ra l o p e r m a n e n te ^ la q u e se ve a b o c a d a un a persona o deso/azarse, razón o o r la c u a l sé v e::& ¡oediaa c a ra e io rc er ja _ a d m in is tra d o n, e x p lo ta c ió n v c o n ta c to d ire c to 'c b n lo s predios au e d e b ió d e s a te n d e r en su desp laza m iento a'u.rante efóéno d ó to sfa fo /e cfd o en c l artículo 75.
J' So ►■‘n tte '.cís p 'j; d ¿W 0 |0 ^ < ó n p e r:lc;:\i cxi.il, a f " J v e i:M r:ílM C íi"' X ü ¡íi,-ñ:'ó i. gí* v & V N n i», ?.* p r iw a c b ii¡;¡i¡,S ¡iH ','<Ví ¿ '. r s P s rs 'jo n >i¡ prcpic-.dad-, ¿jos&'jtón -.1 OCUiV < o ó ¡i. y « ¿ e « d i'.‘¡2ir‘ió [ * Vyrflii'-.te ns&c-üL.' a íio ñ rim in & L rrt tf v C. sc/nt^ncia.. o nM -ii'OO K- M fvrr-iú n d é d e l i£i>¿ 3 S0C¡:]<*■ o ¡2.-jit^ic»í:¡-ún ü c.;¡0 -C:K Í;> v-; fe; ■, 0 TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA C / " 1 SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RE-STITUC'-ON DE TIERRAS MAGISTRADO PGM EN TE.
MARTHA P. Cí.fWPD VALERO SENTENCIA Mo. _.Rad. 132-14-31-21-001-2015-00093-00 Rad. Irvt. No. 2016-0079-02 D eterm incda lo ca lid a d de víctim a de le'* solicitar,tes y su grupo fam iliar, se abo rd ará el estudio de la relación jurídíca da los^m ism os'co'i el predio objeto de estudie, • V ’ •;* • Para lo cual se proced e a establecer les siguientes hechos qu e han sido acreditados en el proceso: Del estudio del Polio de M atricula Inm obiliario ho. 062-2200 y lo señolado por lo Unidad en ef inform e Técnico ¡Predial, se estable qóe la solicitante y su grupo fam iliar no lienen la c a lid a d d e titulares del derech o condom inio del predio objeto de estudio. ■ •• ' Asi ios cosas tenem os entonces q ue la solic-tcnte manifiesta que ella y su grupo fam iliar adquirieron el predio denom inado,,Villa"E:ena - Las M ercedes” en alencíón a la com pra y venta realizada p o r los señores Carlos ArlU'o y Antonio Juan Benítez Arrieta o la señera ELENA GUERRA DE TOARES, quienes ostenta respecto a lo solicitante, lo cond ición de cónyuge y cuñacó,-respectivam ente, co m o prueba de la c ita d a co m p a ra allegaron c o p ia de la e'critura pública de venta No. 348 de fe ch a 27 de abril de 1 ?7?'M del predio den o m in a d o Villa Elena - Las M ercedes, el cu cl corresponde al predio soücüado, la cual no fue jnserfa en el respectivo Folio de M atricula Inmobiliario. ’: Hecho que fue respaldo en la decloroción d a d a por e señor MOISES ENRIQUE CARM ONA, (Cam pesino' y vecif.o del predio solicitado), quien expresó, tener cono cim ien to que el;orédic solicitodo fue co m p ra d o por los señores Carlos y Antonio Benítez Arrieta, quienes son hermanos, a.una señora que identifica con e nom bre de Helena, tal.c o m o se puedes.exír per deJ siguiente aparte de su declaración: -. '. l-: - PREGUNTADO: COMO SF LLAMA EL ESPOSO.
CON'.ESTO: Carlos Arturo Benítez. PEGUNTADO: CUANDO ELLOS LLEGAN,COMO lO HICIERON. ELLOS COMPRARON. CONTESTO: Si elios compararon o la señora que vivía aquí. PREGUNTADO: COMO SE LLAMABA LA SEÑpííA QUH VIVA AQUÍ. CONTESTO: Melena perc el apellido ño rrie acuerdo PEGUNTADO: USTED ESTUVO PRESENTE EN ESTA VENTA. CONÍÉSTO: No.'. PREGUNTADO: USTED COMO SR ENTERÓ QUE ELLOS • HABIAN COMPRADO.
CONTESTÓ: rCuando llegaba una persona nueva acó a lo región sé dice compraron.'vendieron los vecinos nuevos que compraron,,«?.sabe en lo región ( ) PREGUNTADO: EN IA ACTUACIÓN SE HASLA üh UN SEÑOR ANTONIO _'UÁN BENITL: AfiRIRA USTED LO Folio 74 77 Cuaderno Principal Mo. 1 / \ W i Ví/yity}** /iy. \a Ju.Urti tura CUMC/O Sttpcffar (K iii.¡utíir.tUHM TRIBUNAL SUPERIOR DE'.
DISTRITO JUDICIAL DE CARTAGENA SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS M AG IS TR A D O PO N EN TE* MARTHA & CAMPO VALERO, SENTENCIA No. _ Rad. 13244 31 21-001-2015-00093 00 Rad. Int. No. 20U-0079-02 CONOCE. CONTESTO: Si: PREG'JN.Aü.O; QUIEN ES bL CONTESTO: Él es tío de Carlos. PREGUNTADO; DEQUE,CAR¿_C:S..CONTESTO: □ hijo'de la señora Martha y Hermano del esposo de.
Ip. segote i Mo'lha. PRFGUNTADQ:, bl StÑOR ANTONIO JUAN bSTAfiA EL DIA ■’ DEj»,’ DESPLAZAMIENTO. CO^TbSfO; SI íambíén, PREGUNTADO: CUANDO:.A SEÑORA MARTHA HACE I A NEGOCIACIÓN CON LA SrÑORA HELENA TI SEKOR ANTONIO JUAN TAMBIEN PARTICIPA EN ELLA. CONTESFO: Si también, el negocio también era de él. PREGUNTADO: EL NEGOCIO ENTRE QUIEN PiJIi.
CONTESTO: Entro el señor Antonio y el señor Arturo Benítez aue son hem iaro.C*é1lfo‘'andaban ¡untes. llcourüfT juntos, compraron. juntos. PREGUNTADO: T R A ÍX ÍM w Í*. TIERRA JUNTOS. COtfíf$TO:SI " W A G iS - r::>. ■ '€¿¡$-.t$ s v\& _.. í'. ’• Considerando, im portante -eifefár qué los señores Corlos Arturo y Antonio Juan tfenítez Arríeta, ostentan re s p e c to 'a le solicítam e la '-co ndición de cónyu ge y cu ñ a d o respectivam ente, tal co m o fue inform ado por los señores M OlStS ENRIQUE CARM O N A BURGOS y CARLOS ARTURO BENITEZ ESCOBAR, respectivam ente, en un a p a rte de sus declaraciones;.
¿: ?.. “PRF.GUNiADO: CUANDO LA SEÑOLA.MARTHA HACt LA NEGOCIACIÓN CON LA SEÑORA HELENA t i SEÚÓR. ^N iO N iO JUAN ÍAMGÍEN. PARVCJPA EN t i LA. CONTESTO: Sí también,l.eL-negocio también era d e: élPRLGUNTADO: M NEGOCJO FlM77?E Qü'/rN /-'JE. CONICSTO: En ¡re el señor Arfionía.y e! señor Arturo ] den\tez que son herma nos, i.e/Jos Viciaban /unios, llegaron 'junios, compraron jardos.."..: " PREGUNTADO: EN LA ACTUACIÓN SE HABLA OP. UN SEÑOR ANTON/O JUAN BtNlTEZ ARRItTA EL TAtvB^NÁ£STA3/> ACA.
CON ¡hSTÓrB'-salió en oí 2000 desplazado. PREGUNIALjO: QUERÍA!'ACION (tNlA CON LA TIERRA. CONTESTO: él es eJ oiro dueño PF;EGttNTÁDO:’ CON SUS PAPA. 'CONTI $TO: si señor, PREGUNTADO: ELLOS COMPRAN E^tAy TIERRA. CONTESTO: Eli os compran esto tierra en sociedad. PREGUNTADO: EN: LA ACTUACIÓN,.APARECE SU MAMA„ MARTHA UBI A líSC.OBAR,:SU PAPA Y SÚ 7ÍOANIONÍO JUAN..CONTESTO: Eso es mitad y mitad.
PREGUNTADO: ¡A TIERRA I A TIENEN DIVIDIDA. CONTESTO: No eso se compró en un solo globo i • C on las ciladas pruebas se -Wtafrlec© ^ u e si bien los señores ELENA JOSEFA GUERRA RIQUEME y el señor EDUARDO RINCON, Mi^nen la condición dé Titulares del derecho de Dominio y del D e re ch o -fe a j dé ^ípd.;eca, respectivam ente, por encontrarse su derech o inscrito en el Folio/dé M atricula Inm obiliaria N.o -2200* no explotan el predio desde el año 1979, lu ^go d e ¡n ve n ia realizada deS bien en ese mismo año, * ? / "•. ' - "s > % 'y r»¡ _; í TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO J U D IC I/ L DE CARTAGENA f ' 1 SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN R ÍSTJTU C 'O N DE TIERRAS k V X V - MAGISTRADO DONENTE.
MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA Mo. _ Red. 13244-31-2 T-001-2015-00093-00. Rad. Int. No. 2016-0079-02 fe c 'ia en la cual les solicitantes y su grupo familiar, entraron a trabajarlo y explotarlo, posesión que fue interrum pida en atención al a b a n d o n e y desplazam iento ocurrido en la zona con ocasión al co n flicto arm ado, en el año 2000, !o que lleva a indicar que aproxim adam ente la solicítente y su grupo fam iliar ¿ntos del a b a n d o n e venic explotando y h ab itando el predio a p 'o x im a d c ñ e n ^e 10 oro s en el fu rd o. Así las cosos, teniendo, en. c u e n ta que sí bien ¡os solicitantes y su grupo familiar, a ctu a lm e n te tienen la; relación m aterial con el predio., la que deviene d e una posesión, por lo que so p ro ce d e a realizar el anáPsis jurídico de la presente solicitud bajo la cuerda propia del proceso c a cció n de pertenencia derivada de les actos posesorios desplegados por la víctim a. A p o y a d o este instrum ento jurídico en la prssar p ció n ordinaria o extraordinaria adquisitiva d e dom inio, e d ific a d a a su vez sobre el h e c h o d e la posesión, en los térm inos previstos en la ley sustancial, ésta constituye un m o d o originario p a ra adquirir el d e re c h o real d e dom inio, c u m p lie n d o así una función jurídico sociaí d e legalizar y e sclare cer e) d e re c h o d e p ro p ie d a d resp e cto d e un a situación tá c tic a de posesión, fa c ilita n d o a los legitim ados, p a ra in co a rla el a c c e s o a la a dm in istra ción d e justicia, a tin d e legalizar u n a situación d e h e c h o,' previo el c u m p lim ie n to d e los presupuestos legales, F.n el m ism o sentido, es c la ro q ue la figura de lo u suca pió n (prescripción a dq uisitiva o positiva es un m o d o d e adquirir ’a p ro p ie d a d d e una cosa), por a n a lo g ía en in te rp re ta c ió n extensiva, se ha d e a p lic a r a. este tip o d e a c c ió n, por enm arcarse d e n tro d e los p re ce p to s d e JUSTICIA.TRANSI CIO NAL consa grados en la Ley 1448 de 2011, así c o m o la Ley 791 d e 2002*. re g u la d o ra de la prescripción ord in a ria o extraordinaria adq uisitiva d e l;p e ro c h o de dom in io; asimismo, es p e rtin e n te te n e r en c u e n ta en c u a n to a iS o lic itu d o b je to d e análisis, qu e la prescripción in v o c a d a d a ta d el añ o 1988. os decir, qu e en cualesquier caso, se d a n los presupuestos te m p ora les ta n to de la ordinaria c o m o de la extraordinaria, a d virtíe n d o q u e e n ésta últim a, n o es preciso a c re d itp r nexo a lg u n o entre el u su ca p ie n te y (os titulares del bien.
En C o lo m b ia existen c in c o m odos d e adquirir eí.dom inio q u e son: 3a tra d ició n, la acce sió n, la sucesión p o r causa d e.m uerte, la o c u p a c ió n y la prescripción adeuísitive d e dom inio; ésta últim a ta m b ié n $.? d a c u a n d o se na poseído un bien p or d e te rm in a d o tiem po. Sobre la posesión, el C ó d ig o Civil C o lo m b ia n o en su a rtículo 762, la d e fin e c o m o: “ Ja te n e n c ia d e uno co s a d e te rm in a d a c o n anim o d e señor y due ño, seo que m á ' | í TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA C P p SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS ^ 5 - ' C v m c jo Stcpcrfor de ¡tt JuiUwnmi JKAGÍF «ADA PONENTE.
M A R T H A ?. CAMPO VALELO SENTENCIA No. _ Rad. 13244 31-21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 el d u e ñ o o eí q u e 5e d o p o r fol; íe n g o la co so p o r sí m ism o o p o r o tra persona qu e lo te n g a en fu g a r y o nom bre d e él. E/ p o se e d o r es re p u ta d o d u e ñ o, m ientras o tra persona n o /LStfffqu© serio " La posesión p u e d e ser regular, curregu'csr; la prim era s e d a c u a n d o existe justo título y b u e n a fe, m ientras rr.|úe<efi la segu nda, no es necesario n in g u n o d e éstos requisitos.
La prescripción el te n o r dé! artícu o 2512 ¡bídem “ es un m o d o d e ad q u irir ¡as cosas ajenas, o d e e xlin g j í í m a cc io n e s o dere ch o s, ocr. haberse poseído las cosos o n o haberse e i ere ¡dó' ¿a o e fe oes v dere ch o s U f a n t e c ie rto io oso d e tie m p o, 890arcffco n c u rñ e n d o f'íáé+-d'smás requisitos legales*', d e la norm a transcrita se d e d u c e q u e e.vist£H '86riípos de prescripción., un a a d q uisitiva y una extintiva.: ■ ' y e V* La prescripción adquisitivo d e do m in io está re g u la d o por.:e l a rtícu lo 2518 del C ó d ig o Civil, el cu a l e s ta b le c e qu e se g a n a de esta m a n e ra el d o m in io de los bienes raíces o m uebles q u e 'están én el c o m e rc io 'h u m a n o y q u e se ha n poseído en las co n d iciones'legó les.' Existen dos form as d e p re s c rip c ió n f adquisitiva, un a ordinaria d e c o rto tie m p o y o tra e xtra ord ina ria d e largo Iférrípo, '-ó prim era d e elfos 's e ' d a c u a n d o se ha poseído d e m a n e ra regular %!H)¡en, y la se g u n d a, c u a n d o se h a poseído d e m a n e ra irregular, •;
Tanto e n la prescripción extraordinaria c o m o en la ordinaria, los e le m e n to s d e la posesión, el aním us y el corpas,;N'Cjóál d e b e n verificarse,' pero los usucapientes ade m á s d e ejercer los áctos'; dé:.‘señor y d u e ñ o, n e c e s ita n cu m p lir otros presupuestos axiológícos p a ra s'dlír.avante en la prescripción, c o m o son: i) Posesión m a te ria l d e los solicitantes.! Q u e ésta h a y a d u ra d o el térm ino fija do p or la ley según la clase eje prescripción d e q u e se tra te. íii) Q u e la posesión h a ya sido p ú b lic a y c o n tin u a, ív) Q u e la cosa o d e re c h o sobre el c u a l se ejerce sea susceptible d e a d q u irirse. p o r usuca pió n. C a b e resaltar, q u e los anteriores son presupuestos, requisitos o '.--con diciones axioló gicas co n cu rre n te s e im prescindibles, de suerte qu e an te la a u se n cia d e uno solo, d e v ie n e n u g a to ria la prescripción. p ‘ • ■' j \ V; ' ¿ Y i' -• En c u a n to al segu ndo d e Iqs requintos1 m e n cio n a d o s, es n e ce sa rio d e s ta c a r q u e e/ transcurso de) tie m p o un é ie m e n to esencial, necesario y qu e es exigido le g a lm e n te, así, es d e trésnanos pa ra los m uebles y d e c in c o años p a ra bienes raíces en la proscripción o. diñaría ^artículo 2529 C.C..), y diez años d e posesión \ I. • • - < •..
TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JUDICIAL DE CARTAGENA C / SALA C IV IL ESPECIALIZADA E *. RÜSTITUC ION DE TIERRAS MAGISTRADO FO flENTE, MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 ta n to p o ra m uebles c o m o p a ra inm ueoles en la.e xtra o rd in a ria (artículo 2532ibídem }r éstos últimos, los q u e interesan d e c a ra al proceso.
Dichos térm inos no fueron los qu e siem pre ha e s ta b le c id o el C ó d ig o Civil, pues en;a re d a c c ió n del c ó d ig o prim igenio eran m u ch o más extensos. Pues bien, fue el o b je to principal d e la Ley 791 del 27 d e d icie m b re del 2002 reducir los términos d e prescripción en m a te ria civil, su artículo I o,.re d u jo a 10 años el térm in o d e todas las prescripciones veintenarias e sta b le cid a s é n el.C ó d ig o Civil tales c o m o la extraordinaria adq uisitiva d e dom inio, pues tul e ra e í tie m p o necesario p a ra adquirir p o r esta espe cié d e prescripción a s íes de la e n tra d a en v ig e n c ia d e la ley en c o m e n to, 20 años, quien p re te n d ie ra hacerse al d o m in io sobre d e te rm in a d o bien raíz, m e d ia n te usucapió: v extraordinaria, d e b ía cu m p lir con uno posesión p a c ífic a, p ú b lic a e in interru m pida por un térm ino no inferior a 20 años, m ientras qu e p or prescripción ordinaria un térm in o d e 10.
Q uiere ello d e c ir q u é q u ie n inició a poseer un bien b ^ jo el im perio d e la ley anterior, dígase en el a ñ o 2000, y c o n la e n tra d a en v ig e n c ia d e la nue va ley sólo le fa lta n p e poseer 8 años, o si al 27 d e d ic ie m b re del 2002 lleva 10 años o m ás de posesión sobre un d e te rm in a d o b íe r, entonce s cu m p lió c o n el térm ino p a ra adquirir, fa lta n d o ú n ic a m e n te la sentencia d e c la rc to ria por p a rte del juez.
Para analizar c u á l d e í.as prescripciones adquisitivas se p u e d e e sta b le ce r a los solicitantes, se d e b e a h o n d a r m a n ife sta n d o q u e p a ra adquirir un bien m e d ia n te prescripción adquisitiva ord in a ria se nece sita "posesión je g v ío r n o interrum p ida, d u ra n te el tie m p o q u e las leyes requieren" ( -rirt. '.1528, C.C.), y p re cisa m e n te se le d e n o m in a posesión regular a a q u e lla q ué p ro c e d e "de justo título y ha sido a d q u irid a d e b u e n a fe, a u n q u e la b u e n a fe n o subsista después de a d q u irid a lo posesión" (art. 76A, ib.).
La Sala Civil d e la Corte. S uprem a d e Justicia35, c o m e n ta n d o sobre la posesión re g u la r y por e n d e del justo título, a c e n tu ó qu e el h e c h o d e qu e la posesión sea regular im p lica q ue quien busca g a n a r p a ra sí el dom in io d e la cosa d e b e a c re d ita r q ue p or un justo título a p u n ta b a a ser d u e ñ o, cre yó ser sucesor en el dom in io, no sólo b u s c a b a la posesión sino, ade m á s, lo p ro p ie d a d, el dom inio, siendo qu e p a ra tal fin se e xte n d ió el tituló, p e ro sin llegar a ser d u e ñ o por a lg u n a falla ju rídica.
De m o d o q u e el a d q u irie n te pese a todas sus aspiraciones a ser d u e ñ o q u e d ó a p e n a s.c o m o poseedor, p e ro n o.jn pose e d o r cu a lq u ie ra sino c o m o p o se e d o r regular, lo c u a l tie n e ur. pJus en c u a n to a los térm inos ” sentencia de 5 de julio de 2007. Exp. 0358. í V r p r r io r '.h )ü JfíiUciiíHm C ódig o: FRT - 015 Ve rs i ón: 02 Fec ha: 10-02-201 TRIBUNAL SUPERIOR fc-L DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA C p / i SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCIO N DE TIERRAS ' / MAG15TRADA PONENTE.
MARTH/- f \ CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13544-31 -21-001-2015-00093-00 Rad. Int. No. 20U-0079-02 prescripfivos m uchos m ás’5-ortos. Porque "solam ente es Justo el titulo qu e h a c e c re e r ra z o n a d a m e n te en que- se está re c ib ie n d o la p ro p ie d a d y q ue si a,'a postre, a pesar d e esa creencia^ fu n d a d a, no se a lca n zó ta p ro p ie d a d, se d e b ió, antes que p o r d e fe c to d e l'titu ló } ú.a fdi'enc/a e n la tra d ic ió n; ca s o ci'o cu e n te eJ del tra d e n te que, siendo a p e n a s poseedor, no es d u e ñ o á e la c o s a y m al p u d o íransmínr esa ca lid a d ".
Entiéndase pues q u e to c o h e c h o o a c to ju ríd ico qu e p o r su c a rá c te r d e v e rd a d e ro y p o r su naturaleza sena a p to p a ra atribuir en a b s tra c to el do m in io, es lo q ue se e n tie n d e p o r título.^j.síq^p.gr o tro la d o, la bue/^a [e es la c o n c ie n c ia d e h a b e r a d q u irid o el dom in ic de fcfcccsa p or m edios legítim os exentos d e fraude y d e to d o o tro vicio (art. 7ó8,.CX>.)V-Búcna Te, así e n te n d icfa /e s u n a re g la é tic a d e c o n d u c ta, es a c tu a r c o n re ctitu d, té o tta d, h o n e stid a d, h o n ra d e z y p ro b id a d en to d o m o m e n to, ta n to en el; ejercicio c e derech os com o-en. el cu m p lim ie n to d e obligaciones.
En el presente caso, e c h a d e m enos esta Sala, ‘la solicitud d e l tip o d e • J *_• ‘.1 '.: V i.■.í i 'i •• prescripción in c o a d a, pue¿ no se d ijo n a d a al respecto,, p e ro d a d o el régim en d e transicional q ue g o b ie rn a este.proceso, c o n s a g ra d o en la Ley 1448 de 2011, el cu a l tiene c o m o o b je tiv o qu e a ¡a p e rs o n a q ue se le •.restituya un p re d io te n g a la seguridad d e que no volverá-.a ser*n iie va m e n te a rre b a ta d o, y q u e al final del proceso sea e n tre g a d o e'" título d e p ro p ie d a d a su favor, se p ro c e d e rá c o n fu n d a m e n to en la g a ra n tid d e no re p e tició n, al estudio d e.la prescripción que fa v o re c e a la victim a. En cl sub exam íne, enco n tra m o s qu e en el a c e rv o p ro b a to rio d el proceso de p e rte n e n cia, la victim a som atante'dem ostró h a b e r realizado hechos posesorios sobre el bie n a usucapir, o e sd é el á f o 1997, co n su n ú cle o fa m ilia r, to d a vez q u e allí h a b ita b a y ade m e s' e x p lo ta b a el in m u e b le c o n p la n ta cio n e s d e ñ a m e, maíz, y u c a y p lá ta n o, en v irtu d -d e la 'c o m p ra v e n ta e fe c tu a d a por los señores Carlos y A n ton io Juan Benítez A irieta, n e g o c io qu e fue p ro b a d o c o n la c o p ia d e la Escritura Pública de C o m p ra v e n ta Ko. 348 d e l 27 d e abril d e 197936, suscrita c o n la titular d e l d e re c h o d e d o m in io lá señor H elena Josefa G uerra R iquem e y c o n las siguientes p ru e b a s:» / v-.. -. v >: ¡ í i i J De la d e c la ra c ió n del s e r ó r 'M p IS ^, ENRiQUE CARM O N A,sé logró determ inar, q u e los señores CARLOS A-&TURO V. JUAN ANTONIO BENITEZ ARRIETA y su g ru p o fam iliar, entraro n al predioferv e ta rio 1979, el c u a l exp lo ta ro n a través d e cultivo Folio 74-77 Cuaderno Principal N o /.- C o w j v S t ip n io r til'. iítJ\nJfc<U tira TRIBUNAL SUPERIOR DEL DiSTISITO JU D IC I/ L DE CARTAGENA C rf SALA C IVIL ESPECIALIZADA EN IN S TITU C IO N DE TIERRAS ^ MAGISTRADO FOMENTE, MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31 -21 -001 -2015-00093-00 ■ Rad.
Int. No. 2016-0079-02 y cría d e anim ales hasta el a ñ o 2000 c u a n d o se vieron o b lig a d o s a desplazarse, así lo expresó. ! ': ■. r " PREGUNTADO: DESDE 'CUANDO CONOCE’ El. PREDIO VILLA ELENA. CONTESTO: Desde el año 1979(.,.)PREGUNTADO; CUANDO LLECA LA SEÑORA MARTHA Y EL SEÑOR CARLOS ARTURO GUP; ACTIViDADr.S REALIZAN. CONTESTO: Ln siembra del ca m p a ñame, maíz,'yuca y plátano, que es lo que se culliva por' acá. PREGUNTADO: Y QUE TENIA LA TIERRA CUANDO ELLOS IA COMPRA YA TENIA CULTIVOS, VIVIDLA.
CONTESTO: Si tenía vivienda, sí en esa época tenia vivienda de f;Glma: PREGUNTADO: Esa vivienda lo tenía. CONTESTO: no esla no exbtíc, esta nueva que la hicieron uno vez retornaron olra vez acá. PREGUNTADO. CUENTENOS QUE CONOCE USTED DPI DESPiA/AMIENTO. CONTESlO: en esa' época nos tocó desplazarnos ese mismo dra. PRFGUNTADO:;'.'N QUE PECHA.
CONTESTO: Eso fue en octubre. PREGUNTADO: D I QUE AÑO. CONTL-STO: Df;l 2000 " Punió ra tific a d o c o n e l. testim onio de).;eñor NICO.1.AS ANTONIO LAGUNA VASQUEZ quien señaló: " PREGUNTADO: C LÍAN DO I LEGA. LIEGA EL SEÑOR ARTURO CON LA ESPOSA Y LOS MIJOS. CONTESTO: Si. PREGUNTADO: RECUERDA ALGUlfcN MÁS. CONTESTO: Creo que un muchacno que llamaban Rigob-arto. no se -i era hijo de la señora Martha.
PREG JNTADO: CUANDO ELLOS LLEGAN A QUP SE DEDICABAN f.N ESTAS TIERRAS. CONTESTO:. A la.agricultura. PREGUNTADO: RECUERDA QUE CULIIVABa N. CON i ESTO: Lo que cufliva uno siempre yuca, ñoine. maíz PREGUNTADO: TENÍAN VIVIENDA. CONTESTO: Si claru. PREGUNTADO: DONDE. TENIAN LA VIVIENDA. CONTESTO: Aguí mismo/ PREGUNTADO: ERA ESTA' MISMA VIVIENDA.
CONTESTO: Esta misma nc, lanío tiempo como va ser a'írteme. Pk’hCUNTADO: COMO ERA. CONTESTO: De palma. PEGUNTADO: QU.:,?ASO CON LA CLASE CON LOS ESTUDIOS DE USTEDES. CONTESTO: Fso señora. fue, cuando le vendieron a ellos se fueron. PREGUNTADO: CUANlOS SOfiKE ÉL DESPLAZAMIENTO QUE FUE IO QUE OCURRIÓ EN ESA ZONA. CONTESTO: Que ro ocurrió, musrtos. desplazamiento, genio am arrada se vivió un confliclo bien bravo.
PREGUNlADO: RECUERDA LA EPOCA PN QUE OCURRIO ESO. CON'IFSTO: Yo en el 99 me paso a rni un caso, me luvc que ir de por aquí, ellos quedaron aquí •/ de.spués tarrbíén se -tuvieron que ir, en el 99 el 12 cié marzo me cogió la guerrüc me amarro ellos hablaran por mí, entonces me sol I o ron y ellos me dijera r =no se fien ó que irse, yo me fui enseguida " •' ■ ■■■,» ■•••« A h ora bien, siendo la posesión un h ech o, se c o n v ie rte en valiosa la in fo rm ccíó n sum inislrada ta n lo en la d e c la ra c ió n de la p ia p ía víctim a solicitante c o m o de quienes p u e d e n d a r fe d e dichos a cto s posesor.os, pues d e ellas se c o lig e q u e la señora M a rth a Libia Escobar Cortes y su n ú cle o fam iliar, en form a q u ie ta, p a c ific a y tranquila, hasta la o cu rre n cia d é ios./ hechos de vio len cia. C u fit t jo Vti;/v/i<ir.•íi: tu TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS £ ** M AttISTRADA PONENTE.
Í S £ Í MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No, _ Rad. 13244-31-21-001-2015-00093-00 Rad. Int. No. 20U-0079-02 desp le g a d o s p o r grupos arm a dos organizados al m a rg e n d e la ley, c o m o ya q u e d ó p la sm a d o en otro a p a rte d e esta sentencia. Entonces, deí a c e ito p ro b a to rio a n a liza d o en co n ju n to p o d e m o s c o n c lu ir que respecto al p re d io d e n o m in a d o Villa Elena - Las M ercedes, re c la m a d o por la solicitante M a rth a Libia Escobar Cortes y su g ru p o fam iliar, es e v id e n te que ejercía posesión in interrum pida sobre el p re c ita d o bien d e sd e qu e to m ó posesión del mismo, c o n su fom iiia y hasta qu e sufrió el ffo g e lo d el s desp laza m iento y n u e v a m e n te eje rce r,a cto s posesorios a través d e sus hijos una vez reto rna n al predio. - H echo q u e fue c o rro b o ra d o p o rte l juez d e instrucción en fa d ilig e n c ia de inspección en la c u a l fue a c o m p a ñ a d o p or los señores V íctor y Carlos Benítez, quienes in d ica ro n ser hijos d e la solicitante, expresando en la d ilig e n cia lo siguiente: " Los señores Carlos y Víctor, le muestran los otros cultivos de aguacate y maíz, e informan que tienen uri.o hectárea de aguacate, pues tenían más pero se ha estado muriendo.
El apoderado de la Comisión de Jurista pregunia ül señor Carlos y al señor Víctor que tenían ames de haber salido del predio. Corvtesto: siempre lo mismo, ccá se cultiva ñame, yuca y maíz y Jes animales gallinas, pavos, marrones la mayoría • se perdió. PREGUNTADO: ANTES DEL DESPLAZAMIENTO TODO LO TRABAJABAN. CONTESTO: Si casi todo so explotaba todos los años.
PREGUNTADO: USTEDES RECIBIERON APOYO DEL GOBIERNO PARA RETORNAR. CONTESTO: No, ninguna. PREGUNTADO: USTEDES MAN IDO A LAS ENTIDADES. CONTESTO: Sil.."; Así, d ic h a posesión ha sido e je rcid a p o r la solicitan te y su g ru p o fa m ilia r por m ás d e veinte años antes de la fe c h a d e a b a n d o n o d el p re d io {a ñ o 2000}, en las co n d iciones qu e re q u ie re. ia le y,'m e d ia n te hechos señalados d e dom inio, e je c u ta d o s pre cisa m e n te con á n im o d e señorío, a d ic ío n a lm e n te no se p u e d e o lvid a r qu e en virtud de lo e sta b le cid o en el inciso 4o del artículo 74 de la Ley 1448 d e 2011, el a b a n d o n o del bien in m ue ble, c o n m o tivo d e la situación d e vio le n cia q u e o b lig a al desp laza m iento fo rza d o del p o se e d o r d u ra n te el período e s ta b le c id o en el a rtíc u lo '75, no interrum pirá el térm ino d e prescripción a su favor; por ello, el térm in o d e la posesión c o n tin u ó su curso a raíz del h e ch o víctím ízante qu e p a d e c ió el re cla m a n te, y c o m o quiera qu e los solicitantes lograron reto rna r al p re d io en ei añ o 2012, en a p lic a c ió n d e la presunción e sta b le c id a por esa m ism a ley, se considera q u e el térm ino d e los 20 años, p a ra adquirir la prescripción d e d o m in io se e n c u e n tra más qu e cu m p lid o, to d a vez TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU D IC IA L DE CARTAGENA C r r ' J ¡ SALA C IV IL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS Cbfittfv Superior 'ts t<¡ fudi.'-'itiiM MAGISTRADO PONENTE.
MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA N o Rad. 13244-31-21 -001 -2015-00093-00 Rad.lnf. No. 2016-0079-02 qu e a p ro x im a d a m e n te ha n e x p lo ta d o el p re d io más d e 30 años, cum pliendo los términos de fa prescripción ordinaria. En relación c o n el le rc e r requisito, se e sta b le ció d e las pruebas a lle g a d a s qu e la qu e han estado e x p lo ta n d o el fundo, pues no fue in d ic a d o ninguna re c la m a c ió n d el p re d io p o r persona distinta a los solicitantes, así fue expresado por los señores MOISES ENRIQUE C ARMO NA,-.y NICOLAS ANTONIO LAGUNA V a SQUEZ, re spectiva m en te, en algunos apa rtes de su d e c la ra c ió n: PREGUNTADO: USTED SABE SI LA SEÑOR HELENA CUANDO LE VFNDF A LA SEÑORA MARTHA EN ALGUN MOMENTO DESPUES DEL AÑÓ;79, HA SOLICITADO LA DEVOLUCION DE ESTE PREDIO.
CONTESTÓ: No he escuchado nunca eso. PREGUNTADO: USTED SABE SI LA SEÑORA MARTHA Y SUS HIJOS HAN TENIDO ALGÚN PROBLEMA D E QUE ALGUIEN LE HAYA SOLICITADO ESE PREDIO O SE LOS HAYA QUERIDO QUITAR. CONTESTO: No tampoco. PREGUNTADO: CON LOS VECINOS SABE ALGUN PROBLEMA DE LINDEROS. CONTESTO: No " " PREGUNTADO: CUANDO USTED.REGRESO ENCONTRO PERSONAS DISTINTAS A LOS SEÑORES QUÉ ESTAN AHORA.
CONltSlO: No yo?no vi ninguno aquí. PRFGUNTADO: ENCONTRO RASTROS ' DE.TRABAJOS DE PERSONA DISTINTA. CONTESTO: Tampoco. PREGUNTADO: EN LA ACTUALIDAD HA CONOCIDO A OTRA PERSONA DISTINTA AL SEÑOR ARTURO BENITA HAYAN VENIDO A RECLAMAR ESTO. CONTESTO: que yo sepa no En conclusión, la Sala considera y reitera qu e en prim er lugar no se presentó ningun a clase d e oposición, ni en la e ta p a adm inistrativa ni en la e ta p a judicial, respecto a la posesión d e lós solicitantes y-.sus g ru p o fam iliar, por o tro la d o los solicitantes a c re d ita ro n el c u m p lim ie n to d e, la to ta lid a d d e requisitos exigidos - por la legislación vig e n te pa ra a c c e d e r a la d e cla ra to ria d e prescripción adquisitiva dol d e re c h o de dom inio, c o m o es ei estar d e b id a m e n te p ro b a d o el requisito d e tie m p o e s ta b le c id o p o r la ley 791 d e 2002, así c o m o el h e ch o d e ser co in cid e n te s las d e cla ra cio n e s y las pruebas d o cu m e n tó le s, m e d ia n te los cuales se p ru e b a n los hechos posesorios desarrollados p or el prescribiente sobre el p re d io o b je to de restitución y fo rm a liza cicn. por últim o, es preciso te n e r en c u e n ta qu e lo d o ello en su c o n ju n to se e n m a rc a d e n tro d o los parám etros d e re p a ra c ió n tran sform adora consa grados e n la m ism a ley T 443 de 201 í.
V -\ " *; finalm ente, de conform idad con io establecido en el odíenlo 91 parág rafo 4“ de la le y 1448 de 2011, el título del bien deberá entregarse a nom bre de la solicitante. posesión d e la solicitante y su g ru p o fam iliar ha sido p a c ific a d u ra n te el tie m p o TRIBUNAL SUPERIOR ÜS. CMSTRITO JUDFC-AL DE CARTAGENA C p p SALA C IV IL £;SFECIAM24DA EN RESTITUCION DE TIERRAS M AfilSTftABA PONENTE.;. ' i l t t & t Z \ WÁRTÜA P. CAMS O VALERO '! ‘ ENTENCIA No. _ Rad. 13244-31 -21-001 -2015-00093-00 Rad.
Int. No. 2016-0079-02 finalm ente, de conform idac c o n lo establecido en el artículo 91 pa rá g ra fo 4o de la Ley 1448 de 2011, el título d e 1 bien deberá entregarse c nom bre de la solicitante. No obstante teniendo en cu e n ta íc-ae clárado on la solicitud de restitución respecto c le com posición del núcleo fam iliar'de a solicitante cl m om ento d e la ocurrencia d e los hechos, cn lre los c u a le rih d ‘C a -c b n o parte d e su grupo el señor Juan Antonio Benítez Arrieta, el c u a l si bién la com isión C o lo m b ia n a d e Juristas en la solicitud de resíilución d o tierras, fv/e inscrito é n el Regíslro d e Tierras D espojadas, y su solicitud fue a d m itid a par él juez d e instrucción. re c o n o c ie n d o la señora M artha Libia Escobar Cortes y su ¿f^ó.'tV.¡n"!li(jr, q u e al ig ual;.dujf pellos, cl señor Juan A ntonio Benítez Arrieta, exploto,y, h a b í1.o el fu n d o a partir d e l a ñ o 1979, hasta el a ñ o 2000, c u a n d o se a d u c e.-^ a b e r ocu rrid o el a b a ld o n o y desp laza m iento, a d e m á s a p a re c e c o m o c o m p ra d o / del bie n ju n to c o n su h e rm a n o Carlos Arturo Benítez A rrieta, esposo d e Ja solicitante. _ f H echo a cre d ita d o con la declaración del señor MOISES ENRIQUE C ARMON A, quien expresó:..
" PRbGlfNI ADO: EL SEÑOR-ANTONIO JUAN ESI ABA bL L^IA DHL DESPLAZAMIENTO. CONTESTO: SI también. PR EC UNTADO‘/CUANDO LA SEÑORA MARTHA HACb LA NEGOCIACIÓN CCN LA' SEÑ0S)T ÜELiíNA EL SENIOR ANTONIO JUAN TAMBIEN PARTICIPA TN ELLA. CONTESTA: 5r: taTibien, el nogodo Ja'rr.ibién ero de él. PREGUNTADO: tL NbGOCIO ENTRE;QUIEN FUE. CONIbSlO: Entre et señor Anlonio y el señor Arturo Benítez que son herma r'.;os. ellos ondaban junios, llegaron juntos, compraron juntes.
PRrGÚNTÁbC:‘ TRABAJABAN J.A I O RA j UNI OS. CONTESTO: si.»-. ¿; j. ■ J ?• * •; r • •.V i ’ x v ’ ^ C ircu nsta ncia a c e p ta d a y 0 reiteró d/a p or la solícílanle, dsí ló in d ic ó en un a p a rto d o su d e c la ra c ió n:. " PREGUNTADO: QUIENES COMPRARON LA TIERRA. CONFSTp: El esposo mío Caries Arturo Bcnílez Arrieta y el,hermano Anlonio Juan Benítez Arricio' )PREGUNTADO: USTES DICt QUE LA FINCA LA COMPRO SU rSPOSO CON SU CUÑADO EN EL SbÑOR ANTONIO JUAN BENII b¿ CUANTENOñ DEL SEÑOR ANTONIO.
CONTbSlO: ti no pudo venir porque la doctora si lo aviso del viaje pora ceá pero él estuve enfermo desde la semana pasada, él fue donde oKmédico le rparido >inos remedaos y mejoro y él dijo que si venia, pero a la hora dtf; la verdad'V,? agravó más. FREGUNIALX); DONDE VIVE bL. CONTESTO: bl vive en u.^á £d?á%hí ¿erquila de nosotros, pero al cuidado de ól mantiene una hija de él eúó;vivé’'érvt^h:^ú, el'a tu d a q u é ’lo 'leyó para allá " ) <í;j -ü.:;í En razón d e lo anterior, esta Sala -de c o n fo rm id a d Con Jo.e s ta b le c id o en el a rtículo 72 d e (a Ley 1443 d é 2Ü11,,..‘d e c la ra rá q u e la señora MARTHA LIBIA ESCOBAR CORTES, CARLOS ARTURO- BírNIÍEZ ARRIETA y. JUAN ANTONIO BFNÍTb1 í Y«í.i ij/¿‘.Vuj'N.wfv /¿I! JJfj.VfHÍOM TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JU DICIAL DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALIZADA EN RESTITUCION DE TIERRAS ^ MAGISTRADO PONENTE..
MARTHA P. CAÍVIPO VALERO SENTENCIA No. _ Rad. 13244-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 ARRIETA, a d q uirie ron la p ro p ie d a d del p re d io Vjiia Elena- Las M ercedes, p o r prescripción adquisitiva del d e re c h o d e dom inio. GRAVAMENES SOBRE EL BIEN OBJETO DE SOÚCITUD.DE RESTITUCION: C on relación a los gravám enes q u e re c a e sobre éi in m u e b le o b je to d e solicitud, c o m o es la inscripción del d e re c h o d e h ip o te c a a n o m b re del señor Eduardo Rincón, así c o m o la re spectiva o rd e n d e e m b a rg o e m a n a d a p or el Juzgado Prom iscuo d e El C a rm en d e Bolívar, se d e o e in d ic a r qu e una vez o fic ia d o al Juzga do Prom iscuo del C ircuito d e El C a rm e n d e B olívar d e s p a c h o qu e o rden ó la m e d id a c a u te la r d e e m b a rg o m e d ia n te c o m u n ic a c ió n de fe c h a 2 de junio de 2 0 1 i nf or mó qu e ''u n a vez e fe c tu a d a un a b úsq ueda exhaustiva en el a rch ivo de es le d e s p o c h o ju d icia l, no se p u d o u b ic a r físicam ente el proceso 2255 de 1979 I!.
Teniendo en c u c n ta la no existencia tísica dei proceso, a d ic io n a lm e n te al determ inarse q ue ha trascurrido a p ro x im a d a m e n te m ás d e 30 años39 respecto a la fe c h a en q u e fue inscrito el respectivo e m b a rg o, al igual q u e pese a Jas p u b lica cio n e s realizadas c o n fo rm e ai p ro c e d im ie n to legal, no se presentó al proceso ningun a persona a fin d e presentar e xce p cio n e s al proccso u oposición a efectos d e estudiar la Sala una posible co m p e n so ció n, se p ro c e d e rá d e m onera e x c e p c io n a l a o rd e n a r la c a n c e la c ió n 'd e los-gravám enes qu e re c a e sobre el in m ue ble o b je to de solicitud, c o m o e's la; inscripción del d e re c h o d e h ip o te c a a nom bre del señor E duardo Rincón y la o rd e n d e e m b a rg o e m a n a d a p o r ei Juzga do Prom iscuo d e El C a rm en d e Bolívar- d e c o n fo rm id a d co n lo expuesto en el literal p del A rticulo 91 d e lo '_ey 1448 d e 2011, q u e estipula: " Las 'órdenes que sean ne ce sorra s paro garantizar efectividad de la restitución jurídico y material de} bien Jnmuebíe y ¡a estabilidad en e¡ ejercicio y gccc afectiva de las derechos de los personas reparadas ".
En m ate ria d e p ro te c c ió n de los desplazados frente a la p ro p ie d a d del in m ue ble, to d a d e c la ra c ió n, adm inistrativa, ju d icia l, d e b e ir e n c a m in a d a h a ce r e fe c tiv o el registro de dichos bienes, pa ra garantizar ía seguridad ju rídica d e su te n e n c ia. M edidas com plem entarias a la restitución: ’ 1(7 Registrad cn la anotación No. 10 del Fofio ce M atricula Inm obiliaria No. 062-2700. <s Folio 263-264 Cuaderno No. 39 TI artículo 2¿>36 del Código Civil quedará así: "El articulo - a acción ejecutiva Se prescribe por cinco (5} años y la ordinaria p o r cie2 {10).
La acción ejecutiva se convie ne en;orcfinarlc< por el lapso de cinco {5) años, y convertida en ordinaria durará solam ente otros cinco (5). Una vt^z in te rru m p id a o renunciada una prescripción, comenzará 3 contarse nuevam ente el respectivo te rm in o " TRIBUNAL SUPERIOR DEL DISTRITO JUDICIAL DE CARTAGENA C | SALA C IV IL KISPECIAMl'A ¡>A EN RESTITUCION DE TIERRAS IffAC-rISTr<ADA PONENTE, M A R I HA P. CAMPO VALERO 5ENTENCÍA No, Rad, 13244-31 '21-001-2015-00093-00 Rqd. fnt.
No. 2016-0079-02 Tenemos entonces, q u e las víctim as c^ue h a n sutrido c o m o c o n s e c u e n c ia de las viciaciones d e q u e tra ía ei artículo-3r d e la ley 1448 d e 2011, tiene n d e re c h o a ser reparada s d e m anera 'a d é c t/a d a ' d ife re n c ia d a, tra n sfo rm a d o ra y e fe c tiv a por el d a ñ o qu e han sufrido "y ^ ú é f ceHeri las co n d icio n e s de v u ln e ra b ilid a d en q u e se e n cu e n tra n. Tam bién, te n ie n d o en c u e n ta q u e según el Inform e T écn ico Predial e la b o ra d o por la U nidad d e Tierras, el á re a o b fe to d e restitución presen ta:,AREA DE EXPLORACIÓN -MINERA.", < e le ad ve rtirá a la A g e n c ia N a cio n a l d o M inería y a la A g e n c ia N a cio n a l de H idrocarburos qu e c u a lq u ie r q c tiv jd a d d e e x p lo ta c ió n q u e se re a lice sobre el predio, d s b e hacerse c o n fo rm e e\ estatus le g a l del área, c o n c e rta n d o ello c o n las víctiír& s-y sin lim itar el g o c e d e íós d e re ch o s de éstas; p or lo q u e d e b e rá inform ar e llo -p re v ia m e n te a la UNIDAD ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE GESTIÓN DE RESTITUCIÓN DE TIERRAS (TERRITORIAL BOLIVAR} y a esta C o rp o ra c ió n, c o m o vigía d e los derech os d e las víctim as restituidas.
Se o rd e n a rá al Ministerio d e A grícullura y Desarrollo rural, p a ra q u e incluya d e n tro d e los p rogram as -de subsidió in teg ra l p a ra la a d e c u a c ió n d e tierra, asistencia té c n ic a a g ríc o la - e,,inclusión en program as p ro d u ctivo s pa ra la p a rc e la restituida en esta sentencio; -e. fa vo r d e las víctim as restituidas en esta sentencia y su respectivo g’i'upo familiar? i A la Secretaría d e Salud del M unicipio d e Fl C a rm e n d e Bolívar (Bolívar) po ra q u e d e m a n e ra in m e d ia ta verifique lo inclusión d e las víctim as restituidas y su g ru p o fam iliar, en el sístenVa'.genef'a. de salud y en caso d e no e n co n tra rlo se dispong a a incluirlos en el rWisrnó. \ \ ' ------ -ví’v'-S - ' Al Ministerio del Trabajo, alrSENA REfGIONAL BOLIVAR y a ía U nidad de A tención y R eparación Integral de V ictim as/ q u ^ p o n g a en m archa los program as de em plee rural y urbano referidos en el título )V, C apítulo L art. 67 y Ó89 del D ecreto ¿800 de 2011, dirigido al beneficio d s les señores MARTHA LIBIA ESCOBAR CORTES, CARLOS ARTURO BFNITEZ ARRIETA yllU A N ANTONIO BENÍTEZ ARRIETA y su respectivo núcleo ■familiar, victim as del desplazam iento reconocidas en esta sentencia, v... i - v í 'v i A las Fuerzas militares en osp.eciaí. a la C o m a n d a n c ia d e Policio del D e p a rta m e n to d e Bolívar* q u e ' én 'e je rc ic io d e su misión institucionaí y co n stitucional, c o o rd in e laf> a ctivid a d e s y gestiones q u e sean necesarias pa ra q u e brínden la segu ridad q u e se j re q u ie ra p a ra el e fe c tiv o re to rn o y p e rm a n e n c ia d e las victim as restituida; en esta sentencia,. y su g ru p o fam iliar, en el p re d io que se ha o rd e n a d o ‘restituir.
C'wji? Superior fjV (ñ Ju i'itW u rU TRIBUNAL SUPERIOR DEL D IS TÍilTO JU DICIAL DE CARTAGENA SALA CIVIL ESPECIALIZADA fctt RESTITUCION DE TIERRAS ° MAGISTRADO PONENTE. MARTHA P. CAMPO VALERO SENTENCIA No, Rad. 13244-31 -21 -001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 20U-0079-02 Fn c u m p lim ie n to a lo dispuesto en el artículo -101 d e 'a ley 1448 de 2011, se o rd e n a ra c o m o m e d id a de p ro te cció n, la. restricción consistente en la p ro hibición de e n a je n a r los bienes inm ueb'es restituido?., d u ra n te el térm ino d e dos (2) oños siguientes a lá e n tre g a de los rnhm os; a c tc q u e d e b e rá ser inscrito en el tolio d e m atrícula corre spond iente al ir-m ueble restifuido.
Se o rd e n a rá a la U nidad A dm inistrativa c e G estión o e Restitución d e Tierras D espojadas, qu e brinden a c o m p a ñ a m ie n to -que requieren las víctim as a quienes se les ha re c o n o c id o ei a m p a ro a el d e re c h o d e restitución, p a ra q u e a c c e d a n a los sistemas d e e xo n e ra ció n y /o alivios d e pasivos g e n erados desd e el añ o 1998, sobre la p a rc e la a resMIuir, previstos en el artículo 121 d e la Ley 1448 d e 2011, en c o n c o rd a n c ia c o n lo e sta b le c id o en el artículo 43 y subsiguientes d el D e creto 4829 d e 201 K ! En m érito d e lo expuesto, ¡a Sala Civil Especializada en Restitución de Tierras, del Tribunal Superior del Distrito JudicicJ d e C a rta g e n a, adm in istra ndo Justicia en n o m b re d e la R epública y per a u to rid a d d e la ley,* • RESUELVE:,> PRIMERO: Amparar el derecho a la restitución*' dé por el hecho victimizanie del desplazamiento forzado temporal, a los señores MARTHA LIBIA-.ESCOBAR CORTES, CARLOS ARTURO BbNIibZ ARRIÉ! A y ANTONIO JUAN BENITEZ ARRIETA-y sus respectivos grupos familiares, de acuerdo o lo expuesto en la parte motiva de eJo sentencio.
SEGUNDO: En consecuencia dé lo anterior, se orc-'ena restituir a los señores MARTHA LIBIA ESCOBAR CORTES. CARLOS ARTURO BbNI'ItZ ARRICIA / ANTONIO' JUAN BENITEZ ARRIETA y sus respectivos grupos familiares, el predio dcnom 'riado “Villo Elena - Los Mercedes" identificado calastralrnenle con cl número 13244000 $000201130C-0™, registrado en el Folio de M úlrícjla Inmobiliario No. 062-2200 de lo Oficina ríe Registro e'Instrumentos Públicos de El Carmen de Bolívar41, precio que se encuenlro específicamente ubicado en la Vereda I Ó7aro, Sector La Cañado, Corregimiento Macayepo -r Municipio del Carmen de Hoíívar^, con un área de 29 Has y 5747 metros cuadrados, con íqs:siguier-,!es coordenadas, linderos y mapas actualizados: \ y ' C/msSvaxria( Ir. r ro io 57 C u ü d e. riu P rin c ip e I 11 l-o io Ü S C u c d e r n ü P rin c ip a l f o io S í) c u jd e r -n o f’ n n c ip ji Coiuc/o Superior rit i:¡ I.ldlCfíWrú TRIBUNAL SUGERIOS |J€L Í-ISTR ITO JU D IC IA L Dñ CARTAGENA SALA CIVIL g':SP£9?AM;!A$A EN RESTITUCION V E TIERRAS,'WíACílCT»ADA PONENTE.
MART,X A CAMPO VALEñd SENTENCIA No, Rad. 13244-31 -21-001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 2016-0079-02 Coordenadas: 44GI gy v i-^ y-y«yT;<s^ y; gfrggtf'-w..i..géy.K>s,-•>;■■ i - ", 3.,.; ]-. ü« f e ^: v., - i:6<»'/voo<:¿e& x:.~ ■ ••; h s s ^ g i » ____:’: v >/> = í L;■ ->-'í ' •- V*Cv- y, - - • «Vv7WC1','“'.J'5!»'y; iV>' \í.i¡ • —. •* • “víf • *• ' '.y ~v* • V /» ‘,{ ií tv w » ''u ^ v !'' V ' “ •- » ^ i;g^atezaeaz ¿ •». j& t.v * - » •>■;■••• • ' •:*.•'.■,■•■ ' *• -»i.-¡?* V ? '- * • - > S* & ' ■■.Í:f&7J&£2r$/t Í;;.:;i& j>fe f'- J$'£*>íL;¿2£5¿v 'y<i4úü,....■•'■-.
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PoritefttfC Cteste e f'fcYify: <Í4; ' e;r flr;í?¿> íííC.'^ í; 3 5 3 p v ' Í Ü ú ¿¿7? O" (ti¡vtxfyn ¿ it'a w m w; »?slr to íp r.& & K to <^71 W f ú pretíc- ^ \fC;!SE$ CARVOM con VfíA ' tfsfw cjd 4 * 6?7.29’ "*: -:y ■ ' • Pftrt.i&wto (fíísdff prpj/í'.'ta.u>7ca í?{«r>/>r<x/c? íí.-yü- pesa per ¡os puntes 4*?d: fiux 01. v ^ 'v W v - ^ rffeíá.wto </« f 99,17-ri. ufano se *« #?/• c^íSMJC^rt ^,*?■'{x ": o í I • r,:.:. v y " W ’ 1.1. ■■■;■,;. í{:..•^'' s'-y,^.*-.;^; 4*6% cqh ¿}¿ré¿:c- üc ÍDAIDG fífOS cor* trá* rJr&M W r &> 231; 'Í3fn. i \ i m j j (.'oírse/1- S u p e rio r tie ¡a Ju riii tiM r t TRIBUNAL SUPERIOR DEL D1STKJTG¿MDICIAL DE CARTAGENA SALA C IV IL ESPECIALIZADA E li RESTITUC ION DE TIERRAS MAGISTRADO PONENTE.
MARTHA P. CAIKPO VALERE SENTENCI A No. _ Rad. 13214-31 -21-001 -2015-00093-00 Rad. Int. No. 20U -0079-02 SGC Mapas: lí'ro.-ite \lA+r’r,r**tt ’/t Coordenadas: ' í j-. XÁte',o. ví- xí.■ £:■ <*••5 T;a ao.±|ggs Y '.. »*'¿Í3y.4set*.ii-á& 6 í ir o - v w «V^-r-r-r-» ---- «rr-«V. ^ • T •'*’ ■***•'* '.*,r.- * * ■ ■ • -• • •'•y* • ^ v ■.yw-r -..■ M;: ’> y*’ ¿=¿y y.;:■■'.
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TERCERO: DECLARAR Que los señores MARTHA Li.^iA fcSCCBAH CORIbS, CARLOS ARllJRO 6FNITF7 ARRIFTA y ANTONIO JIJAN BENITEZ ARRIETA y sus respectivos grupos Tamil i eres, lia adquirido lo. propiedad por prescripción ordinaria aoquisitiva de derecho de dominio sobre cl inmueble rural ceno mina (Jo Villa El ene - l.as Morcados. catastral bienio con el número 132440003000201 ?3000d?'. registrado en el holio de M circula In/nobiliaria No. 062-2200 de la Oticina de Registro e Instrumentos Públicos de El Carmen oe Bolívar44, predio que se encuenlra específicamente ubicado en la Vereda Lázcro, S¿c1or La Cañada, Corregimiento Macayepo - Municipio del Carmen de Bolívar, A5. t en uñ área de 29 hectáreas y 5747 metros cuadrados, con las siguientes coordenados, linderos; napas actualizados: 31 P o lio C’ 7 C u a d e r n o P rincipa: “ F o lio 9 2 C u a d e rn o P rin c ip a; 1)1 F o lio 6*? C '.J.id n m íi P rin rip.ii SG Ojfl.wjrt.\itpCttor aV la.{üdk'aUna TR IB U N A L SUF ER30R O"*.
P'STR ITO JU D IC IA L DÉ CARTAGENA SALA C IV IL t-S P ^C IA M EN RESTITUCION DE TIERRAS. M A C I^TR A D A PONENTE.. M ARTHA t \ CAMPO VALE ftO, •• ? E K T tN C IA No. v " " '.’,. i i •; • Rad. 13244-31 -21 -007-2015-00093*00 Rad. InL No. 2010-0079-02 iy N ^ íl^ i t e y d f j «•/1>((.¡fio -pi'OZ tf.'w n c ju o lw ^ # t}lfc ft& X íi p o r /o*' -i4 5 2. ■í'íí.O. ? i r. ___■____ - 4» r •..4 J' -V..... /.
A/-. r. ^ /ví ^ w _ ' *> /A' r <c+r* &&■'**> c/7 Ítf/rü-ücídrtr o'ks-JJr. ¿’jjgc-? j/ ptmro 4^ííi> OCo“ c¿<v ñ u fO ^t? S CAf\M Cl*JS\ cn n a n rt \ {2& $ < rt; r-i.'r uftj'frt •&? '?&»í¡nO.O e-n <?«€> fx>r *H W/Í.^Jí. c-/> dir&^r¿ón M q,-\í af punió -i*57 <.-oít #t f.sutto¿fa f-ElJK M£¡-fn£Z <XV> i Uní; ahtfi-n'ii.t iify J3c1'¿^tr\-r •■ ?y C>r cv*> tr. r*rr. -iVX /'■'ivWofiatp (A»í»rf<í <<f -í.i'ífírfj Vfi<’*"J << r'-’'.■/" </rj.otuvh.-rirt*s?t*‘, Aflfto ■'¿ •í/í‘ f v * 4 /. v í¿ r^ ^.C > o-J/'r,xv- Í.í efe (V^Ó/JPí’ár >>^,W üf« ¿,jx/ <*■■*.'«*' t a to tit: s'5-/í',.í't í;..^ - ¿'ÍS 5^ ' • \ •' f*í?rrrt9#X/C* <KW=**Í »,* ■', /it-.tjp QW f&Z? ’h?j' ÍO-V Ü *4 /H£~ññx ÓY.~ <írt «í-íK K ífl/) ^/<-> v:’a -</i íí.‘ r,t.ir>it> 4<>6¡¿*w?ésif ^-vaí/.-ct e*¿? v ^ C É T ^ /O e¿ií-f.r¿V.. í/r>¡í? <^:í.>nir/¡t;• *í’lX;r $£*•?: _í>V*V'X'' <v.v.W AiUrr'i i>.’Jr? v.,m* ¡Uitiii Cji’O&tVUÍSi: Cl'JSl VJstsA ítu-í" 'o.c {sontos: ■*•}&'? y * i t i<f.:-: - ’ ■'0''0<;c►'í.-'-cr»f.;,’,*?íi5fc» ciJ r.-,v?/iíc t.v^r n i ftr*td i^ <¡n ¿Om^cic» « /o s <íor.-;ri6 íA^rcjiT^.vj-í.-ií,¡i>, pr'/-/-».
S'v.rrxrtnci.-? tfv.rx fi: o/.r/in-y;.? 4<4C.7>*?,t <?, c5<.<£**Xo<^ ^•ue.' v t> i¡v P t,V ifr ii "x?-í$<? J? V” t ? v * ifv jG x s tiA ty í. r<--*:Ut-> ñ>< u l t f r t o ¿i.y*c?H>.«'<?,’■.A:W5»^ C -'/ iA Í«0;> iporr d ' í í a / i C i V i <A>i 7 3. ->/. 'd’n ^ i. x - '.v./^ ty /i f:rid rti i w tfto. •:</) fí//"/> /X -vi>íi,J91 ^ f r V " J ^ MG$ '■&?jyp?. •'<.*'• >-SrT>_ ^ CUARTO: CANCELAR, los gra v á'ñfeTifc^ro c* i s> r:a d os4 6 en el Fo lío' ® f 1 t r¡ cu lo No. 062-2200, respecto a la ¡nscripción del d ’BrocJ/ct^Qe Ki^oíeca o nombro dej:.i$eñcr Hduardo Rincón y la orden de embargo em anadq p d 'f^^J jzgac-jo Promiscuo de fe'Carm en de Bolívar, por lo expuesto en la parte mol iva de’la presérile providencia ‘ -..'.V ^ \ k 'V;
QUINTO: ADVÜRTIR o (o AGENCIA NACIONAL DE MINERÍA quoScualquier actividad de explotación que se realice sobre e l.rre d ic denominado "Villa Elenc • Las Mercedes, identificado plenamente en e-'.'.ie proceso, debe hacerse confórme el estatus legal del á-ea, concertcndo ello can las víctirios y sin llrrvfor el goce do los derechos de éslas; por lo que deberá iníormcr ello previornti-ité a^a..'Uis^rJAD ADMINISTRATIVA ESPECJAL DC GESTIÓN DE RESTITUCIÓN Dt Tí ERRAS (TERRI-OfelA^ó1.|VAR) y a esta Corporación, como vigía de 'os derechos de los víctimas restitü £d<R. bureta ría de esta Sátb/ comuniqúese esta orderw una vez se encuentre ejec0K ^«íd»í,^tó. sentencia; par’tfvio:cual eri el oficio de comunicación deberá i de n ti i iclii^e;pfe,h a*ij(ek:ite o! bien objeto restituido.
SEXTO: ORDENAR a la Oficina cié Registro de'Jnstnjmenlos Públicos dé El Carmen de Bolívar, que doniro del término de quince,(.10) -día¿ siguientes a la notificac;ón do esle decisión, procedo a: \... i. ■ ■'• o) Iriscribír esta íienlencia éh' e I & de: MatríeuIo No. 062-2700. r. • • l- l:;. '.:í 7 'r ' ¡ í'v ^ •.1.;..• v:v rí ■•/ I C..I •■-■: b) Cancele todo anlecec^nte.,í^i>iraM obre gravámenes-y limitaciones de dominio, título.-? de ienencia, arrendamientos, medidas cautelares.y cualquier derecho real que luviere un tercero sobre el Inmueble, y que hubieren sido-.registrado en el folio de matrícula arribe referencíado.:) La cancelación de \ab ano lacicnes donde figuran las; medidas protección jurídica del predio, drdenpda por el Juzgado Primero Civil < cautelares de del Circuito de El r v Carmen de Bolívar molív^r).
" "¿i;:. r< d) Inscribir en el folio a rrib é te te r& íté té tb. la m e d id a de ^ ro té c c ió n e stcb le cid a en el artículo 101 de la Ley ) k iW é $:'m A¿;iconsistente en iqvpiohibición de enajenar los bienes inm uebles r e s t i t u i d ' / p a n f e e " t é r m i n o d o dos (?í años siguientes a la e n lre g a c e los mismos. \ • ■■. • - 1; *.; 'r\ “fc Anotaciones 6 y / del Folio de Mottiicula ‘V: ■ j r. 'i.- ■:.
V: ’j ': ? ■■’ ’í. í. s J ’* TRIBUNAL SUPERIOR DEL DJSTF t Y t f J ’Ü O iC U L DE CARTAGENA SALA C IV IL £S*PECIA.LIZADA E,í RÉlSTlTU^'ON DE TIERRAS MAGISTRADA D O N E N TE.. M A R T H A P. C A ^ P O V A L E R 1 S E N T E N C I: N o. _ i VirtA.'ji;.\/i¡/í'/iiir lir’ Ílí Jih ií-.tJIU l" Rad. 13144-31 -21-001 -2015^000?3-00 Rad. Int.
No. 2016-0079-02 Para lo cual, por ordenará que por Secretaria, y previo <i: pago de los gastos de reproducción que deberán ser. asumidos por l-.i Un DAD' ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE GESTIÓN DE RESTITUCIÓN De Tí ERRAS DESPOJADAS ^,VRK ¡I d.^A i'k.311VAR), proceda a expedir copio autenticada de la sentencia con las consíánciás'-dó5, Ejecutoria, y la remito ante la Of'cina de Registro de Instrumentes Públicos de El armón de Holivar.
SEPTIMO: ORDENAR al Ministerio de Agricuflurc y ' Desarrollo rjral, entidad que dirige la ejecución, cel programo cíe subsidio F a m ilia r de Vivienda de.interés Social Rural o Iravés del Banco Agrario ce Colomfcjq. ino'u/ a los señorer. MA^TH^.JJBIA FSCOliAR CORTES, CARLOS ARTURO BtNIltZ ARRIBA y ÁNTOKIO JUAN BENITE2 n/speclivos grupos familiares, con priorided en los programo?, de subsidio inteprúd ele ¿ierras fjjbsidic para la adecuación de:¡orra, □.lisien cia técnica agrie o la, e inclusión e¡ ■ brearemos productivos).
Paro lo cual, se ORDENA a la UNIDAD ADMINISTRA'1 -'A. ESPECIAL DE GESTIÓN DE RESTITUCIÓN Dh TIERRAS DESPOJADAS (TERRITORIAL BOLIVAR), qi •? brinde a 'as victimas restiluidas y su respectivo grupo familiar, un.acompañamiento y asesoría dúdenle Jode el proceso de los ■trámites del subsidio do vivienda rural y e; s'jbsiaio intoc-'d de tíen as, OCTAVO: ORDENAR a la Secrelaría de Salud del Munic pie de El Carmen de Bolívar - Bolívar, para que efe manera inmediata verifique la inclusión lo.vsepc.res MARTHA LIBIA ESCOBAR CORTES, CAR- OS ARTURO BENITEZ ARRIETA y ANTON O JJAN'BENI' EZ ARRIETA y sus respectivos grupos familiares, en el S¡j Jorrea;
General deSalud> e i caso de;r o encontrarlo se disponga a inclun'os er. el mismo NOVENO: ORDENAR la enirctgc real y electiva del oredio.restituido en esla sentencia, lo cual se hará a la UNIDAD ADMINIS1R ATI VA ESPECIA.. DE- GFSl'sÓN )E RESTITUCIÓN DE TIERRAS (TERRITORIAL BOLIVAR) a távor <?e las victimas reM'íuifljSS ¿su.respectivo grupo tamilicr, pora lo cucl se comisionará al du @7.Segundo Primero Cí\il de^if'cu.itc especializad o en Restitución de Tierras de Ei Carmen de Bólívcr (Bolívar}.
U naiV^^rKlirm o.'este proveído, se librará el correspondiente despacho comisorio. •.
DÉCIMO: Por Secrelaria de esta Sala, una vez eíecvíonada esta senlencia, librase les oficios correspondientes a las órdenes impartidas en esta sentencia, y noJifrquese, por la vía más expedí! a, esta decisión a lodos los intervinientes.
NOTIFIQUESE Y CÚMPLASE.: